{"id":29946,"date":"2017-05-12T19:24:57","date_gmt":"2017-05-12T22:24:57","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2017\/05\/12\/o-encanto-das-avos-duas-vezes-maes\/"},"modified":"2017-06-08T11:55:51","modified_gmt":"2017-06-08T14:55:51","slug":"o-encanto-das-avos-duas-vezes-maes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-encanto-das-avos-duas-vezes-maes\/","title":{"rendered":"O encanto das av\u00f3s: duas vezes m\u00e3es"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/noticias2017\/28435lpr_364f3d376ed3eab.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Elas t\u00eam um amor desinteressado, fruto da experi\u00eancia de quem ama em dobro<\/p>\n<p>Sentar-se e ouvir com calma os casos e as hist\u00f3rias de tempos antigos, aprender a cozinhar por essas m\u00e3os de pele enrugada, a pregar um bot\u00e3o, ouvir m\u00fasicas de outra \u00e9poca ou ver fotos antigas de parentes que nunca conhecemos. Estas s\u00e3o atividades de que nunca vamos nos esquecer, pois elas nos aproximam da figura mais doce de nossa hist\u00f3ria: a av\u00f3.<\/p>\n<p>Ela sempre vai conquistando seu espa\u00e7o em nossos caminhos e, pouco a pouco, se transforma em \u00e2ncora de nossa vida: a av\u00f3 nos d\u00e1 o sentido de pertin\u00eancia (que tanto nos faz falta), nos ensina de onde viemos e como somos, nos ajuda a encontrar nossa identidade nesta fonte inesgot\u00e1vel de experi\u00eancia e de vida. Sempre com o carinho e o amor de quem nos ama em dobro, ou seja, como av\u00f3 e como m\u00e3e.<\/p>\n<p>As av\u00f3s t\u00eam um misto de ternura e disciplina que os pais raramente conseguem alcan\u00e7ar. Elas j\u00e1 criaram, erraram, ca\u00edram, levantaram. A experi\u00eancia e o tempo ensinaram-lhes a escolher as batalhas e a n\u00e3o abdicar do que \u00e9 verdadeiramente importante. Mas tamb\u00e9m ensinaram que a paci\u00eancia \u00e9 uma virtude importante na educa\u00e7\u00e3o, e que, com amor, tudo fica mais f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Devemos defender com unhas e dentes a necessidade de nossos filhos passarem um tempo com as av\u00f3s. S\u00e3o tempos para aprender muitas coisas, mas tamb\u00e9m para se doar ao outro, para ter paci\u00eancia com quem caminha mais lentamente ou que n\u00e3o vai no ritmo vertiginoso de nossos filhos. S\u00e3o momentos tamb\u00e9m de mimos e carinhos, de deix\u00e1-las desfrutar desse tempo com seus netos.<\/p>\n<p>Precisamos aproveitar de nossas av\u00f3s, de suas fontes de conhecimento, de suas experi\u00eancias e de sua sabedoria, que s\u00e3o um tesouro para as fam\u00edlias. Precisamos tamb\u00e9m saber absorver os conselhos delas, ouvir suas hist\u00f3rias, aprender as receitas e apreciar as pausas que elas nos obrigam a fazer.<\/p>\n<p>E tomara que nossos filhos tenham a sorte de conviver muito tempo com as av\u00f3s, para que sintam na pr\u00f3pria carne o amor desinteressado de quem ama em dobro. Porque s\u00f3 a av\u00f3 pode ser duas vezes m\u00e3e.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elas t\u00eam um amor desinteressado, fruto da experi\u00eancia de quem ama em dobro Sentar-se e ouvir com calma os casos e as hist\u00f3rias de tempos antigos, aprender a cozinhar por essas m\u00e3os de pele enrugada, a pregar um bot\u00e3o, ouvir m\u00fasicas de outra \u00e9poca ou ver fotos antigas de parentes que nunca conhecemos. 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