{"id":34735,"date":"2017-08-15T15:56:40","date_gmt":"2017-08-15T18:56:40","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=34735"},"modified":"2017-08-16T09:56:05","modified_gmt":"2017-08-16T12:56:05","slug":"600-mil-retornos-e-800-mil-em-fuga-o-drama-do-refugiados-sirios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/600-mil-retornos-e-800-mil-em-fuga-o-drama-do-refugiados-sirios\/","title":{"rendered":"600 mil retornos e 800 mil em fuga: o drama do refugiados s\u00edrios"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Damasco (RV) \u2013 Cerca de 603 mil s\u00edrios obrigados a abandonar a pr\u00f3pria moradia por causa da guerra civil, puderam retornar ao local de origem desde o in\u00edcio de 2017.<\/p>\n<p>Outros 800 mil, no entanto, viram-se obrigados a fugir \u2013 alguns pela segunda ou terceira vez &#8211; dos novos combates, travados agora especialmente em Raqqa.<\/p>\n<p>\u00c9 o que revela um relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o Internacional para as Migra\u00e7\u00f5es (OIM) da ONU, divulgado nestes dias. Assim, a situa\u00e7\u00e3o complexa dos refugiados no pa\u00eds martirizado pelo conflito permanece ainda dram\u00e1tica.<\/p>\n<p>11 milh\u00f5es de refugiados internos e externos<\/p>\n<p>Em uma na\u00e7\u00e3o que no in\u00edcio do conflito em 2011 contava com 22 milh\u00f5es de habitantes, mais de seis milh\u00f5es permanecem deslocados dentro das pr\u00f3prias fronteiras e quase cinco milh\u00f5es buscaram ref\u00fagio no exterior, a maior parte em pa\u00edses como Turquia, L\u00edbano e Jord\u00e2nia, mas em escala menor tamb\u00e9m no Iraque e no Egito.<\/p>\n<p>Maior parte dos retornos \u00e9 de deslocados internos<\/p>\n<p>Segundo o \u00faltimo relat\u00f3rio da OIM, 84% daqueles que puderam retornar aos locais de origem eram deslocados internos e somente 16% eram provenientes do exterior.<\/p>\n<p>Cerca de metade deles voltaram para a Prov\u00edncia de Aleppo, uma tend\u00eancia que confirma aquela registrada em 2016, quando os retornos \u00e0 regi\u00e3o foram de 686 mil pessoas ao longo de todo o ano. Deste, por\u00e9m, 42 mil viram-se obrigados a fugir novamente.<\/p>\n<p>Turquia<\/p>\n<p>O Presidente turco Recep Tayyip Erdogan anunciou, por outro lado, que as autoridades turcas est\u00e3o permitindo a passagem em seu territ\u00f3rio de ajudas humanit\u00e1rias, alimentos e materiais \u00fateis para a reconstru\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o nordeste de Idlib, fora do controle das for\u00e7as de Damasco.<\/p>\n<p>Idlib<\/p>\n<p>A regi\u00e3o de Idlib \u00e9 em parte controlada por milicianos da Al-Qaeda, que no final de julho haviam conseguido expulsar da \u00e1rea os seus rivais jihadistas pertencentes ao grupo Ahrar ash Sham.<\/p>\n<p>Durante os combates entre os dois grupos, a Turquia havia fechado a fronteira, mas em 26 de julho as duas passagens de fronteira (Cilvegozu \u2013 Bab al Hawa e Oncupinar \u2013 Bab as Salama) foram reabertas para a passagens de homens e de mercadorias.<\/p>\n<p>Em 21 de agosto as autoridades abrir\u00e3o Cilvegozu-Bab al Hawa aos s\u00edrios residentes na Turquia que pretendem dirigir-se a Idlib para celebrar a Eid al Adha, principal festividade mu\u00e7ulmana, prevista para o final de agosto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Damasco (RV) \u2013 Cerca de 603 mil s\u00edrios obrigados a abandonar a pr\u00f3pria moradia por causa da guerra civil, puderam retornar ao local de origem desde o in\u00edcio de 2017. 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