{"id":29018,"date":"2017-03-22T13:49:40","date_gmt":"2017-03-22T16:49:40","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2017\/03\/22\/por-que-jose-e-maria-nao-tiveram-relacoes-sexuais\/"},"modified":"2017-06-12T10:15:42","modified_gmt":"2017-06-12T13:15:42","slug":"por-que-jose-e-maria-nao-tiveram-relacoes-sexuais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/por-que-jose-e-maria-nao-tiveram-relacoes-sexuais\/","title":{"rendered":"Por que Jos\u00e9 e Maria n\u00e3o tiveram rela\u00e7\u00f5es sexuais?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/noticias2017\/josc3a9-maria-e-jesus.png\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Uma reflex\u00e3o magistral de dom Fulton Sheen (1895-1979) sobre a sublimidade da Sagrada Fam\u00edlia e o seu exemplo para os casais!<\/p>\n<p>Reproduzimos a seguir uma exorta\u00e7\u00e3o do arcebispo norte-americano dom Fulton Sheen (1895-1979) sobre o matrim\u00f4nio crist\u00e3o vivido a exemplo da Sagrada Fam\u00edlia de Nazar\u00e9. \u00c9 uma preciosidade!<\/p>\n<p>Quero falar-vos de um matrim\u00f4nio que formou uma fam\u00edlia: o de Maria e Jos\u00e9<\/p>\n<p>Para se explicar a singularidade destas n\u00fapcias, importa ter presente uma verdade: pode haver casamento sem haver uni\u00e3o f\u00edsica.<\/p>\n<p>Isto pode verificar-se por tr\u00eas raz\u00f5es: porque os sentidos, j\u00e1 saciados, se tornaram insens\u00edveis; porque os esposos, depois de se terem unido, fazem voto a Deus de renunciarem ao prazer para se dedicarem aos mais sublimes \u00eaxtases do esp\u00edrito; e, finalmente, porque os esposos, n\u00e3o obstante o casamento, fazem voto de virgindade, renunciando aos direitos rec\u00edprocos. E a virgindade torna-se o fulcro desta uni\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma coisa \u00e9 renunciar aos prazeres da vida conjugal pela saciedade experimentada; outra \u00e9 renunciar a eles antes de se terem experimentado, para formar apenas uma uni\u00e3o de cora\u00e7\u00f5es, como nas n\u00fapcias de Maria e Jos\u00e9.<\/p>\n<p>Eles se uniram como duas estrelas que nunca se conjugam, enquanto as suas luzes se cruzam na atmosfera.<\/p>\n<p>Foi um enlace semelhante ao que se d\u00e1 na primavera entre as flores que irradiam conjuntamente os seus perfumes; melodia formada pela fus\u00e3o de sons de instrumentos diferentes.<\/p>\n<p>Os esposos, renunciando aos seus direitos rec\u00edprocos, n\u00e3o destroem a ess\u00eancia do matrim\u00f4nio, pois, como diz Santo Agostinho: \u201cA base de um casamento de amor \u00e9 a uni\u00e3o dos cora\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Isto sugere uma pergunta: por que foi necess\u00e1rio o casamento, se Maria e Jos\u00e9 fizeram voto de virgindade?<\/p>\n<p>O casamento era necess\u00e1rio, n\u00e3o obstante o voto de virgindade, para preservar a Virgem de qualquer sombra, enquanto n\u00e3o chegasse o momento, para Ela, de revelar o mist\u00e9rio do nascimento de Jesus.<\/p>\n<p>Julgou-se, ent\u00e3o, que Nosso Senhor era filho de S\u00e3o Jos\u00e9. E, assim, o nascimento de Cristo n\u00e3o foi exposto ao sarcasmo do povo, nem foi motivo de esc\u00e2ndalo para os fracos na f\u00e9. Deste modo, a pureza de Maria p\u00f4de ter em Jos\u00e9 um testemunho e bem valioso.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, todo o privil\u00e9gio de gra\u00e7a deve ser correspondido. Maria e Jos\u00e9 haviam de vir a pag\u00e1-lo com a sua maior dor.<\/p>\n<p>O Anjo n\u00e3o lhe havia mandado revelar a obra do Esp\u00edrito Santo realizada nela, e Maria calou-se. Jos\u00e9, n\u00e3o sabendo como explicar o fen\u00f4meno, pensou em repudi\u00e1-la.