{"id":22404,"date":"2026-05-19T00:00:18","date_gmt":"2026-05-19T03:00:18","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=22404"},"modified":"2026-05-15T15:36:36","modified_gmt":"2026-05-15T18:36:36","slug":"sao-pedro-celestino-santo-ivo-helory-de-kermartin-sao-crispim-de-viterbo-agostinho-novello","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/sao-pedro-celestino-santo-ivo-helory-de-kermartin-sao-crispim-de-viterbo-agostinho-novello\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Pedro Celestino \/ Santo Ivo H\u00e9lory de Kermartin \/  S\u00e3o Crispim de Viterbo \/ Agostinho Novello"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">Pedro nasceu em 1215, na prov\u00edncia de Isernia, It\u00e1lia, de pais camponeses com muitos filhos. Segundo os escritos, decidiu que seria religioso aos seis anos de idade, quando revelou esse desejo \u00e0 m\u00e3e. Cresceu estudando com os beneditinos de Faifoli. Assim que terminou os estudos, retirou-se para um local ermo, onde viveu por alguns anos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Depois foi para Roma, recebendo o sacerd\u00f3cio em 1239. Entrou para a Ordem beneditina e, com licen\u00e7a do abade, voltou para a vida de eremita. Assumiu, ent\u00e3o, o nome de Pedro de Morrone, pois foi viver no sop\u00e9 do morro do mesmo nome, onde levantou uma cela, vivendo de penit\u00eancias e ora\u00e7\u00f5es contemplativas.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Em 1251, fundou, com a colabora\u00e7\u00e3o de dois companheiros, um convento. Rapidamente, sob a dire\u00e7\u00e3o de Pedro, o convento abrigava cada vez mais seguidores. Assim, ele fundou uma nova Ordem, mais tarde chamada &#8220;dos Celestinos&#8221;, conseguindo, pessoalmente, a aprova\u00e7\u00e3o do papa Le\u00e3o IX, em 1273.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Em 1292, morreu o papa Nicolau V e, ap\u00f3s um conclave que durou dois anos, ainda n\u00e3o se tinha chegado a um consenso para sua sucess\u00e3o. Nessa ocasi\u00e3o, receberam uma carta contendo uma dura reprova\u00e7\u00e3o por esse comportamento, pois a Igreja precisava logo de um chefe. A carta era de Pedro de Morrone e os cardeais decidiram que ele seria o novo papa, sendo eleito em 1294 com o nome de Celestino V. Entretanto, a sua escolha foi pol\u00edtica e por press\u00e3o de Carlos II, rei de N\u00e1poles. Com temperamento para a vida contemplativa e n\u00e3o para a de governan\u00e7a, o erro de estrat\u00e9gia logo foi percebido pelos cardeais.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Pedro Celestino exerceu o papado durante um per\u00edodo cheio de intrigas, crises e momentos dif\u00edceis. Reconhecendo-se deslocado, renunciou em favor do papa Bonif\u00e1cio VIII, seu sucessor. Isso gerou nova crise, com o poder civil amea\u00e7ando n\u00e3o reconhecer nem a ren\u00fancia, nem o novo sumo pont\u00edfice. Para n\u00e3o gerar um cisma na Igreja, Pedro Celestino aceitou, humildemente, ficar prisioneiro no castelo Fumone. Ali permaneceu at\u00e9 sua morte.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Dez meses depois de seu confinamento, Pedro Celestino teve uma vis\u00e3o e ficou sabendo o dia de sua morte. Assim, recebeu os santos sacramentos e aguardou por ela, que chegou exatamente no dia e momento previstos: 19 de maio de 1296. Logo, talvez pelo desejo de uma repara\u00e7\u00e3o, a Igreja declarou santo o papa Pedro Celestino, j\u00e1 em 1313.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A Ordem dos Celestinos continuou se espalhando e crescendo, chegando a atingir, al\u00e9m da It\u00e1lia, a Fran\u00e7a, a Alemanha e a Holanda. Mas, depois da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, sobraram poucos conventos da Ordem na Europa.