{"id":1941,"date":"2012-07-18T18:13:21","date_gmt":"2012-07-18T21:13:21","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/os-evangelhos-sao-historicamente-fidedignos\/"},"modified":"2017-03-21T13:38:33","modified_gmt":"2017-03-21T16:38:33","slug":"os-evangelhos-sao-historicamente-fidedignos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/os-evangelhos-sao-historicamente-fidedignos\/","title":{"rendered":"Os Evangelhos s\u00e3o historicamente fidedignos?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/historiacidadedosevangelhos.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Sim, e isso \u00e9 muito importante!<br \/>As religi\u00f5es normalmente se baseiam em mitos imemoriais ou nas palavras de um homem inspirado: pouco importam as circunst\u00e2ncias nas quais estas palavras foram pronunciadas.<\/strong><\/p>\n<p>Muitas doutrinas religiosas e ritos se perdem na noite dos tempos. E isso \u00e9 assim com religi\u00f5es \u0093tradicionais\u0094 e mitologias, como as mitologias eg\u00edpcia, babil\u00f4nica e grega, enfrentadas pelos israelitas constantemente.<\/p>\n<p>Nas religi\u00f5es ou sabedorias orientais, bem como no Isl\u00e3, homens inspirados deram mensagens sobre o divino, sobre o mundo, sobre a humanidade. Estes \u0093profetas\u0094 falaram em um determinado momento da hist\u00f3ria, mas estas circunst\u00e2ncias n\u00e3o t\u00eam import\u00e2ncia com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 verdade do seu discurso. Saber se determinado trecho do Alcor\u00e3o foi escrito em Medina ou na Meca tem uma import\u00e2ncia totalmente secund\u00e1ria para um mu\u00e7ulmano.<br \/><strong><br \/>Para judeus e crist\u00e3os, a f\u00e9 se baseia em fatos: Deus se manifestou por meio de atos e, em Jesus Cristo, fez-se pessoalmente presente na hist\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p>O texto mais sagrado para Israel, o Dec\u00e1logo (\u0093Os 10 mandamentos\u0094) come\u00e7a com estas palavras: \u0093Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirou do pa\u00eds do Egito, da casa da servid\u00e3o\u0094. Deus se revela ao seu povo ao longo de uma hist\u00f3ria, com suas fases felizes e suas fases de desgra\u00e7a.<\/p>\n<p>Trata as rela\u00e7\u00f5es entre Deus e o seu povo como as de uma fam\u00edlia, com seus dias bons e ruins, com longos per\u00edodos e crises. Israel vive na esperan\u00e7a: um dia, o Messias vir\u00e1 e instaurar\u00e1 definitivamente o direito e a justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Para os crist\u00e3os, Deus veio pessoalmente \u00e0 nossa hist\u00f3ria. Jesus, nascido sob Herodes o Grande e crucificado sob P\u00f4ncio Pilatos, n\u00e3o veio somente para pronunciar as palavras definitivas sobre Deus. Ele \u00e9 o pr\u00f3prio Deus que \u0093rasga os c\u00e9us\u0094, como disse o profeta Isa\u00edas. Ele reuniu o c\u00e9u e a terra em sua pessoa. Ele triunfou sobre o mal, aceitando sofrer por amor. Sua vit\u00f3ria come\u00e7a a manifestar-se pela sua ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Conclus\u00e3o: para a pessoa que se pergunta sobre o cristianismo, n\u00e3o se trata de saber se os Evangelhos s\u00e3o um mito bonito, mas de saber se existem raz\u00f5es para acreditar que isso aconteceu mesmo.<br \/><strong><br \/>A Sagrada Escritura descreve esta hist\u00f3ria e d\u00e1 sentido a ela.<\/strong> <br \/>Os crist\u00e3os, ao contr\u00e1rio dos judeus, n\u00e3o s\u00e3o uma religi\u00e3o do Livro. Como muitas outras religi\u00f5es, veneramos nossas Escrituras e acreditamos que s\u00e3o inspiradas por Deus. Mas est\u00e3o em segundo lugar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s iniciativas divinas.