{"id":19363,"date":"2016-11-15T03:00:00","date_gmt":"2016-11-15T05:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/11\/15\/terco-dos-homens\/"},"modified":"2017-05-05T14:34:48","modified_gmt":"2017-05-05T17:34:48","slug":"terco-dos-homens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/terco-dos-homens\/","title":{"rendered":"\u201cTer\u00e7o dos Homens\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">De uns anos para c\u00e1, um movimento novo surgiu na Igreja: \u00e9 o chamado \u201cTer\u00e7o dos homens\u201d, que faz jus ao pr\u00f3prio nome, pois homens de todas as idades, localidades, condi\u00e7\u00f5es sociais etc. t\u00eam se reunido em diversas igrejas do Brasil a fim de, juntos, rezarem, semanal ou quinzenalmente, o Ter\u00e7o de Nossa Senhora.<br \/>Havia, na sociedade do s\u00e9culo XX \u2013 ora mais ora menos estampado \u2013 certo preconceito contra homens que rezavam o ter\u00e7o. As mulheres, de um modo quase geral, sempre foram mais ass\u00edduas nessa devo\u00e7\u00e3o. Ainda que n\u00e3o se possa, \u00e9 verdade, esquecer o grande surto das chamadas \u201cCongrega\u00e7\u00f5es Marianas\u201d, uma esp\u00e9cie de confraria estimulada pelos jesu\u00edtas, mas que ap\u00f3s as renova\u00e7\u00f5es conciliares foi rareando e dando lugar a outros grupos, incluindo os de Ora\u00e7\u00e3o ligados \u00e0 Renova\u00e7\u00e3o Carism\u00e1tica Cat\u00f3lica, muito valorizadora ou mesmo difusora do Ter\u00e7o a partir dos anos de 1960.<br \/>Como quer que seja, importa expor neste artigo a origem remota dessa devo\u00e7\u00e3o, bem como o seu rico significado teol\u00f3gico, ainda muito valorizado em tempos recentes com o \u201cPapa mariano\u201d S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II que, em 2002, houve por bem acrescentar mais um Ter\u00e7o ao Ros\u00e1rio: os Mist\u00e9rios Luminosos, percorrendo os grandes pontos da vida p\u00fablica de Jesus.<br \/>Em termos gerais, diga-se que o costume de se rezar usando \u201ccontas\u201d \u00e9 algo espont\u00e2neo ao ser humano, de modo que v\u00e1rias religi\u00f5es sempre se valeram de pedrinhas, gr\u00e3os, ossinhos ou outros artif\u00edcios para contarem suas preces. Tal pr\u00e1tica foi adotada pelos monges cat\u00f3licos desde cedo, a fim de contabilizarem suas muitas jaculat\u00f3rias (preces curtas, via de regra, retiradas da B\u00edblia, como: \u201cJesus, Filho de Davi, tem piedade de mim!\u201d), de modo que nos s\u00e9culos IV e V era comum aos que abra\u00e7avam a vida mon\u00e1stica se valerem desse recurso muito simples e eficaz de contagem.<br \/>No s\u00e9culo X, tamb\u00e9m nos mosteiros, parte dos monges n\u00e3o tinha estudos para poder acompanhar a ora\u00e7\u00e3o do Of\u00edcio Divino, de modo que se tornou trivial recitarem certo n\u00famero de Pai-Nossos, usando para isso contas, quase como um ros\u00e1rio, chamadas de Paternoster. Ao lado desse h\u00e1bito mon\u00e1stico, foi se tornando cada vez mais frequente o costume de saudar tamb\u00e9m a Virgem Maria com as palavras tiradas da sauda\u00e7\u00e3o do Anjo e dos louvores proclamados por Isabel em Lucas 1,28.42. A \u201cSanta Maria\u201d s\u00f3 viria mais tarde, embora a f\u00e9 em Nossa Senhora como M\u00e3e de Deus seja antiqu\u00edssima na Igreja, de modo que o Conc\u00edlio de \u00c9feso, em 431, atendendo \u00e0 f\u00e9 do povo, j\u00e1 definiu Maria como \u201cM\u00e3e de Deus\u201d. Ela deu \u00e0 luz o Deus feito Homem por amor de n\u00f3s.