{"id":33268,"date":"2017-07-19T11:16:49","date_gmt":"2017-07-19T14:16:49","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=33268"},"modified":"2017-07-19T14:27:59","modified_gmt":"2017-07-19T17:27:59","slug":"ensinar-transexualismo-a-criancas-e-prejudicial-alerta-especialista-dos-estados-unidos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/ensinar-transexualismo-a-criancas-e-prejudicial-alerta-especialista-dos-estados-unidos\/","title":{"rendered":"Ensinar transexualismo a crian\u00e7as \u00e9 prejudicial, alerta especialista dos Estados Unidos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">REDA\u00c7\u00c3O CENTRAL, 19 Jul. 17 \/ 08:00 am (ACI).- Dra. Michelle Cretella, pediatra, m\u00e3e cat\u00f3lica de quatro filhos e presidente do Col\u00e9gio Americano de Pediatras, assinalou recentemente que ensinar as crian\u00e7as pequenas o conceito de transexualismo \u00e9 prejudicial e os incentiva a acreditar em uma mentira.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 ruim incentivar uma mentira. Sabemos que ningu\u00e9m nasce transexual. Sabemos que \u00e9 um mito. Infelizmente est\u00e1 sendo promovido por uma grande quantidade de profissionais m\u00e9dicos, pela m\u00eddia e pelos educadores. Mas isso n\u00e3o \u00e9 verdade. Se refor\u00e7amos essa mentira, na verdade estamos incentivando a crian\u00e7a a desenvolver uma falsa cren\u00e7a inabal\u00e1vel\u201d, indicou a especialista em uma entrevista concedida ao \u2018National Catholic Register\u2019.<\/p>\n<p>Nesse sentido, disse que faz com que \u201ca crian\u00e7a acredite em algo que n\u00e3o \u00e9 verdade sobre si mesma. E se o erro \u00e9 refor\u00e7ado, a crian\u00e7a eventualmente usar\u00e1 horm\u00f4nios que a tornar\u00e3o est\u00e9ril, que prejudicam os ossos, causam danos ao desenvolvimento cerebral e aumentam o risco de um acidente vascular cerebral, diabetes e c\u00e2ncer\u201d.<\/p>\n<p>Em um recente estudo publicado no dia 20 de junho no \u2018The New Atlantis\u2019, que resume 50 estudos independentes e revisados, advertiram que o uso experimental de \u201cbloqueadores hormonais da puberdade\u201d para tratar \u201ca disforia de g\u00eanero\u201d (discord\u00e2ncia ou desconforto com o corpo ou com o sexo biol\u00f3gico) n\u00e3o tem suporte cient\u00edfico e poderia causar s\u00e9rios riscos para as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, afirma que este tratamento \u00e9 oferecido \u201csem as garantias habituais\u201d deste tipo de terapias experimentais, tais como \u201cexames cl\u00ednicos cuidadosamente controlados, assim como estudos de acompanhamento em longo prazo\u201d.<\/p>\n<p>Atualmente, nos Estados Unidos, algumas bibliotecas p\u00fablicas, como as de Nova York, Boston e San Francisco, promovem o transexualismo ao permitir \u201cnarra\u00e7\u00f5es de contos de drag queens\u201d para crian\u00e7as na idade de pr\u00e9-escola. Al\u00e9m disso, existem escritos desse tipo, tais como Conhecendo a Teddy ou Sou Jazz.<\/p>\n<p>Outro exemplo \u00e9 uma escola prim\u00e1ria judaica ortodoxa da Gr\u00e3-Bretanha, que foi amea\u00e7ada de ser fechada depois que os inspetores do governo determinaram que violava a lei por n\u00e3o ensinar acerca do transexualismo.<\/p>\n<p>Neste contexto, Dra. Cretella indicou que este tipo de pol\u00edticas p\u00fablicas s\u00e3o \u201cum experimento social em massa e descontrolado\u201d, apesar de saber que \u201cas crian\u00e7as pequenas, a grande maioria delas, at\u00e9 95% dos casos, se identificam com o seu sexo biol\u00f3gico, depois que passam pela puberdade\u201d.<\/p>\n<p>O que os pais devem levar em considera\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Neste contexto, a pediatra disse que os pais de fam\u00edlia que t\u00eam um filho que pensa que \u00e9 do sexo \u201cerrado\u201d, primeiramente devem tentar esclarecer a linguagem.