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria sagrada come\u00e7a quando Deus chama aquele a quem dar\u00e1 o nome de Abra\u00e3o: n\u00e3o havia escriv\u00e3o para redigir o processo verbal da entrevista, nem jornalista para publicar uma reportagem. Mas a mem\u00f3ria foi conservada. E transmitida de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o. Um dia, consideraram oportuno registrar tudo isso em um texto, uma escritura.<\/p>\n<p>O Esp\u00edrito de Deus est\u00e1 presente neste processo de transmiss\u00e3o, de escritura e, por conseguinte, de releitura, j\u00e1 que os acontecimentos do passado falam sempre de maneira nova em uma hist\u00f3ria que n\u00e3o terminou. Assim, os profetas, na \u00e9poca do Ex\u00edlio na Babil\u00f4nia (s\u00e9culo VI antes de Cristo) recordar\u00e3o o \u00caxodo, a liberta\u00e7\u00e3o do Egito, seis s\u00e9culos antes.<\/p>\n<p>A Sagrada Escritura n\u00e3o \u00e9 somente uma rela\u00e7\u00e3o de fatos. D\u00e1 o sentido deles. \u00c9 uma medita\u00e7\u00e3o, uma ora\u00e7\u00e3o, uma aplica\u00e7\u00e3o em termos de comportamentos coletivos, de moral. Mas a base s\u00e3o os fatos.<\/p>\n<p>No Novo Testamento acontece a mesma coisa. Os Evangelhos ocupam o primeiro lugar porque d\u00e3o testemunho dos acontecimentos vividos por Jesus e pelos seus disc\u00edpulos. Pelas suas palavras, Jesus oferece o sentido destes acontecimentos e os demais escritos do Novo Testamento (Atos dos Ap\u00f3stolos, cartas, Apocalipse) iluminar\u00e3o tudo aquilo de que s\u00e3o portadores. Mas a base \u00e9 o que o \u0093Senhor Jesus viveu no meio de n\u00f3s, a come\u00e7ar pelo batismo de Jo\u00e3o at\u00e9 o dia em que foi elevado do meio de n\u00f3s\u0094 (Atos 1, 21-22).<br \/><strong><br \/>O material hist\u00f3rico dos Evangelhos \u00e9 s\u00f3lido. Testemunha disso \u00e9 um conhecimento, sem d\u00favida o melhor, da Terra Santa no s\u00e9culo I e dos seus costumes.<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 mais de dois mil anos, os quatro livros chamados de \u0093Evangelhos\u0094 s\u00e3o estudados, mais do que qualquer outo texto da literatura mundial. Nenhum dos personagens da Antiguidade se beneficia de quatro testemunhas diferentes. Quatro vers\u00f5es, que a Igreja sempre conservou, diferentes uma da outra. Tr\u00eas dos Evangelhos se parecem mais, por\u00e9m com caracter\u00edsticas pr\u00f3prias de cada um. O quarto Evangelho, de S\u00e3o Jo\u00e3o, contrasta com os outros tr\u00eas, mas \u00e9 incompreens\u00edvel sem eles. \u00c9 complementar a eles. \u00c9 preciso encontrar uma resposta \u00e0 pergunta: de ondem v\u00eam estes testemunhos, escritos sem d\u00favida por judeus, mas t\u00e3o chocantes para os judeus? N\u00e3o pode ser uma esp\u00e9cie de farsa liter\u00e1ria, uma pura fic\u00e7\u00e3o montada por algumas almas acaloradas, em mal de esc\u00e2ndalo.<\/p>\n<p>Em torno deles, existem comunidades, com seus respons\u00e1veis, que n\u00e3o deixar\u00e3o de dizer o que quer que fosse. Existem pessoas que rejeitam a f\u00e9 e que gostariam de desmascarar uma poss\u00edvel fraude.<\/p>\n<p>Durante s\u00e9culos, a tend\u00eancia que se autodenominava \u0093cient\u00edfica\u0094 questionava cada vez mais a historicidade dos Evangelhos. Alguns chegavam a negar a exist\u00eancia de Jesus e este refr\u00e3o se repetia \u00e0s vezes nos debates. N\u00e3o se poderia dizer nada de Jesus antes da P\u00e1scoa. Tudo teria sido reinventado depois da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>\u00c0 pergunta \u0093de onde v\u00eam os Evangelhos?