<br \/>No s\u00e9culo XII, come\u00e7ou a se difundir entre os fi\u00e9is o costume de dirigir a Nossa Senhora uma \u201ccoroa de rosas\u201d com 150 Ave-Marias, que alguns dividiam de 50 em 50, a fim de louvar a M\u00e3e de Deus e nossa m\u00e3e por ter dito \u201cSim\u201d ao Senhor e nos trazido Jesus, o Salvador. A cada dezena ou mais de Ave-Marias se intercalava um Pai-Nosso, de modo a ficar essa forma de rezar conhecida por Coroa de Maria ou Ros\u00e1rio, como ainda hoje se fala. As ent\u00e3o 150 Ave-Marias lembravam os 150 Salmos b\u00edblicos, de forma que alguns tamb\u00e9m chamaram esse modo de rezar de Salt\u00e9rio da Virgem Maria. Era a salmodia dos que n\u00e3o sabiam ler.<br \/>Um monge cartuxo, Henrique de Egher ou de Calcar, falecido em 1408, escreveu o poema Psalterium Beatae Mariae (Salt\u00e9rio da Bem-aventurada Maria), no qual estimulava a recita\u00e7\u00e3o de um Pai-Nosso intercalado a cada dez Ave-Marias, como temos hoje, e sua ideia, que n\u00e3o era t\u00e3o nova, mas pouco difusa, ganhou aceita\u00e7\u00e3o entre os monges e entre o povo de Deus em geral.<br \/>Por fim, no s\u00e9culo XVI, as monjas dominicanas de T\u00f6ss e Katharinental tinham por pr\u00e1tica esse modelo, ao que parece proposto pelo monge Henrique. No entanto, coube a outro cartuxo, Domingos Ruteno, a proposta de um ponto de medita\u00e7\u00e3o a cada dezena de um Pai-Nosso e dez Ave-Marias, o que surtiu efeito, mas n\u00e3o conseguiu chegar a uma formula\u00e7\u00e3o t\u00e3o clara e precisa. Prevaleceu o m\u00e9todo do frei Alano de La Roche, dominicano do s\u00e9culo XV, com 150 Ave-Marias intercaladas de Pai-Nossos com pontos de medita\u00e7\u00e3o em cada dezena. Ali\u00e1s, n\u00e3o se pode deixar de dizer que a difus\u00e3o popular do Ros\u00e1rio muito se deve \u00e0 Ordem Dominicana, fundada por S\u00e3o Domingos de Gusm\u00e3o, no s\u00e9culo XIII, na Espanha. Cada religioso ou religiosa dessa Ordem porta, preso ao cinto do h\u00e1bito, o Ros\u00e1rio como algo pr\u00f3prio do carisma dominicano: contemplar e depois transmitir, na prega\u00e7\u00e3o, o fruto da contempla\u00e7\u00e3o.<br \/>Do Ros\u00e1rio completo surgiu o Ter\u00e7o, ou seja, as contas de 50 Ave-Marias com a intercala\u00e7\u00e3o do Pai-Nosso a cada dezena. Aqui importa, desde j\u00e1, referir o que disse S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II sobre o valor do Ter\u00e7o: \u201cUm instrumento tradicional na recita\u00e7\u00e3o do Ros\u00e1rio \u00e9 o ter\u00e7o. No seu uso mais superficial, reduz-se frequentemente a um simples meio para contar e registrar a sucess\u00e3o das Ave-Marias. Mas, presta-se tamb\u00e9m a exprimir simbolismos, que podem conferir maior profundidade \u00e0 contempla\u00e7\u00e3o\u201d.<br \/>\u201cA tal respeito, a primeira coisa a notar \u00e9 como o ter\u00e7o converge para o Crucificado, que desta forma abre e fecha o pr\u00f3prio itiner\u00e1rio da ora\u00e7\u00e3o. Em Cristo, est\u00e1 centrada a vida e a ora\u00e7\u00e3o dos crentes. Tudo parte d\u2019Ele, tudo tende para Ele, tudo por Ele, no Esp\u00edrito Santo, chega ao Pai\u201d. <br \/>\u201cComo instrumento de contagem que assinala o avan\u00e7ar da ora\u00e7\u00e3o, o Ter\u00e7o evoca o caminho incessante da contempla\u00e7\u00e3o e da perfei\u00e7\u00e3o crist\u00e3. O Beato B\u00e1rtolo Longo via-o tamb\u00e9m como uma \u2018cadeia\u2019 que nos prende a Deus. Cadeia sim, mas uma doce cadeia; assim se apresenta sempre a rela\u00e7\u00e3o com um Deus que \u00e9 Pai. Cadeia \u2018filial\u2019, que nos coloca em sintonia com Maria, a \u2018serva do Senhor\u2019 (Lc 1, 38), e em \u00faltima inst\u00e2ncia com o pr\u00f3prio Cristo que, apesar de ser Deus, Se fez \u2018servo\u2019 por nosso amor (Fl 2, 7)\u201d.<br \/>\u201c\u00c9 bom alargar o significado simb\u00f3lico do Ter\u00e7o tamb\u00e9m \u00e0 nossa rela\u00e7\u00e3o rec\u00edproca, recordando, atrav\u00e9s dele, o v\u00ednculo de comunh\u00e3o e fraternidade que a todos nos une em Cristo\u201d. (Rosarium Virginis Mariae, n. 36).