{"id":2892,"date":"2026-07-24T00:00:00","date_gmt":"2026-07-24T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/luisa-de-saboia-santa-cristina-sao-charbel\/"},"modified":"2026-05-15T15:58:53","modified_gmt":"2026-05-15T18:58:53","slug":"luisa-de-saboia-santa-cristina-sao-charbel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/luisa-de-saboia-santa-cristina-sao-charbel\/","title":{"rendered":"Bem-aventurada Luisa de Sab\u00f3ia \/ Santa Cristina  \/ S\u00e3o Charbel"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Luisa de Sab\u00f3ia<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Em 24 de julho, em Orbe, na Sab\u00f3ia, a beata Lu\u00edsa, vi\u00fava, da ordem segunda de S. Francisco (clarissa). Se ilustre era pela nobreza de linhagem, mais ilustre se tornou pela santidade de vida. Seu culto foi confirmado pelo sumo pont\u00edfice Greg\u00f3rio XVI ( do martirol\u00f3gio franciscano). Efetivamente Ludovica (ou Lu\u00edsa, em portugu\u00eas) nasceu em 28-12-1462, filha do duque Amadeu IX de Sab\u00f3ia e Iolanda de Fran\u00e7a. Em 1479 casou-se com Hugo de Ch\u00e2lon-Arlay, senhor de Ch\u00e2teau-Guyon.<\/p>\n<p>Toda a sua vida, desde a juventude, na corte e depois como esposa, foi sempre marcada por uma grande austeridade e uma profunda piedade. Mas em 1490, com 11anos de casada, ficou vi\u00fava. Passados dois anos, retirou-se para o mosteiro das clarrissas de Orbe (Vaud) doando \u00e0 Igreja do mosteiro todos os seus bens. No claustro atingiu rapidamente o v\u00e9rtice das virtudes crist\u00e3s, decorrendo a sua vida na pr\u00e1tica do exerc\u00edcio da ora\u00e7\u00e3o, do sil\u00eancio e da pobreza mais austera, conforme a regra de Santa Clara. A irm\u00e3 morte a alcan\u00e7ou no dia 24 de julho de 1503 nesse mosteiro.<\/p>\n<p>Recordamos esta beata porque a sua fam\u00edlia veio a reinar no Piemonte e Sardenhar e foi exatamente com a sua fam\u00edlia que se deu a unifica\u00e7\u00e3o da It\u00e1lia em 1870. Ali\u00e1s a fam\u00edlia da casa de Sab\u00f3ia sempre foi muito dedicada \u00e0 Igreja, e entre as mulheres sempre houve grandes santas, algumas a caminho dos altares.<\/p>\n<p>O famoso sud\u00e1rio de Turim tamb\u00e9m pertenceu \u00e0 casa de Sab\u00f3ia que governou a It\u00e1lia at\u00e9 o final da segunda guerra mundial, quando foi proclamada a rep\u00fablica. Ultimamente, o \u00faltimo rei da It\u00e1lia, ao morrer, deixou o sud\u00e1rio de Turim para a Santa S\u00e9. Como foi dito inicialmente canonizada, mas venerada desde a sua morte pelo povo.<\/p>\n<p>O culto foi confirmado pela Santa S\u00e9 depois de muitos s\u00e9culos e hoje ainda \u00e9 comemorada na familia franciscana nas dioceses do antigo reinado do Piemonte e em Lausanha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luisa de Sab\u00f3ia, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<strong>Santa Cristina<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" style=\"float: left;\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/santacristina.jpg\" border=\"0\" \/>A arqueologia n\u00e3o serve apenas para descobrir os dinossauros enterrados pelo mundo. Ela tamb\u00e9m pode confirmar a exist\u00eancia dos santos m\u00e1rtires que marcaram sua trajet\u00f3ria na Hist\u00f3ria pela f\u00e9 em Deus. Foi o que aconteceu com Santa Cristina, que teve sua tradi\u00e7\u00e3o comprovada somente no s\u00e9culo XIX, com as descobertas cient\u00edficas destes pesquisadores.<\/p>\n<p>Segundo os mosaicos descobertos na igreja de Santo Apolin\u00e1rio em Ravena, constru\u00edda no s\u00e9culo VI, Cristina era realmente uma das virgens crist\u00e3s m\u00e1rtires das antigas persegui\u00e7\u00f5es. E portanto j\u00e1 naquele s\u00e9culo, venerada como Santa, como se p\u00f4de observar pela descoberta de sua sepultura, que tamb\u00e9m possibilitou o aparecimento de um cemit\u00e9rio subterr\u00e2neo, que estava oculto ao lado.<\/p>\n<p>A Arte tamb\u00e9m compareceu para corroborar seu testemunho atrav\u00e9s dos tempos. O mart\u00edrio da jovem virgem Cristina foi representado pelas m\u00e3os de famosos pintores como Jo\u00e3o Della Robbias, Lucas Signorelli, Paulo Veronese e Lucas Cranach, entre outros. Al\u00e9m dos textos escritos em latim e grego que relatam seu supl\u00edcio e morte, que s\u00f3 discordam quanto a cidade de sua origem.