<\/p>\n<p>Nossa Senhora revelou outrora a um santo: \u201cNunca experimentei ang\u00fastia mais intensa, depois da do G\u00f3lgota, do que a dos dias em que, com meu pesar, tive de desagradar a Jos\u00e9, que era um justo\u201d.<\/p>\n<p>Jos\u00e9, n\u00e3o podendo compreender o sucedido, sofria: sabia que Maria tinha feito, como ele, voto de virgindade, e, portanto, reputando-a acima de toda suspeita, n\u00e3o queria consider\u00e1-la culpada. Que havia ele de pensar?<\/p>\n<p>A surpresa de Jos\u00e9 era compar\u00e1vel \u00e0 de Maria, quando, no momento da Anuncia\u00e7\u00e3o, perguntou: \u201cComo pode isso acontecer, se eu n\u00e3o conhe\u00e7o homem?\u201d. Maria queria saber como podia ser virgem e m\u00e3e; Jos\u00e9 n\u00e3o sabia como podia ser virgem e pai.<\/p>\n<p>E o anjo explicou-lhe que s\u00f3 Deus tinha o poder de fazer isso; n\u00e3o a ci\u00eancia humana. S\u00f3 os que entendem as vozes dos anjos podem penetrar este mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Como Jos\u00e9 queria repudiar secretamente Maria, o anjo levantou-lhe o v\u00e9u do mist\u00e9rio: de fato, apenas tal pensamento se apresentou ao esp\u00edrito de Jos\u00e9, apareceu-lhe em sonho um anjo que lhe disse: \u201cJos\u00e9, filho de Davi, n\u00e3o receies ter contigo a tua esposa Maria, porque Aquele que dela h\u00e1 de nascer \u00e9 obra do Esp\u00edrito Santo. Ela dar\u00e1 \u00e0 luz um filho a quem dar\u00e1s o nome de Jesus. Ele libertar\u00e1 o seu povo dos pecados\u201d (Mateus 1, 20-21).<\/p>\n<p>E assim, conhecendo as raz\u00f5es do nascimento de Cristo, Jos\u00e9 p\u00f4de encontrar de novo a paz. A sua alma transbordou de felicidade ao saber que era o pai putativo do Salvador do mundo e o guardi\u00e3o da M\u00e3e daquele que n\u00e3o cabe nos c\u00e9us.<\/p>\n<p>Eis-nos, agora, na segunda pergunta relativa a Jos\u00e9: era ele velho ou novo?<\/p>\n<p>A maior parte das esculturas e dos quadros no-lo apresenta como um anci\u00e3o de longas barbas brancas. N\u00e3o h\u00e1, todavia, nenhum dado hist\u00f3rico preciso a nos indicar a sua idade. Se indagarmos as raz\u00f5es pelas quais, em arte, ele \u00e9 representado como um velho, descobrimos que esse aspecto lhe \u00e9 atribu\u00eddo em virtude de assim lhe caber melhor a fun\u00e7\u00e3o de guardi\u00e3o da virgindade de Maria.<\/p>\n<p>Mas a arte fez de Jos\u00e9 um marido casto e puro mais pela idade que pela virtude. \u00c9 como admitir que a melhor forma de representar um homem que nunca roubar\u00e1 \u00e9 imagin\u00e1-lo sem m\u00e3os.<\/p>\n<p>Esquece-se, acima de tudo, que, nos velhos, podem arder os mesmos maus desejos que nos jovens. Temos um exemplo em Suzana. Foram alguns velhos que a tentaram no jardim. Representando-se Jos\u00e9 como anci\u00e3o, atribui-se maior merecimento \u00e0 idade de um homem do que \u00e0 sua virtude.<\/p>\n<p>Considerar Jos\u00e9 como puro por ser velho seria o mesmo que querer exaltar uma torrente montanhosa privada de \u00e1gua. Antes parece l\u00f3gico pensar que Nosso Senhor preferiu para pai putativo um homem que sabia e queria sacrificar-se, e n\u00e3o um que fosse obrigado a isso. De resto, parece-nos poss\u00edvel que Deus quisesse unir uma donzela a um idoso? Se Ele n\u00e3o desdenhou, aos p\u00e9s da Cruz, confiar sua m\u00e3e ao jovem Jo\u00e3o, por que havia de a querer, na primavera da vida, ligada a um anci\u00e3o?<\/p>\n<p>O amor da mulher determina o do homem. A mulher \u00e9 a silenciosa educadora da virilidade do marido. Uma vez que Maria \u00e9 o s\u00edmbolo da virgindade e \u00e9 para todos a sublime inspiradora da pureza, por que n\u00e3o havia Ela de ter exercido essa maravilhosa fascina\u00e7\u00e3o sobre Jos\u00e9, o Justo?