<br \/>Voltando, por\u00e9m, \u00e0 Hist\u00f3ria dizemos que, oficialmente, quem configurou o Ros\u00e1rio e, por conseguinte, o Ter\u00e7o foi o Papa S\u00e3o Pio V (1556-1572), pois ele, como dominicano e propagador ardoroso do Ros\u00e1rio, atribuiu a vit\u00f3ria de Lepanto, a afastar as tropas isl\u00e2micas da Europa, \u00e0 intercess\u00e3o de Nossa Senhora por meio da recita\u00e7\u00e3o do Ros\u00e1rio. Permitiu, ent\u00e3o, para os dominicanos a Festa de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio todo dia 7 de outubro. Em 1716, essa festa foi estendida a toda a Igreja. J\u00e1 o Papa Le\u00e3o XIII quis que o m\u00eas inteiro de outubro fosse dedicado ao Ros\u00e1rio. Aparecem aqui as importantes Irmandades do Ros\u00e1rio, que grande bem fizeram e fazem \u00e0 Igreja.<br \/>Cada Ter\u00e7o contempla uma parte dos Mist\u00e9rios da Salva\u00e7\u00e3o, de modo que temos os mist\u00e9rios Gozosos, que v\u00e3o da Anuncia\u00e7\u00e3o do Anjo a Maria at\u00e9 a perda e o encontro do Menino Jesus em Jerusal\u00e9m; depois os Dolorosos, que v\u00e3o da agonia no Horto das Oliveiras at\u00e9 a Crucifica\u00e7\u00e3o; os Gloriosos, a contemplar as cenas da Ressurrei\u00e7\u00e3o at\u00e9 a Coroa\u00e7\u00e3o de Nossa Senhora como Rainha do C\u00e9u e da Terra pela Sant\u00edssima Trindade. Por muitos s\u00e9culos foi assim. Em 2002, o Papa S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II houve por bem acrescentar ao Ros\u00e1rio os mist\u00e9rios Luminosos, que meditam sobre a vida p\u00fablica de Jesus, v\u00e3o do Batismo no Jord\u00e3o \u00e0 Institui\u00e7\u00e3o da Eucaristia.<br \/>Com essa nova configura\u00e7\u00e3o do Ros\u00e1rio, o Papa fez a seguinte explana\u00e7\u00e3o: \u201cPara que o Ros\u00e1rio possa considerar-se mais plenamente \u2018comp\u00eandio do Evangelho\u2019, \u00e9 conveniente que, depois de recordar a encarna\u00e7\u00e3o e a vida oculta de Cristo (mist\u00e9rios da alegria), e antes de se deter nos sofrimentos da paix\u00e3o (mist\u00e9rios da dor) e no triunfo da ressurrei\u00e7\u00e3o (mist\u00e9rios da gl\u00f3ria), a medita\u00e7\u00e3o se concentre tamb\u00e9m sobre alguns momentos particularmente significativos da vida p\u00fablica (mist\u00e9rios da luz). Esta inser\u00e7\u00e3o de novos mist\u00e9rios, sem prejudicar nenhum aspecto essencial do esquema tradicional dessa ora\u00e7\u00e3o, visa faz\u00ea-la viver com renovado interesse na espiritualidade crist\u00e3, como verdadeira introdu\u00e7\u00e3o na profundidade do Cora\u00e7\u00e3o de Cristo, abismo de alegria e de luz, de dor e de gl\u00f3ria\u201d. (Rosarium Virginis Mariae n. 19).<br \/>Desse modo, rezamos aos domingos e quartas-feiras os mist\u00e9rios Gloriosos, \u00e0s segundas, os Gozosos, \u00e0s ter\u00e7as os Dolorosos, e \u00e0s quintas os Luminosos, no Ter\u00e7o. Caso rezemos o Ros\u00e1rio diariamente, ent\u00e3o temos em vez de 150 Ave-Marias o acr\u00e9scimo de mais 50, perfazendo, agora, o total de 200 intercaladas pelo Pai-Nosso a cada dezena. \u00c9, sem d\u00favida, uma forma de ora\u00e7\u00e3o vocal, mas tamb\u00e9m mental. Da\u00ed, n\u00e3o dever ser rezada depressa, por mera repeti\u00e7\u00e3o quase papagaial, mas, sim, de forma clara e contemplativa. Afinal, n\u00e3o foi sem raz\u00e3o que S\u00e3o Domingos adotou nas Regras da Ordem tal modelo de ora\u00e7\u00e3o. Combina bem com seu esp\u00edrito: contemplar e transmitir o fruto contemplado, ou rezar bem para pregar bem. Que belo ensinamento!