{"id":22951,"date":"2023-10-06T00:00:37","date_gmt":"2023-10-06T03:00:37","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=22951"},"modified":"2023-01-02T17:22:34","modified_gmt":"2023-01-02T20:22:34","slug":"sao-bruno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/sao-bruno\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Bruno"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span class=\"style30\">E<\/span>ducado na Alemanha (nasceu em Col\u00f4nia, da nobre fam\u00edlia dos Hartefaust), atuou na Fran\u00e7a e na It\u00e1lia. Nomeado chanceler da diocese de Reims, denunciou o pr\u00f3prio bispo Manass\u00e9s por simonia. Teve de refugiar-se em Col\u00f4nia at\u00e9 o bispo ser deposto pelo Conc\u00edlio de Li\u00e3o.<\/p>\n<p>Bruno voltou para a Fran\u00e7a e permaneceu sob a dire\u00e7\u00e3o de s\u00e3o Roberto no ermo de Solesmes. Depois, com outros companheiros, procurou um lugar mais solit\u00e1rio para erigir seu mosteiro. Recebeu-o como doa\u00e7\u00e3o do santo bispo de Grenoble, Hugo: um inteiro vale solit\u00e1rio, chamado Cartuxa, nos Alpes do Delfinado.<\/p>\n<p>Em 1078 nasceu a primeira cartuxa, que mais tarde ser\u00e1 chamada a Grande Chartreuse, casa m\u00e3e dos cartuxos. Os monges alternavam a recita\u00e7\u00e3o do Of\u00edcio com os trabalhos manuais. Era o lugar ideal com que Bruno sempre havia sonhado. Mas nele ficou por pouco tempo.<\/p>\n<p>Um de seus disc\u00edpulos, tornado papa com o nome de Urbano II, chamou-o a Roma como conselheiro. Bruno levou consigo seus monges e adaptou como mosteiro as termas de Diocleciano, transformadas depois na grande bas\u00edlica de Miguel \u00c2ngelo de Santa Maria dos Anjos.<\/p>\n<p>Eram tempos de grande turbul\u00eancia em Roma, e o partido vitorioso do antipapa obrigou Urbano II a refugiar-se no Sul. Bruno mandou novamente seus monges a Grenoble e, no s\u00e9quito do papa, procurou na Cal\u00e1bria um lugar adequado para fundar uma segunda cartuxa.<\/p>\n<p>Encontrou-o na localidade que hoje leva seu nome, serra S\u00e3o Bruno, no cora\u00e7\u00e3o da Sila, \u201cuma plan\u00edcie vasta e risonha, cercada de pastagens verdejantes e bordada de flores\u201d, escreve Bruno a seus monges. \u201cEsta paz que o mundo ignora \u00e9 prop\u00edcia para a alegria do Esp\u00edrito Santo.\u201d<br \/>\nO duque das Ap\u00falias e conde da Cal\u00e1bria, que lhe havia feito a doa\u00e7\u00e3o do terreno, teve em troca a amizade e a preciosa guia do santo eremita.<\/p>\n<p>Este, sentindo-se pr\u00f3ximo da morte, reuniu em torno de si os monges e ditou sua profiss\u00e3o de f\u00e9 no mist\u00e9rio trinit\u00e1rio e eucar\u00edstico. Morreu a 6 de outubro, dia em que \u00e9 comemorado. Seu corpo, encontrado in-corrupto em 1513, foi sepultado na atual cartuxa de serra S\u00e3o Bruno, prov\u00edncia de Catanzaro. O santo \u00e9 desde sempre invocado contra as possess\u00f5es diab\u00f3licas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Bruno, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Educado na Alemanha (nasceu em Col\u00f4nia, da nobre fam\u00edlia dos Hartefaust), atuou na Fran\u00e7a e na It\u00e1lia. Nomeado chanceler da diocese de Reims, denunciou o pr\u00f3prio bispo Manass\u00e9s por simonia. Teve de refugiar-se em Col\u00f4nia at\u00e9 o bispo ser deposto pelo Conc\u00edlio de Li\u00e3o. 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