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Pedro Celestino, rogai por n\u00f3s!<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Santo Ivo H\u00e9lory de Kermartin<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-PpCFoxLyOaE\/TdSmbK1lq6I\/AAAAAAAAALs\/GW9fg9T5ipQ\/s1600\/IVOHLO%257E1.GIF\" \/>Ivo, ou melhor, Yves H\u00e9lory de Kermartin, filho de um nobre, nasceu em 17 de outubro de 1253, no castelo da fam\u00edlia, na Baixa Bretanha, Fran\u00e7a. Educado e orientado por sua m\u00e3e, muito religiosa, at\u00e9 a idade de catorze anos, recebeu uma s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o religiosa e cultural. Nessa ocasi\u00e3o, decidiu continuar os estudos em Paris, acompanhado de seu professor, Jo\u00e3o de Kernhoz.<\/div>\n<div>Os pr\u00f3ximos doze anos foram dedicados aos estudos de teologia e filosofia na escola de s\u00e3o Boaventura e de direito civil e can\u00f4nico, cursados na cidade de Orleans, junto ao famoso jurista Peter de la Chapelle. Era muito respeitado no meio acad\u00eamico, por sua aplica\u00e7\u00e3o nos estudos e devido \u00e0 sua vida de piedade muito intensa. Dessa forma, atender o chamado do Senhor pelo sacerd\u00f3cio seria apenas uma quest\u00e3o de tempo para Ivo.<\/div>\n<div>Atuou como destacado advogado, tanto na corte civil quanto na corte eclesi\u00e1stica. Aos vinte e sete anos, passou a trabalhar para o diaconato da diocese de Rennes, onde foi nomeado juiz eclesi\u00e1stico. Pouco tempo depois, o bispo o convocou para trabalhar junto dele na mesma fun\u00e7\u00e3o, mas antes o consagrou sacerdote.<\/div>\n<div>Ivo, aos poucos, se despojou de tudo para se conformar de maneira radical a Jesus Cristo, exortando os seus contempor\u00e2neos a fazerem o mesmo, por meio de uma exist\u00eancia di\u00e1ria feita de santidade, no caminho da verdade, da justi\u00e7a, do respeito pelo direito e da solidariedade para com os mais pobres.<\/div>\n<div>Seus conhecimentos legais estavam sempre \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos seus paroquianos, defendendo a todos, ricos e pobres, com igual lisura. Foi o primeiro a instituir, na diocese, a justi\u00e7a gratuita para os que n\u00e3o podiam pag\u00e1-la. A fama de juiz austero, que n\u00e3o se deixava corromper, correu rapidamente e Ivo se tornou o melhor mediador da Fran\u00e7a, sempre tentando os acordos fora das cortes para diminuir os custos legais para ambas as partes.<\/div>\n<div>Essa sua dedica\u00e7\u00e3o na defesa dos fracos, inocentes, vi\u00favas e pobres lhe conferiu o t\u00edtulo de &#8220;advogado dos pobres&#8221;. Muitos foram os casos julgados por ele, registrados na jurisprud\u00eancia, que mostraram bem seu modo de agir. Ficou constatado que, quando lhe eram denunciados roubos de carneiros, bois e cavalos, com a desculpa de impostos n\u00e3o pagos, Ivo ia pessoalmente aos castelos recuperar os animais. Famosa tamb\u00e9m era sua caridade.<\/div>\n<div>Contam os devotos que ele tirava a roupa do corpo, mesmo no inverno, e ia distribuindo aos pobres e mendigos, indo para sua casa muitas vezes s\u00f3 com a camisa. Diz a tradi\u00e7\u00e3o que, certa vez, deu sua cama a um mendigo que dormia na porta de uma casa e foi dormir onde dormia o mendigo.<\/div>\n<div>Por tudo isso, sua sa\u00fade ficou comprometida. Em 1298, a doen\u00e7a se agravou e ele se retirou no seu castelo, o qual transformara num asilo para os mendigos e pobres ali tratados com conforto, respeito e fervor. Morreu em 19 de maio de 1303, aos cinq\u00fcenta anos de idade. O papa Clemente VI declarou-o santo 1347. Ele \u00e9 o padroeiro da Bretanha, dos advogados, dos ju\u00edzes e dos escriv\u00e3es.