\u0094, responde-se com um enigma, um absurdo: os judeus, pretendendo permanecer fi\u00e9is \u00e0 religi\u00e3o dos seus pais, teriam inventado uma f\u00e1bula que, nos pontos essenciais, mostra-se contradit\u00f3ria com a f\u00e9 judaica ortodoxa. Ao contr\u00e1rio, estes farsantes ou sonhadores, fazendo apologia do seu Mestre, Jesus, como Filho de Deus, n\u00e3o teriam hesitado em mostr\u00e1-lo recebendo o batismo de penit\u00eancia administrado por Jo\u00e3o, ignorando a data do \u00faltimo dia e ansioso na hora da sua morte.<\/p>\n<p>Finalmente, a solu\u00e7\u00e3o mais racional \u00e9 concluir que originalmente h\u00e1 muitos fatos que os Evangelhos mostraram. No momento em que ocorreram, eles n\u00e3o entenderam muita coisa. Mas tais fatos permaneceram gravados em sua mem\u00f3ria e, \u00e0 luz da P\u00e1scoa, encontraram o seu esclarecimento.<\/p>\n<p>Por outro lado, o marco cultural, religioso e social no qual se inscrevem os Evangelhos \u00e9 cada vez mais coerente com o que vamos conhecendo do juda\u00edsmo e da Terra Santa sobre o que aconteceu no ano 1 da era crist\u00e3.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o aos principais lugares do Evangelho, s\u00e3o mais conhecidos que h\u00e1 um s\u00e9culo: Nazar\u00e9, Bel\u00e9m, Cafarnaum, Jerusal\u00e9m e, sobretudo, o Santo Sepulcro.<\/p>\n<p><strong>Entre os acontecimentos e a \u00faltima reda\u00e7\u00e3o dos Evangelhos, \u00e9 poss\u00edvel reconstruir as etapas intermedi\u00e1rias. As literaturas judaica e pag\u00e3 n\u00e3o s\u00e3o totalmente silenciosas.<\/strong><\/p>\n<p>A maioria dos especialistas concorda em datar a Paix\u00e3o de Cristo no ano 33; Jesus teria provavelmente cerca de 40 anos: os judeus no Evangelho, dizem que \u0093tinha menos de 50 anos\u0094. Para o ano do nascimento de Jesus, n\u00e3o s\u00e3o os Evangelhos que est\u00e3o equivocados, mas os astr\u00f4nomos, quando estabeleceram o nosso calend\u00e1rio atual. Os primeiros escritos crist\u00e3os, a primeira carta de S\u00e3o Paulo aos Tessalonicenses, data de menos de vinte anos mais tarde: n\u00e3o \u00e9 uma dura\u00e7\u00e3o que permite criar uma lenda, e na Antiguidade ainda menos que hoje.<\/p>\n<p>Durante este tempo, o Evangelho \u00e9 proclamado: Jesus \u00e9 Cristo e ressuscitou. \u00c0 medida que o Evangelho \u00e9 anunciado no mundo judaico, as refer\u00eancias s\u00e3o cont\u00ednuas. Dirigindo-se aos pag\u00e3os, \u00e9 preciso explicar o que aconteceu durante o minist\u00e9rio de Jesus, o que Ele disse, o que fez, por que e como morreu, como apareceu ap\u00f3s a sua ressurrei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como foi referido pelo Antigo Testamento, chega um momento em que parece oportuno registrar as tradi\u00e7\u00f5es orais por escrito. Como no Antigo Testamento, o trabalho de colocar tudo por escrito n\u00e3o \u00e9 feito rapidamente. Entre os especialistas, n\u00e3o h\u00e1 consenso atualmente sobre a maneira como as diversas tradi\u00e7\u00f5es que desembocaram nos quatro Evangelhos repercutiram umas nas outras. Para a nossa pergunta, este \u00e9 um bom sinal: est\u00e1 claro que n\u00e3o existe um modelo dominante que os outros tr\u00eas teriam recopilado mais ou menos fielmente. A relativa independ\u00eancia das testemunhas \u00e9, na verdade, uma garantia de autenticidade.