{"id":33184,"date":"2017-07-18T10:21:42","date_gmt":"2017-07-18T13:21:42","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=33184"},"modified":"2017-07-19T08:57:40","modified_gmt":"2017-07-19T11:57:40","slug":"papa-superar-todas-as-formas-de-racismo-e-de-intolerancia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/papa-superar-todas-as-formas-de-racismo-e-de-intolerancia\/","title":{"rendered":"Papa: superar todas as formas de racismo e de intoler\u00e2ncia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Cidade do Vaticano (RV) \u2013 \u201c\u00c9 preciso superar todas as formas de racismo, de intoler\u00e2ncia e de instrumentaliza\u00e7\u00e3o da pessoa humana.\u201d Com um tu\u00edte, o Papa Francisco recorda a celebra\u00e7\u00e3o neste 18 de julho do Dia Internacional Nelson Mandela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/media02.radiovaticana.va\/audio\/audio2\/mp3\/00589584.mp3\">Clique aqui para ouvir:<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se estivesse vivo, hoje Madiba \u2013 como era conhecido \u2013 completaria 99 anos. Considerado uma das personalidades mais ilustres do s\u00e9culo XX, Mandela morreu em 5 de dezembro de 2013, aos 95 anos. Naquela ocasi\u00e3o, o Papa Francisco enalteceu o firme compromisso demonstrado por Mandela para \u201cpromover a dignidade humana de todos os cidad\u00e3os do pa\u00eds e forjar uma nova \u00c1frica do Sul constru\u00edda sobre os pilares da n\u00e3o-viol\u00eancia, da reconcilia\u00e7\u00e3o e da verdade.<\/p>\n<p>\u201cRezo para que o exemplo do ex-presidente inspire gera\u00e7\u00f5es de sul-africanos, para que coloquem a justi\u00e7a e o bem comum \u00e0 frente de suas aspira\u00e7\u00f5es pol\u00edticas\u201d, disse o Papa Francisco em telegrama.<\/p>\n<p>S. Jo\u00e3o Paulo II<\/p>\n<p>Ao longo de sua vida, Nelson Mandela encontrou um \u00fanico Pont\u00edfice: Jo\u00e3o Paulo II. A primeira vez foi em junho de 1990, pouco depois que deixou a pris\u00e3o, onde transcorreu 27 anos de sua vida.<\/p>\n<p>Em setembro de 1995, o Papa polon\u00eas visitou a \u00c1frica do Sul, sendo acolhido justamente por Nelson Mandela. Eis as palavras de Jo\u00e3o Paulo II na cerim\u00f4nia de boas-vindas, em 16 de setembro: hoje a minha viagem me traz \u00e0 \u00c1frica do Sul, \u00e0 nova \u00c1frica do Sul, uma na\u00e7\u00e3o que se colocou firmemente no caminho da reconcilia\u00e7\u00e3o e da harmonia entre todos os seus habitantes. No in\u00edcio da minha visita, desejo homenagear o Senhor, Presidente, que, depois de ter sido uma \u201ctestemunha\u201d silenciosa e part\u00edcipe do anseio do seu povo \u00e0 verdadeira liberta\u00e7\u00e3o, agora assumiu a responsabilidade de inspirar e de desafiar cada um a ter \u00eaxito na tarefa de reconcilia\u00e7\u00e3o e de reconstru\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p>Apartheid<\/p>\n<p>Mais uma men\u00e7\u00e3o a Mandela foi feita ao regressar desta viagem, no Angelus de 24 de setembro de 1995 no Vaticano: \u201cInfelizmente, mais uma vez pude tocar com as m\u00e3os os problemas deste Continente. A \u00c1frica carrega os sinais da sua longa hist\u00f3ria de humilha\u00e7\u00f5es. Muito se olhou para este Continente somente em nome de interesses ego\u00edstas. Hoje, a \u00c1frica pede para ser estimada e amada por aquilo que \u00e9. N\u00e3o pede compaix\u00e3o, pede solidariedade. Esta mensagem colhi em todos os lugares e, em especial, no encontro com Nelson Mandela, o homem que guiou a supera\u00e7\u00e3o do apartheid, interpretando o desejo do seu povo, e de toda a \u00c1frica, de renascer na pacifica\u00e7\u00e3o e na colabora\u00e7\u00e3o entre todos os seus filhos\u201d.<\/p>\n<p>Bento XVI<\/p>\n<p>Bento XVI falou de Mandela ao se dirigir ao novo embaixador da \u00c1frica do Sul junto \u00e0 Santa S\u00e9, em 29 de maio de 2009.<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m pode duvidar que muitos m\u00e9ritos pelos progressos realizados devem ser atribu\u00eddos \u00e0 extraordin\u00e1ria maturidade pol\u00edtica e \u00e0s qualidades humanas do ex-presidente Nelson Mandela. Ele foi promotor de perd\u00e3o e de reconcilia\u00e7\u00e3o e goza de grande respeito no seu pa\u00eds e junto \u00e0 comunidade internacional.\u201d<\/p>\n<p>Maior nome da pol\u00edtica sul-africana, Nobel da Paz, Nelson Mandela deixou um legado n\u00e3o s\u00f3 de conviv\u00eancia, mas tamb\u00e9m de luta e resist\u00eancia. Primeiro presidente negro eleito da \u00c1frica do Sul, entre 1994 e 1999, cumpriu um s\u00f3 mandato \u2013 feito raro na pol\u00edtica mundial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cidade do Vaticano (RV) \u2013 \u201c\u00c9 preciso superar todas as formas de racismo, de intoler\u00e2ncia e de instrumentaliza\u00e7\u00e3o da pessoa humana.\u201d Com um tu\u00edte, o Papa Francisco recorda a celebra\u00e7\u00e3o neste 18 de julho do Dia Internacional Nelson Mandela. 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