<\/p>\n<p>N\u00e3o diminuindo a pot\u00eancia do amor, mas sublimando-a, ela conquistou o seu jovem esposo. Quero, pois, admitir que Jos\u00e9 fosse jovem, forte, viril, atl\u00e9tico, formoso e casto; aquele tipo de homem que ainda hoje podeis ver num prado a apascentar um rebanho, ou a pilotar um avi\u00e3o, ou na oficina de um carpinteiro.<\/p>\n<p>Longe de ser incapaz de amar, ele estava em plena efervesc\u00eancia viril; n\u00e3o fruto seco, mas flor exuberante e promissora; n\u00e3o no ocaso da vida, mas no alvorecer, plet\u00f3rico de energia, de for\u00e7a e de paix\u00e3o!<\/p>\n<p>Como nos aparecem mais belos Maria e Jos\u00e9 quando, ao contemplarmos a sua vida, descobrimos neles o primeiro romance de amor!<\/p>\n<p>O cora\u00e7\u00e3o humano n\u00e3o se comove diante do amor de um velho por uma jovem, mas como n\u00e3o nos sentirmos profundamente impressionados com o amor de dois jovens cujo liame \u00e9 divino?<\/p>\n<p>Maria e Jos\u00e9 eram ambos jovens, formosos e cheios de possibilidades.<\/p>\n<p>Deus ama as cataratas impetuosas e as turbulentas cascatas, mas estou certo de que Ele as prefere, com a energia que delas emana, quando iluminam as cidades e, com suas \u00e1guas, mitigam a sede de uma crian\u00e7a. Em Maria e Jos\u00e9 encontramos dois jovens que se entregam inteiramente \u00e0 \u201cpaix\u00e3o sem paix\u00e3o\u201d e \u00e0 \u201cimpetuosa calma\u201d de Jesus.<\/p>\n<p>Maria e Jos\u00e9 levaram para as suas n\u00fapcias n\u00e3o s\u00f3 os seus votos de virgindade, mas tamb\u00e9m dois cora\u00e7\u00f5es cheios de um amor maior que qualquer amor jamais alimentado por cora\u00e7\u00f5es humanos. Nunca um par de noivos se amou tanto!<\/p>\n<p>Posso perguntar-vos, a v\u00f3s que sois casados: a que tendeis depois de vos terdes amado? Ao Infinito, a um eterno \u00eaxtase. Mas v\u00f3s n\u00e3o podeis experiment\u00e1-lo na sua plenitude, porque o Infinito a que a vossa alma aspira est\u00e1 aprisionado pelo corpo. Isto vos obstrui o caminho para Deus, ao qual aspirais. Mas, se hoje, o ato de amor n\u00e3o vos faz experimentar uma del\u00edcia infinita, amanh\u00e3 ser-vos-\u00e1 dado experiment\u00e1-la no c\u00e9u. J\u00e1 n\u00e3o ser\u00e1 ent\u00e3o necess\u00e1ria a uni\u00e3o dos corpos, porque tereis o amor infinito.<\/p>\n<p>Eis porque disse Deus que no c\u00e9u n\u00e3o haver\u00e1 matrim\u00f4nios. N\u00e3o ser\u00e1 necess\u00e1ria a apar\u00eancia, porque tereis a subst\u00e2ncia. Ireis v\u00f3s afadigar-vos para descobrirdes um raio de sol refletido num espelho se dele podeis gozar diretamente?<\/p>\n<p>Pois bem, a alegria de possuir no c\u00e9u um amor eterno, sem limites, para o qual aspira o vosso matrim\u00f4nio em Cristo, foi j\u00e1 experimentado por Maria e Jos\u00e9. V\u00f3s tendes necessidade da uni\u00e3o material porque n\u00e3o possu\u00eds a realidade de Deus. Maria e Jos\u00e9, possuindo Jesus, nada mais desejavam. V\u00f3s necessitais da comunh\u00e3o f\u00edsica para compreenderdes a uni\u00e3o de Cristo e da Igreja. Eles n\u00e3o, porque lhes fora confiada a Divindade.<\/p>\n<p>Como disse Le\u00e3o XIII em termos maravilhosos: \u201cO seu matrim\u00f4nio foi consumado em Jesus\u201d. V\u00f3s vos unis nos corpos; eles, em Jesus. Por que haviam eles de procurar as alegrias da carne quando, em seu amor, estava a Luz do Mundo?<\/p>\n<p>Em verdade, Ele \u00e9 Jesus, a del\u00edcia dos cora\u00e7\u00f5es. Estando Ele presente, nada mais conta.