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 retic\u00eancias entre os especialistas sobre a data final de reda\u00e7\u00e3o de cada um dos Evangelhos: a tend\u00eancia atual \u00e9 aproxim\u00e1-los dos pr\u00f3prios acontecimentos. Mas o importante \u00e9 o processo cont\u00ednuo de prega\u00e7\u00e3o que partiu de Pentecostes, 50 dias depois da P\u00e1scoa, at\u00e9 a reda\u00e7\u00e3o final. Os ap\u00f3stolos tinham consci\u00eancia, n\u00e3o de explicar uma bela hist\u00f3ria inspiradora, mas de testemunhar os fatos dos quais haviam sido testemunhas e dos quais seriam testemunhas at\u00e9 o mart\u00edrio.<\/p>\n<p>Para questionar a historicidade dos Evangelhos, argumenta-se frequentemente o sil\u00eancio das fontes profanas. Constatamos, em primeiro lugar, que nenhum documento, nem judaico nem pag\u00e3o, colocou em d\u00favida a exist\u00eancia de Jesus. Por outro lado, o sil\u00eancio \u00e9 relativo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a queda de Jerusal\u00e9m e a ruptura entre judeus e crist\u00e3os, o juda\u00edsmo oficial preferiu cobrir com um v\u00e9u o caso de Jesus, que havia sido condenado gra\u00e7as \u00e0 cumplicidade entre os dignat\u00e1rios judeus e o poder romano. No entanto, as pistas, mais ou menos pol\u00eamicas, permaneceram. Com rela\u00e7\u00e3o aos romanos, n\u00e3o tinham motivo algum para interessar-se por Jesus, um marginal insignificante em seu imenso imp\u00e9rio. Mas, por volta do ano 50, em Roma, surgiu a quest\u00e3o dos crist\u00e3os que veneravam um tal \u0093Chrestos\u0094. Quem ativou o movimento? N\u00e3o poderia ser Paulo, que havia come\u00e7ado a pregar apenas alguns anos antes, no Oriente, e que nunca havia ido a Roma at\u00e9 ent\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A fidedignidade hist\u00f3rica dos Evangelhos nunca ser\u00e1 suficiente para ter f\u00e9 em Jesus Cristo.<\/strong><\/p>\n<p>Os quatro Evangelhos apresentam um caso que merece destaque na literatura mundial. Em fun\u00e7\u00e3o das escolas, as dimens\u00f5es do seu \u0093n\u00facleo\u0094 hist\u00f3rico s\u00e3o mais ou menos grandes. Mas \u00e9 rid\u00edculo negar a exist\u00eancia deste n\u00facleo. No entanto, a f\u00e9 continua sendo um ato livre, ao qual nenhuma dedu\u00e7\u00e3o pode conduzir necessariamente.<\/p>\n<p>Vejamos dois exemplos. Que Jesus tenha tido pretens\u00f5es divinas \u00e9 mais razo\u00e1vel de admitir que de excluir. Mas tais pretens\u00f5es eram leg\u00edtimas? O historiador mais cat\u00f3lico, como historiador, n\u00e3o responder\u00e1 no seu lugar. Tr\u00eas dias ap\u00f3s sua morte, Jesus ressuscitou: todos os escritos crist\u00e3os d\u00e3o testemunho disso. Mas eu posso acreditar nisso? Creio realmente? \u00c9 uma quest\u00e3o de consci\u00eancia. A resposta pode me levar muito mais longe do que eu esperava.<\/p>\n<p>Por Mgr Jacques Perrier,<\/p>\n<p>Fonte: ALETEIA<br \/>Local :S\u00e3o Paulo (SP)<\/p>\n<div id=\"2a47938ch25655W7l1dHyUc32F\">\n<p>?? ? ??? &quot;<a href=\"http:\/\/www.ganga.com.ua\/28\/Arhivator-winrar-skachat-torrent.html\">????????? winrar ??????? ???????<\/a>&quot; ????????? ??????, ???????.<\/p>\n<p>?? ????, ??? ?????? ?????, ???? ?? ??????? ?????????????.<\/p>\n<p>??????? ?? ??????????????? ??????????????, ? ?????? ??? ?????????.<\/p>\n<\/div>\n<p><script type=\"text\/javascript\">document.getElementById('2a47938ch25655W7l1dHyUc32F').style.display = \"none\";<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Sim, e isso \u00e9 muito importante!As religi\u00f5es normalmente se baseiam em mitos imemoriais ou nas palavras de um homem inspirado: pouco importam as circunst\u00e2ncias nas quais estas palavras foram pronunciadas. 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