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante que os pais e as crian\u00e7as compreendam que os nossos genes, nosso DNA, determinam o nosso sexo. Estamos falando de duas coisas aqui: do sexo biol\u00f3gico, que n\u00e3o pode ser mudado e do DNA; e a identidade de g\u00eanero, que \u00e9 sobre como nos sentimos e pensamos sobre o nosso sexo biol\u00f3gico\u201d, disse.<\/p>\n<p>A especialista reconheceu que \u201cnormalmente, quando as crian\u00e7as t\u00eam 3 anos, sabem a diferen\u00e7a entre um homem e uma mulher, um menino e uma menina. A maioria deles pode dizer corretamente: \u2018sou uma menina\u2019, \u2018sou um menino\u2019\u201d.<\/p>\n<p>\u201cTamb\u00e9m \u00e9 importante compreender que, apesar de as crian\u00e7as saberem de que sexo elas s\u00e3o nessa idade, n\u00e3o entendem que o sexo \u00e9 permanente. As crian\u00e7as normais podem acreditar realmente que se um homem se veste como uma mulher, ele \u00e9 uma mulher. A ideia da perman\u00eancia do sexo biol\u00f3gico n\u00e3o \u00e9 formada no desenvolvimento cognitivo da crian\u00e7a at\u00e9 os 7 anos\u201d, sublinhou.<\/p>\n<p>Em sua experi\u00eancia profissional, destacou que \u201cas intera\u00e7\u00f5es positivas com o pai do mesmo sexo s\u00e3o o que ajudam as crian\u00e7as a compreender o que significa para eles ser um menino ou uma menina\u201d.<\/p>\n<p>Sobre permitir que \u201cdrag queens\u201d leiam contos sobre transexualismo para crian\u00e7as, como ocorre nos Estados Unidos, a Dra. Cretella disse que isso \u201cas doutrina a pensar que seu sexo \u00e9 meramente externo\u201d e que \u201cchegariam a acreditar que seu sexo \u00e9 o que querem que seja, entretanto, \u00e9 perigoso do ponto de vista psicol\u00f3gico\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAntes de 2013, a maioria dos m\u00e9dicos e terapeutas trataram como um transtorno claro e estimou-se que menos de 1% das crian\u00e7as apresentaria confus\u00e3o ou desordem de identidade de g\u00eanero\u201d, explicou a especialista.<\/p>\n<p>Em seguida, informou que o Reino Unido teve um aumento de 930% no n\u00famero de crian\u00e7as encaminhadas a \u201ccl\u00ednicas de g\u00eanero\u201d nos \u00faltimas seis anos, incluindo algumas muito novas, como de 3 e 4 anos.<\/p>\n<p>\u201cHouve aumentos astron\u00f4micos em todo o mundo, incluindo nos EUA e no Canad\u00e1. E tem sentido, porque somos bombardeados pelas mentiras nas redes sociais, na televis\u00e3o, nos jornais e revistas e nas escolas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cPor exemplo, quando os ativistas dizem que a pessoa nasce dessa maneira, mas sabemos que se esse fosse o caso, n\u00e3o estar\u00edamos vendo um aumento t\u00e3o grande como quando h\u00e1 um ambiente que o promove. Este \u00e9 um fen\u00f4meno social\u201d, sentenciou a especialista.<\/p>\n<p>Finalmente, Dra. Cretella ressaltou que existe uma rela\u00e7\u00e3o entre as fam\u00edlias disfuncionais e a disforia de g\u00eanero, porque na \u201cliteratura psiqui\u00e1trica est\u00e1 bem documentado que muitas fam\u00edlias com crian\u00e7as confusas sobre seu sexo t\u00eam um familiar\u201d dessas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>\u201cOs exemplos incluem uma m\u00e3e autorit\u00e1ria, um pai distante, depress\u00e3o grave na m\u00e3e, problemas do controle da raiva no pai e div\u00f3rcio\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Acidigital<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>REDA\u00c7\u00c3O CENTRAL, 19 Jul. 17 \/ 08:00 am (ACI).- Dra. 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