<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Santo Ivo H\u00e9lory de Kermartin, rogai por n\u00f3s!<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00e3o Crispim de Viterbo<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-BF4bxLQCt58\/TdSmowAhyhI\/AAAAAAAAALw\/ADAjgORX0ys\/s1600\/CrispimdeViterbo.gif\" \/>Pedro nasceu em Viterbo, em 13 de novembro de 1668, na It\u00e1lia. Era filho de Ubaldo Fioretti e M\u00e1rcia, que, vi\u00fava, j\u00e1 tinha uma filha. Por\u00e9m Ubaldo tamb\u00e9m faleceu logo depois, deixando Pedro \u00f3rf\u00e3o ainda muito pequeno. Assim, M\u00e1rcia, novamente vi\u00fava, casou-se com o irm\u00e3o de Ubaldo, o sapateiro Francisco, do qual as crian\u00e7as eram muito afei\u00e7oadas. Francisco, assumindo o lugar paterno, encaminhou o menino para estudar na escola dos padres jesu\u00edtas e o fez seu aprendiz na sapataria.<\/div>\n<div>Entretanto, Pedro demonstrava uma voca\u00e7\u00e3o religiosa muito forte, sendo fervoroso devoto de Jesus Cristo e de Maria. Em 1693, vestiu o h\u00e1bito dos capuchinhos, tomando o nome de frei Crispim de Viterbo, em homenagem ao santo padroeiro dos sapateiros.<\/div>\n<div>At\u00e9 1710, serviu em v\u00e1rios mosteiros de Tolfa, Roma e Albano, quando foi, definitivamente, para Orvietto. Vers\u00e1til, exerceu v\u00e1rias fun\u00e7\u00f5es, como cozinheiro, enfermeiro, encarregado da horta e, al\u00e9m disso, passou a esmolar de porta em porta. Foram quarenta anos de vida de humildade, penit\u00eancia e alegria, contagiando a todos que tiveram a felicidade de sua conviv\u00eancia e conselho.<\/div>\n<div>Era um homem amante da pobreza, contemplativo, gentil e caridoso, sabia encontrar as palavras e atitudes justas quando era preciso advertir quem quer que fosse, agindo como um s\u00e1bio e mestre. Suas aten\u00e7\u00f5es eram para os pequeninos, pecadores, pobres, encarcerados, doentes, velhos e crian\u00e7as abandonadas.<\/div>\n<div>Sua longa vida foi conduzida para o caminho do otimismo, alegria e amor a Deus e a Nossa Senhora, louvados e cantados de dia e de noite, em todas as circunst\u00e2ncias, sempre. Era todo repleto do Esp\u00edrito Santo. S\u00e3o t\u00e3o vastos seus ditos, poemas e ora\u00e7\u00f5es que se perpetuaram entre os devotos, como este que ensinava aos jovens: &#8220;Filhinhos, trabalhai quando ainda s\u00e3o jovens, e sofrei com boa vontade, porque, quando algu\u00e9m \u00e9 velho, n\u00e3o lhe resta sen\u00e3o a boa vontade&#8221;. E ainda o que exortava a todos : &#8220;Amai a Deus e n\u00e3o fracassareis, fazei por bem e deixai que falem&#8221;.<\/div>\n<div>Aos oitenta e dois anos de idade, muito doente, sofrendo de artrite nas m\u00e3os e p\u00e9s, al\u00e9m de um grave mal que lhe atingiu o est\u00f4mago, foi enviado para Roma, onde morreu em 19 de maio de 1750, pedindo perd\u00e3o aos irm\u00e3os caso os tivesse ofendido. Uma de suas frases resume bem o seu carisma de vida: &#8220;Quem ama a Deus com pureza de cora\u00e7\u00e3o, vive feliz e, depois, contente morre!&#8221;<\/div>\n<div>Os milagres por sua intercess\u00e3o foram muitos e a devo\u00e7\u00e3o popular se propagou por todo o mundo cat\u00f3lico, onde as fam\u00edlias franciscanas est\u00e3o instaladas. Foi beatificado em 1806, pelo papa Pio VII, que marcou sua festa para o dia de sua morte. Depois, em 1982, s\u00e3o Crispim de Viterbo foi canonizado pelo papa Jo\u00e3o Paulo II, tornando-se o primeiro santo que esse papa al\u00e7ou \u00e0 venera\u00e7\u00e3o dos altares da Igreja.<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Crispim de Viterbo, rogai por n\u00f3s!