{"id":3424,"date":"2013-11-13T18:34:16","date_gmt":"2013-11-13T20:34:16","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/mundo-corre-o-risco-de-ficar-36oc-mais-quente\/"},"modified":"2017-03-24T10:37:57","modified_gmt":"2017-03-24T13:37:57","slug":"mundo-corre-o-risco-de-ficar-36oc-mais-quente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/mundo-corre-o-risco-de-ficar-36oc-mais-quente\/","title":{"rendered":"Mundo corre o risco de ficar 3,6\u00baC mais quente"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Este cen\u00e1rio j\u00e1 leva em conta o impacto das medidas anunciadas pelos governos para melhorar a efici\u00eancia energ\u00e9tica<br \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mundo ficar\u00e1, a longo prazo, 3,6 graus Celsius (\u00baC) mais quente se os governos simplesmente mantiverem os seus objetivos atuais alertou, ontem (12), a Ag\u00eancia Internacional de Energia (AIE). Os representantes da ag\u00eancia participam em Vars\u00f3via (Pol\u00f4nia) das discuss\u00f5es sobre as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio estabelecido pela AIE para os pa\u00edses desenvolvidos, as emiss\u00f5es de gases que provocam o efeito estufa relacionados com a energia, que representam cerca de dois ter\u00e7os do total das emiss\u00f5es, sofrer\u00e3o um aumento de 20% at\u00e9 2035, mesmo com os esfor\u00e7os j\u00e1 anunciados pelos pa\u00edses comprometidos com as preocupa\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p>Este cen\u00e1rio &#8220;leva em conta o impacto das medidas anunciadas pelos governos para melhorar a efici\u00eancia energ\u00e9tica, o apoio \u00e0s energias renov\u00e1veis, a redu\u00e7\u00e3o dos subs\u00eddios aos combust\u00edveis f\u00f3sseis e, em alguns casos, a coloca\u00e7\u00e3o de um pre\u00e7o nas emiss\u00f5es de g\u00e1s carb\u00f4nico&#8221;, disse a AIE no relat\u00f3rio anual de refer\u00eancia, apresentado nesta ter\u00e7a-feira em Londres.<\/p>\n<p>No entanto, o aumento de 20% nas emiss\u00f5es de energia &#8211; principalmente as geradas pelo carv\u00e3o e pelo petr\u00f3leo e, em menor grau, do g\u00e1s &#8211; dentro de 20 anos &#8220;deixa o mundo a caminho de temperaturas m\u00e9dias globais de 3,6\u00b0C, bem acima da meta de 2\u00baC definida internacionalmente&#8221;, informou a AIE.<\/p>\n<p>Observando o papel fundamental do componente energ\u00e9tico no sucesso ou no fracasso da pol\u00edtica clim\u00e1tica internacional, o departamento de energia da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) apoiou as iniciativas recentes, entre as quais o plano de a\u00e7\u00e3o apresentado pelo presidente americano Barack Obama; o an\u00fancio de Pequim relativo a uma limita\u00e7\u00e3o de carv\u00e3o; e o debate europeu sobre metas clim\u00e1ticas para 2030, salientando que &#8220;todas t\u00eam o potencial de limitar o crescimento das emiss\u00f5es de g\u00e1s carb\u00f4nico&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Local: S\u00e3o Paulo (SP)<br \/>Fonte: ALETEIA<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este cen\u00e1rio j\u00e1 leva em conta o impacto das medidas anunciadas pelos governos para melhorar a efici\u00eancia energ\u00e9tica O mundo ficar\u00e1, a longo prazo, 3,6 graus Celsius (\u00baC) mais quente se os governos simplesmente mantiverem os seus objetivos atuais alertou, ontem (12), a Ag\u00eancia Internacional de Energia (AIE). 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