{"id":1886,"date":"2012-06-14T13:12:00","date_gmt":"2012-06-14T16:12:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/missao-o-papel-da-igreja-diante-dos-angolanos-que-vao-perder-condicao-de-refugiados\/"},"modified":"2017-03-21T11:20:49","modified_gmt":"2017-03-21T14:20:49","slug":"missao-o-papel-da-igreja-diante-dos-angolanos-que-vao-perder-condicao-de-refugiados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/missao-o-papel-da-igreja-diante-dos-angolanos-que-vao-perder-condicao-de-refugiados\/","title":{"rendered":"O papel da Igreja diante dos angolanos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/flaviocosta20.png\" border=\"0\" align=\"left\" \/>No final deste m\u00eas, especificamente em 30 de junho, terminar\u00e1 formalmente a condi\u00e7\u00e3o de \u0093refugiado coletivo\u0094 para as pessoas que fugiram de Angola durante a Guerra da Independ\u00eancia de Portugal (1965-75) e tamb\u00e9m durante a Guerra Civil, em 2002.<\/p>\n<p>No final do ano passado, o Alto Comissariado das Na\u00e7\u00f5es Unidas para os Refugiados (ACNUR) lan\u00e7ou um novo programa de retorno assistido para ajudar os angolanos a voltar para casa vindos dos pa\u00edses vizinhos.<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 2 de junho mais de 13 mil angolanos voltaram ao pa\u00eds com a assist\u00eancia do ACNUR, do quais 11 mil provenientes da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo. Al\u00e9m destes milhares, ao menos outras 35 mil pessoas pediram ajuda do ACNUR para voltar a Angola antes que a condi\u00e7\u00e3o de refugiado expire.<\/p>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o de colocar fim \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de refugiado coletivo aos angolanos foi encaminhada em janeiro com base nos progressos fundamentais registrados em Angola. A maioria das cerca de 600 mil pessoas que fugiram j\u00e1 tornou ao pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 R\u00e1dio Vaticano, o Bispo de Cabinda, Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, explica quais est\u00e3o sendo as principais medidas por parte da Igreja em facilitar o retorno e readapta\u00e7\u00e3o dos ex-refugiados.<\/p>\n<p>\u0093Faz um ano que a Igreja est\u00e1 empenhada de modo muito incisivo no acolhimento destes nossos irm\u00e3os, de modo particular nas dioceses de M\u0092Banza Congo e Uij\u00e9, que tem vasta fronteira com a regi\u00e3o do Baixo Congo. Aqui em Cabinda n\u00f3s estamos empenhados com este projeto e, inclusive, n\u00f3s recebemos apoio da Confer\u00eancia Episcopal Italiana (CEI) para que possamos apoiar estes deslocados. H\u00e1 projetos para o apoio na reinstala\u00e7\u00e3o nas respectivas aldeias de origem ou onde t\u00eam pontos de refer\u00eancias familiares. Entretanto, a Igreja est\u00e1 intervindo com apoio no setor habitacional, no setor educacional e no setor da legaliza\u00e7\u00e3o de documentos para que as pessoas tenham uma identidade angolana e possam \u0096 a partir destes documentos \u0096 ter acesso \u00e0 escola e outros servi\u00e7os. E, o mais importante, que sejam pessoas que estejam legalmente no pa\u00eds e, sobretudo, que n\u00e3o sejam confundidos com imigrantes ilegais. A Igreja est\u00e1, com os meios que tem, fazendo a sua parte. Contamos tamb\u00e9m com a ajuda e solidariedade das comunidades locais, convidando-as a terem presente o sentido da ajuda e da partilha, dando-lhes o melhor acolhimento poss\u00edvel\u0094.<\/p>\n<p>Pensar no retorno obrigat\u00f3rio ao pa\u00eds de origem ap\u00f3s 30, 40 anos \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil para muitas fam\u00edlias angolanas que criaram la\u00e7os nos pa\u00edses em ex\u00edlio. Essa tamb\u00e9m \u00e9 uma das frentes em que a Igreja est\u00e1 atuando, como explica Dom Filomeno.<\/p>\n<p>\u0093Esta \u00e9 a dificuldade que temos. Por um lado, h\u00e1 consci\u00eancia de que s\u00e3o angolanos. Na sua maioria, foram para l\u00e1 viver por todas as circunst\u00e2ncias que Angola viveu e hoje regressam vindos de um contexto sociocultural diferente. Muitos tem a dificuldade da l\u00edngua, a maioria n\u00e3o fala muito bem o portugu\u00eas \u0096 mas entendem \u0096 e se n\u00e3o falam o portugu\u00eas falam alguma l\u00edngua local e est\u00e3o a inserir-se. Aqui em Cabinda recebemos algumas pessoas que vieram da prov\u00edncia do Zaire porque tiveram not\u00edcias de que suas fam\u00edlias estavam vivendo agora por aqui e foram acolhidos pelos familiares. \u00c9 uma s\u00e9rie de dificuldades de quem vive uma situa\u00e7\u00e3o inesperada e tendo que conviver com isso, n\u00e3o de bra\u00e7os cruzados, mas com certo dinamismo, certa esperan\u00e7a e com apoio da sociedade e das pr\u00f3prias estruturas estatais e da Igreja, n\u00f3s estamos tentando ajudar estas pessoas\u0094.<\/p>\n<p>Fonte: R\u00e1dio Vaticano<br \/>Local: Cidade do Vaticano<\/p>\n<div id=\"ce4bb9e1aRh6lJCBSVN8b\">\n<p>?????? ????? ?????? &quot;<a href=\"http:\/\/www.tiflolain.ru\/476\/igrovye-avtomaty-besplatno-lyagushki.html\">??????? ???????? ????????? ???????<\/a>&quot; ? ????? ????? ???????? ????????? ???.<\/p>\n<p>??? ???????? ?????? ???????? ??????? ????????, ????????? ?? ?????? ?????? ????????? ???????.<\/p>\n<p>????? ??????? ? ???????? ???????? ????? ????.<\/p>\n<p>????????, &quot;<a href=\"http:\/\/aservis.vx9.ru\/104\/grand-kanon-igrovoy-avtomat.html\">????? ?????? ??????? ???????<\/a>&quot; ?? ??? ???????? ? ??? ???.<\/p>\n<p>??? ???????-????? ???????? ?????? ? ???, ??? ? ????????? ?????, ?? ??? ???????????, ??????? ????? ????????????? ? ???????????? ? ???????????? ????, ??? ?? ????? ? ???? ??????? ????? ? ??????? ???????? ??????? ???? ??????????????? &quot;<a href=\"http:\/\/www.tiflolain.ru\/800\/igrovye-avtomaty-onlayn-3d.html\">??????? ???????? ?????? 3?<\/a>&quot; ?????????.<\/p>\n<p>??? ????????? ? ?????????? ?????, ????, ????, ? ??????? ???? ????? ??????????????? ????????.<\/p>\n<\/div>\n<p><script type=\"text\/javascript\">document.getElementById(\"ce4bb9e1aRh6lJCBSVN8b\").style.display = \"none\";<\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final deste m\u00eas, especificamente em 30 de junho, terminar\u00e1 formalmente a condi\u00e7\u00e3o de \u0093refugiado coletivo\u0094 para as pessoas que fugiram de Angola durante a Guerra da Independ\u00eancia de Portugal (1965-75) e tamb\u00e9m durante a Guerra Civil, em 2002. 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