<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Agostinho Novello (Bem-Aventurado)<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-UCj90QIgGFs\/TdSmyRDd5NI\/AAAAAAAAAL0\/5FhE4uc5oMQ\/s1600\/AgostinhoNovello.gif\" \/>Mateus nasceu na cidade de Termini Imerese, antiga Terano, na Sic\u00edlia, It\u00e1lia, pelo ano 1240. Era filho de um alto funcion\u00e1rio daquela corte, e foi enviado pelos pais \u00e0 Universidade de Bolonha para estudar direito civil e eclesi\u00e1stico. Um dos seus companheiros de estudos foi o futuro rei Manfredi, do reino da Sic\u00edlia, o qual, ao assumir o trono pela morte de seu pai, mandou chamar o amigo para ser seu chanceler. Nessa corte, Mateus se distinguiu pela not\u00e1vel cultura e humildade.<\/div>\n<div>Em 1266, o rei Manfredi morreu num combate, e Mateus teve de fugir, mesmo ferido como estava. Sentindo o chamado de Deus, decidiu mudar de vida, mas ocultando sua origem e cultura. Foi procurar acolhida no convento dos agostinianos de Siena, no qual vestiu o h\u00e1bito como um simples irm\u00e3o leigo, tomando o nome de Agostinho.<\/div>\n<div>Frei Agostinho viveu algum tempo muito feliz no convento como um pobre analfabeto e um frade sem grande intelig\u00eancia. Mas sua identidade foi descoberta quando houve necessidade de defender os direitos do convento numa demanda jur\u00eddica. O fato chegou ao conhecimento do geral da Ordem, ent\u00e3o Clemente de Osimo, que pediu sua transfer\u00eancia para a c\u00faria da Ordem em Roma.<\/div>\n<div>Ali ordenou-se sacerdote, e logo em seguida ganhou o apelido de Novello, porque, a exemplo do grande santo Agostinho na sua \u00e9poca, ele se distinguia pela apurada e precisa compreens\u00e3o da doutrina crist\u00e3. Pouco depois foi nomeado pelo papa Nicolau IV para o cargo de penitente apost\u00f3lico e seu confessor particular. Cargo e fun\u00e7\u00e3o que exerceu junto aos pont\u00edfices que se seguiram: Celestino V e Bonif\u00e1cio VIII.<\/div>\n<div>Nesse meio tempo, auxiliou a C\u00faria Romana na elabora\u00e7\u00e3o das constitui\u00e7\u00f5es de 1290. Eleito geral da Ordem em 1298, permaneceu no cargo dois anos, quando pediu sua ren\u00fancia. Esse not\u00e1vel superior dos agostinianos se retirou para o Ermo de S\u00e3o Leonardo, em Siena, continuando sua vida totalmente dedicada a servi\u00e7o de Deus.<\/div>\n<div>No Ermo, Agostinho Novello auxiliou na funda\u00e7\u00e3o da Ordem dos Cl\u00e9rigos Hospitaleiros, destinados ao servi\u00e7o dos doentes terminais. Morreu com fama de santidade no dia 19 de maio de 1309, no Ermo de S\u00e3o Leonardo, onde foi sepultado.<\/div>\n<div>A fama de sua intercess\u00e3o em muitos milagres deu in\u00edcio ao seu culto no dia de sua morte. De tal modo que suas rel\u00edquias foram transferidas para a igreja de Santo Agostinho, na cidade de Siena. Em 1759, o papa Clemente XIII o beatificou e manteve o dia do culto ao beato Agostinho Novello.<\/div>\n<div>Em 1977, as suas rel\u00edquias foram trasladadas para a igreja constru\u00edda e dedicada a ele, pelos habitantes de Termini Imerese, sua cidade natal. Beato Agostinho Neovello tamb\u00e9m foi escolhido por eles para ser o seu padroeiro celestial.<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Agostinho Novello, rogai por n\u00f3s!<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pedro nasceu em 1215, na prov\u00edncia de Isernia, It\u00e1lia, de pais camponeses com muitos filhos. Segundo os escritos, decidiu que seria religioso aos seis anos de idade, quando revelou esse desejo \u00e0 m\u00e3e. Cresceu estudando com os beneditinos de Faifoli. Assim que terminou os estudos, retirou-se para um local ermo, onde viveu por alguns anos. 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