{"id":19264,"date":"2016-11-09T12:02:43","date_gmt":"2016-11-09T14:02:43","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/11\/09\/papa-na-audiencia-visitar-um-doente-e-um-otimo-remedio\/"},"modified":"2017-06-02T11:55:52","modified_gmt":"2017-06-02T14:55:52","slug":"papa-na-audiencia-visitar-um-doente-e-um-otimo-remedio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/papa-na-audiencia-visitar-um-doente-e-um-otimo-remedio\/","title":{"rendered":"Papa na Audi\u00eancia: visitar um doente \u00e9 um \u00f3timo rem\u00e9dio"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/papas\/reuters1814050_articolo.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Cidade do Vaticano (RV) \u2013 Assistir os doentes e visitar os detentos: a Audi\u00eancia Geral desta quarta-feira (09\/11) do Papa Francisco foi dedicada a duas obras de miseric\u00f3rdia corporais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/media02.radiovaticana.va\/audio\/audio2\/mp3\/00556693.mp3\">Clique aqui para ouvir:<br \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Pont\u00edfice se reuniu com cerca de 20 mil fi\u00e9is na Pra\u00e7a S. Pedro e, em sua catequese, prosseguiu suas reflex\u00f5es sobre as obras de miseric\u00f3rdia. Doentes e detentos vivem uma condi\u00e7\u00e3o que limita a sua liberdade, disse o Papa, e \u00e9 quando a perdemos que percebemos a sua preciosidade.<\/p>\n<p>\u201cJesus nos doou a possibilidade de ser livres apesar dos limites da doen\u00e7a e das restri\u00e7\u00f5es. Ele nos oferece a liberdade que prov\u00e9m do encontro com Ele e do novo sentido que este encontro traz \u00e0 nossa condi\u00e7\u00e3o humana\u201d, afirmou Francisco.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?time_continue=1&#038;v=O5UiiRdKPPg\">Clique aqui para assistir:<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Visitar um doente \u00e9 um \u00f3timo rem\u00e9dio<\/p>\n<p>Com essas obras de miseric\u00f3rdia, prosseguiu, o Senhor nos convida a um gesto de grande humanidade: a compartilha. Na doen\u00e7a, a pessoa pode experimentar a solid\u00e3o mais profunda e uma visita pode ser um \u00f3timo rem\u00e9dio: um sorriso, uma car\u00edcia, um aperto de m\u00e3o s\u00e3o gestos simples, mas muito importantes para quem se sente abandonado. \u201cN\u00e3o deixemos sozinhas as pessoas doentes\u201d, exortou Papa. Para ele, os hospitais s\u00e3o hoje verdadeiras \u201ccatedrais da dor\u201d, onde por\u00e9m se torna evidente tamb\u00e9m a for\u00e7a da caridade.<\/p>\n<p>Julgar n\u00e3o cabe a n\u00f3s<\/p>\n<p>A mesma caridade deve ser demonstrada para com os detentos. Inserindo a visita \u00e0 pris\u00e3o entre as obras de miseric\u00f3rdia, Jesus nos convida, antes de tudo, a n\u00e3o fazer-nos ju\u00edzes de ningu\u00e9m. Qualquer tenha sido o crime cometido pelo prisioneiro, ele continua sendo amado por Deus, recordou o Papa.<\/p>\n<p>Diante da priva\u00e7\u00e3o da liberdade e, em muitos casos, da humanidade pelas condi\u00e7\u00f5es degradantes em que vivem, o crist\u00e3o \u00e9 chamado a fazer de tudo para restituir ao preso a dignidade perdida, contra toda forma de justicialismo. \u201cNingu\u00e9m aponte o dedo contra algu\u00e9m\u201d, advertiu o Pont\u00edfice, acrescentando: \u201cQuantas l\u00e1grimas vi correr pelas faces de pessoas presas que talvez nunca tinham chorado na sua vida, e isto s\u00f3 porque se sentiram acolhidas e amadas\u201d. O Papa reiterou que com frequ\u00eancia pensa nos presos e os leva em seu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia com os presos<\/p>\n<p>Francisco recordou que Jesus e os ap\u00f3stolos tamb\u00e9m viveram a pris\u00e3o, e portanto conhecemos o sofrimento que viveram. E contou \u00e0 multid\u00e3o que domingo passado, Jubileu dos encarcerados, \u00e0 tarde um grupo de presos de P\u00e1dua foi visit\u00e1-lo e o Papa lhes perguntou o que fariam no dia seguinte e se surpreendeu com a resposta: os detentos iam visitar a pris\u00e3o de Mamertina, para compartilhar a experi\u00eancia de S\u00e3o Paulo. \u201cOuvir isso me fez bem. Aqueles detentos queriam encontrar Paulo prisioneiro.\u201d<\/p>\n<p>\u201cComo se v\u00ea, finalizou Francisco, essas obras de miseric\u00f3rdia s\u00e3o antigas e, mesmo assim, sempre atuais. Jesus deixou o que estava fazendo para visitar a sogra de Pedro e fez uma caridade. N\u00e3o caiamos na indiferen\u00e7a, mas nos tornemos instrumentos da miseric\u00f3rdia de Deus para restituir alegria e dignidade a quem a perdeu.\u201d<\/p>\n<p>Fonte: R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cidade do Vaticano (RV) \u2013 Assistir os doentes e visitar os detentos: a Audi\u00eancia Geral desta quarta-feira (09\/11) do Papa Francisco foi dedicada a duas obras de miseric\u00f3rdia corporais. \u00a0 Clique aqui para ouvir: \u00a0 O Pont\u00edfice se reuniu com cerca de 20 mil fi\u00e9is na Pra\u00e7a S. 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