{"id":33907,"date":"2017-07-31T15:57:23","date_gmt":"2017-07-31T18:57:23","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=33907"},"modified":"2017-08-02T10:20:38","modified_gmt":"2017-08-02T13:20:38","slug":"por-que-a-igreja-ensina-que-fazer-amor-e-uma-forma-de-oracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/por-que-a-igreja-ensina-que-fazer-amor-e-uma-forma-de-oracao\/","title":{"rendered":"Por que a Igreja ensina que fazer amor \u00e9 uma forma de ora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Isso mesmo: o sexo \u00e9 chamado a ser sagrado<\/p>\n<p>Pode soar estranh\u00edssimo para muita gente, mas voc\u00ea sabia que, ao fazer amor com seu c\u00f4njuge dentro do matrim\u00f4nio, estando ambos abertos \u00e0 gra\u00e7a da vida, voc\u00ea est\u00e1 fazendo ora\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>\u00c9 simples de entender. A ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma repeti\u00e7\u00e3o de palavras: \u00e9 uma atitude de uni\u00e3o com Deus. Todas as nossas atividades, quando conscientemente oferecidas a Ele, s\u00e3o ora\u00e7\u00e3o. Inclusive o sexo? E por que n\u00e3o?<\/p>\n<p>S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II, na sua fascinante catequese sobre a Teologia do Corpo, nos fala da maravilhosa capacidade humana de experimentar, por meio da corporeidade, o atributo nupcial da express\u00e3o do amor. Nesse amor, cada c\u00f4njuge se torna um presente, um dom para o outro, e um dom completo, volunt\u00e1rio, consciente, que Deus torna fecundo em frutos magn\u00edficos como a realiza\u00e7\u00e3o pessoal, a realiza\u00e7\u00e3o m\u00fatua, a vis\u00e3o de sentido para a pr\u00f3pria vida, a abertura para a nova vida nos filhos que vierem!<\/p>\n<p>\u00c9 algo \u00fanico da pessoa humana: entregar-se conscientemente uma \u00e0 outra como oferta de amor!<\/p>\n<p>Nesse contexto, fazer amor \u00e9 fazer ora\u00e7\u00e3o porque \u00e9 um ato de entrega m\u00fatua em que se participa do Amor divino e inclusive da divina cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Diz S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II a respeito dos c\u00f4njuges: eles \u201cveem um ao outro com toda a paz do olhar interior que cria a plenitude da intimidade de pessoas\u201d. Todos n\u00f3s desejamos algu\u00e9m que nos ame, nos aceite e nos respeite por completo, plenamente, porque isso nos preenche, nos eleva e, de modo literal, nos leva a experimentar o amor de Deus sensivelmente.<\/p>\n<p>A uni\u00e3o sexual no matrim\u00f4nio \u00e9 um ato de uni\u00e3o a Deus porque, por meio dela, Ele nos torna part\u00edcipes do Seu Amor e do Seu Esp\u00edrito e nos transmite as gra\u00e7as necess\u00e1rias para perseverar e nos realizar no desafio envolvido nessa entrega di\u00e1ria \u2013 que n\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Importante: nenhum outro ato sexual pode ser descrito como \u201cfazer amor\u201d, porque Amor, em sentido pleno, \u00e9 o Amor Absoluto, \u00e9 o Ser Absoluto, \u00e9 o Sentido Absoluto, \u00e9 Deus; e nenhum ato separado d\u2019Ele pode ser entendido autenticamente como amor. Nenhum outro ato sexual dignifica. O ato sexual fora desse contexto n\u00e3o apenas n\u00e3o nos une a Deus como, pelo contr\u00e1rio, nos afasta da participa\u00e7\u00e3o na plenitude do Seu Amor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Isso mesmo: o sexo \u00e9 chamado a ser sagrado Pode soar estranh\u00edssimo para muita gente, mas voc\u00ea sabia que, ao fazer amor com seu c\u00f4njuge dentro do matrim\u00f4nio, estando ambos abertos \u00e0 gra\u00e7a da vida, voc\u00ea est\u00e1 fazendo ora\u00e7\u00e3o? \u00c9 simples de entender. A ora\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma repeti\u00e7\u00e3o de palavras: \u00e9 uma atitude de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":33908,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-33907","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33907","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33907"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33907\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33909,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33907\/revisions\/33909"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33908"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33907"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33907"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33907"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}