<br \/>Do mesmo modo que marido e mulher, inclinados sobre o ber\u00e7o do seu menino rec\u00e9m-nascido, se esquecem de si mesmos, assim Maria e Jos\u00e9 n\u00e3o tiveram outro pensamento sen\u00e3o Jesus.<\/p>\n<p>Amor mais profundo nunca houve nem haver\u00e1 jamais sobre a terra. N\u00e3o alcan\u00e7aram Deus atrav\u00e9s do seu amor rec\u00edproco, mas, tendo-se dirigido primeiramente a Ele, sentiram depois esse grande e puro amor um pelo outro.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 renunciou \u00e0 paternidade no sangue, mas encontrou-a no esp\u00edrito, pois tornou-se pai putativo de Jesus. Maria renunciou \u00e0 maternidade, e encontrou-a na sua pr\u00f3pria virgindade. Ela foi como o jardim fechado em que nada p\u00f4de entrar sen\u00e3o a Luz do Mundo, tal como a luz do dia penetra em uma sala sem lhe partir os vidros.<\/p>\n<p>Dedico esta transmiss\u00e3o a todos v\u00f3s os que sois casados crist\u00e3mente e a todos os que um dia h\u00e3o de ser admitidos ao grande mist\u00e9rio do amor.<\/p>\n<p>Sirva o exemplo de Maria e Jos\u00e9 para vos fazer compreender que o maior erro de um casal de noivos \u00e9 o de suporem que duas pessoas s\u00e3o suficientes para se desposarem: ele e ela. N\u00e3o! S\u00e3o necess\u00e1rias tr\u00eas: ele, ela e Deus! Jos\u00e9, Maria, Jesus.<\/p>\n<p>Poderei pedir-vos, marido, mulher e filhos, que rezeis em comum, em homenagem a este amor perfeito da Sagrada Fam\u00edlia, um ros\u00e1rio todas as noites? Todos os casais que eu tenho unido em matrim\u00f4nio vos podem dizer que foi sempre esta a minha recomenda\u00e7\u00e3o: rezarem todos em comum.<\/p>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia unida \u00e9 mais aceita a Deus do que aquela que se faz individualmente, porque a fam\u00edlia representa a unidade da sociedade. O cristianismo \u00e9 a \u00fanica religi\u00e3o que tem car\u00e1ter familiar, porque tem origem numa M\u00e3e e num Filho.<\/p>\n<p>Enquanto v\u00f3s rezardes todas as noites o santo ros\u00e1rio com a vossa fam\u00edlia, Nossa Senhora vos revelar\u00e1 o segredo do Amor e, talvez, vos segredeis entre v\u00f3s: \u201cAmo-te; n\u00e3o segundo a minha vontade, mas segundo a de Deus. Se, no amor, tu procurares a mim somente, n\u00e3o encontrar\u00e1s nada; mas, se atrav\u00e9s de mim, procurares Deus, encontrar\u00e1s tudo, porque, repito, \u00e9 necess\u00e1rio sermos tr\u00eas para nos amarmos: tu, eu e Deus!\u201d.<\/p>\n<p>No amor de Jesus!<\/p>\n<p>Dom Fulton J. Sheen<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma reflex\u00e3o magistral de dom Fulton Sheen (1895-1979) sobre a sublimidade da Sagrada Fam\u00edlia e o seu exemplo para os casais! Reproduzimos a seguir uma exorta\u00e7\u00e3o do arcebispo norte-americano dom Fulton Sheen (1895-1979) sobre o matrim\u00f4nio crist\u00e3o vivido a exemplo da Sagrada Fam\u00edlia de Nazar\u00e9. \u00c9 uma preciosidade! Quero falar-vos de um matrim\u00f4nio que formou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":29017,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-29018","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29018","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29018"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29018\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":31282,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29018\/revisions\/31282"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29017"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29018"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29018"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29018"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}