<\/p>\n<p>Os registros gregos mostram como sua terra natal Tiro, na Fen\u00edcia, hoje conhecida como Tun\u00edsia, enquanto os latinos citam Bolsena, na Toscana, It\u00e1lia. Estes relatos do antigo povo crist\u00e3o contam que o pai de Cristina, Urbano, era pag\u00e3o e um oficial do Imp\u00e9rio, que ao saber da convers\u00e3o da filha, queria obrig\u00e1-la a renunciar ao Cristianismo. Por isso, decidiu trancar a filha numa torre na companhia das doze servas pag\u00e3s. Para mostrar que n\u00e3o abdicava da f\u00e9 em Cristo, Cristina despeda\u00e7ou as est\u00e1tuas dos deuses pag\u00e3os existentes na torre e jogou janela \u00e0 baixo, as j\u00f3ias que as adornavam, para que os pobres pudessem peg\u00e1-las. Quando tomou conhecimento do feito, Urbano mandou chicote\u00e1-la e prend\u00ea-la num c\u00e1rcere. Nem assim conseguiu a rendi\u00e7\u00e3o da filha e, por isso, a entregou aos ju\u00edzes.<\/p>\n<p>Cristina foi torturada terrivelmente e depois jogada numa cela, onde tr\u00eas anjos celestes limparam e curaram suas feridas. Como solu\u00e7\u00e3o final, o governante pag\u00e3o mandou que lhe amarrassem uma pedra ao pesco\u00e7o e a jogassem num lago. Novamente anjos intervieram: sustentaram a pedra que ficou boiando na superf\u00edcie da \u00e1gua e levaram a jovem at\u00e9 a margem do lago.<\/p>\n<p>As torturas continuaram, mesmo depois de seu pai ser castigado por Deus e morrer de forma terr\u00edvel. Cristina ainda foi novamente flagelada, depois amarrada a uma grade de ferro quente e colocada numa fornalha superaquecida, mordida por cobras venenosas e teve os seios cortados, antes de finalmente ser morta com duas lan\u00e7as transpassando seu corpo. Assim, o seu mart\u00edrio foi divulgado pelo podo crist\u00e3o desde 23 de julho de 287, data de sua morte. A festa de Santa Cristina foi confirmada e mantida pela Igreja neste dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Santa Cristina, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Charbel<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/saocharbel.jpg\" align=\"left\" border=\"0\" \/>O santo de hoje nasceu no norte do L\u00edbano, num povoado chamado Bulga-Kafra, no ano de 1828. Proveniente de uma fam\u00edlia crist\u00e3 e centrada nos valores do Evangelho, muito cedo precisou conviver com a perda de seu pai.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s discernir o seu chamado \u00e0 vida religiosa, com 20 anos ingressou num semin\u00e1rio liban\u00eas maronita. Durante o Noviciado, trocou seu nome de batismo (Jos\u00e9) por Charbel. Mostrou-se um homem fiel \u00e0s regras, obediente \u00e0 a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo e penitente.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s sua ordena\u00e7\u00e3o em 1859, enfrentou muitas dificuldades, dentre elas a persegui\u00e7\u00e3o ferrenha aos crist\u00e3os com o mart\u00edrio de muitos jovens religiosos e a destrui\u00e7\u00e3o de in\u00fameros mosteiros em sua \u00e9poca. Em meio a tudo isso, perseverou na f\u00e9, trazendo consigo as marcas de uma voca\u00e7\u00e3o ao sil\u00eancio, \u00e0 penit\u00eancia e \u00e0 uma vida como eremita.<\/p>\n<p>Aos 70 anos, vivendo num ermo dedicado a S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo, com sa\u00fade bastante fragilizada, discerniu que era chegada a hora de sua partida para a Gl\u00f3ria Celeste. Era V\u00e9spera de Natal. E no dia 24 de Dezembro, deitado sobre uma t\u00e1bua, agonizante, entregou sua vida \u00c0quele que concede o pr\u00eamio reservado aos que perseveram no caminho de santidade: a vida eterna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Charbel, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Luisa de Sab\u00f3ia &#8220;Em 24 de julho, em Orbe, na Sab\u00f3ia, a beata Lu\u00edsa, vi\u00fava, da ordem segunda de S. Francisco (clarissa). Se ilustre era pela nobreza de linhagem, mais ilustre se tornou pela santidade de vida. Seu culto foi confirmado pelo sumo pont\u00edfice Greg\u00f3rio XVI ( do martirol\u00f3gio franciscano). 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