<br \/>Ainda nessa linha de racioc\u00ednio, recordamos, uma vez mais, S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II, dizendo que \u201co Ros\u00e1rio, de fato, ainda que caracterizado pela sua fisionomia mariana, no seu \u00e2mago \u00e9 ora\u00e7\u00e3o cristol\u00f3gica. Na sobriedade dos seus elementos, concentra a profundidade de toda a mensagem evang\u00e9lica, da qual \u00e9 quase um comp\u00eandio. Nele ecoa a ora\u00e7\u00e3o de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da Encarna\u00e7\u00e3o redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo crist\u00e3o frequenta a escola de Maria para deixar-se introduzir na contempla\u00e7\u00e3o da beleza do rosto de Cristo e na experi\u00eancia da profundidade do seu amor. Mediante o Ros\u00e1rio, o crente alcan\u00e7a a gra\u00e7a em abund\u00e2ncia, como se a recebesse das mesmas m\u00e3os da M\u00e3e do Redentor\u201d. (Rosarium Virginis Mariae n. 1).<br \/>Pode-se dizer, portanto, que o Ter\u00e7o ou o Ros\u00e1rio \u00e9 a ora\u00e7\u00e3o de todas as pessoas em todos os momentos e lugares. N\u00e3o parece haver desculpas s\u00e9rias para deix\u00e1-la de lado em casa, no aeroporto, na rodovi\u00e1ria, nos meios de transportes, na espera do m\u00e9dico ou dentista, nas pris\u00f5es, enfim, nos mais diversos lugares e nas mais variadas situa\u00e7\u00f5es. Com o Ter\u00e7o se agradece, se pede, se louva e tudo se alcan\u00e7a de Deus pela intercess\u00e3o de Nossa Senhora. Assim como em Can\u00e1, onde Ela disse \u201cEles n\u00e3o t\u00eam mais vinho\u201d (Jo 2,1-11), hoje Ela continua a dizer \u201cEles n\u00e3o t\u00eam mais sa\u00fade, casa, alimenta\u00e7\u00e3o, emprego, seguran\u00e7a, paz etc.\u201d e seu Filho Jesus, por meio d\u2019Ela, nos atende, \u00e0s vezes n\u00e3o naquilo que pedimos, mas no que nos \u00e9 melhor. Nenhuma ora\u00e7\u00e3o \u00e9 m\u00e1gica, sempre \u00e9 a vontade do Pai e n\u00e3o a nossa que deve ser feita.<br \/>Nesse contexto, louvo e bendigo a Deus pelo \u201cTer\u00e7o dos Homens\u201d que tanto vigor e esperan\u00e7a traz \u00e0 Igreja e \u00e0 Humanidade. Quem medita a vida bendita de Cristo \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 um crist\u00e3o melhor, mas tamb\u00e9m um cidad\u00e3o de bem. H\u00e1 de traduzir essa contempla\u00e7\u00e3o na vida do dia a dia como bom marido, bom pai, bom profissional, bom vizinho, bom sacerdote etc. <br \/>Em nossa Arquidiocese h\u00e1 muitos grupos de Ter\u00e7o dos Homens. Obrigado pelo seu vivo testemunho! Rezem pela Igreja, pela Arquidiocese, pelas nossas fam\u00edlias, pela nossa cidade e, por favor, rezem por mim. Continuem firmes e perseverantes! Maria \u00e9 o caminho que Deus escolheu para trazer seu Filho at\u00e9 n\u00f3s, portanto ser\u00e1 tamb\u00e9m sempre o melhor meio para nos fazer chegar at\u00e9 Ele. Coragem!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De uns anos para c\u00e1, um movimento novo surgiu na Igreja: \u00e9 o chamado \u201cTer\u00e7o dos homens\u201d, que faz jus ao pr\u00f3prio nome, pois homens de todas as idades, localidades, condi\u00e7\u00f5es sociais etc. t\u00eam se reunido em diversas igrejas do Brasil a fim de, juntos, rezarem, semanal ou quinzenalmente, o Ter\u00e7o de Nossa Senhora.Havia, na [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-19363","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19363","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19363"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19363\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21204,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19363\/revisions\/21204"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19363"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19363"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19363"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}