{"id":1813,"date":"2023-06-01T00:00:00","date_gmt":"2023-06-01T03:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/anibal-maria-di-francia-beato\/"},"modified":"2023-01-02T16:52:28","modified_gmt":"2023-01-02T19:52:28","slug":"anibal-maria-di-francia-beato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/anibal-maria-di-francia-beato\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Justino \/ Beato An\u00edbal Maria di Francia \/ Beato Jo\u00e3o Batista Scalabrini"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">S\u00e3o Justino<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/2.bp.blogspot.com\/-2jQmbyly7EU\/VvGwvjOFgvI\/AAAAAAAB1Lw\/Qdd83SFviqYJ6t9JXq_ty5Go_XmqpsK6w\/s1600\/s%25C3%25A3o%2Bjustino.jpg\" alt=\"Resultado de imagem para S\u00e3o Justino\" width=\"251\" height=\"257\" \/><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">S\u00e3o Justino nasceu em Fl\u00e1via Ne\u00e1polis, na Samaria no in\u00edcio do s\u00e9culo II, ano 103. Caminhada de sua convers\u00e3o ao Cristo pelas escolas de est\u00f3ica, pitag\u00f3rica, aristot\u00e9lica e neoplat\u00f4nica. <\/span><span style=\"vertical-align: inherit;\">Aos 30 anos de idade teve um encontro com um idoso de Cesar\u00e9ia que convenceu a proclamar ao mundo essa sua descoberta. <\/span><span style=\"vertical-align: inherit;\">Era definida como Fil\u00f3sofo crist\u00e3o e crist\u00e3o fil\u00f3sofo.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">Escreveu tr\u00eas apologias, mais c\u00e9lebres as \u00e9 Di\u00e1logo com o Trif\u00e3o, que, em vez de dizer, fala sobre a luta anti-judaica na literatura crist\u00e3. <\/span><span style=\"vertical-align: inherit;\">Os relat\u00f3rios s\u00e3o importantes nas informa\u00e7\u00f5es sobre a administra\u00e7\u00e3o e a administra\u00e7\u00e3o dos sacramentos na Igreja primitiva.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">Em sua viagem a Roma, foi denunciado como crist\u00e3o por Crescente e Trif\u00e3o com quem havia sido disputado por muito tempo. <\/span><span style=\"vertical-align: inherit;\">Foi condenado \u00e0 morte igual a seus seis companheiros, durante uma persegui\u00e7\u00e3o de Marco Aur\u00e9lio, imperador romano.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">Do mart\u00edrio de S\u00e3o Justino e companheiros se conservam como Atas aut\u00eanticas.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">S\u00e3o Justino, rogai por n\u00f3s!<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">________________________________________________________________________<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">An\u00edbal Maria di Francia (Beato)<\/span><\/span><br \/>\n<\/strong><br \/>\n<span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\"> Filho de nobres da aristocracia siciliana, An\u00edbal Maria di Francia, nasceu na cidade italiana de Messina, no dia 05 de julho de 1851.<\/span><\/span><\/p>\n<p>Terceiro de quatro filhos, aos quinze meses ficou \u00f3rf\u00e3o de pai. A dura experi\u00eancia de n\u00e3o conviver com a figura paterna, lhe desenvolveu um especial amor e compreens\u00e3o \u00e0s necessidades das crian\u00e7as \u00f3rf\u00e3s, pobres e abandonadas. Para elas dedicou toda sua vida de apostolado e por elas nunca deixou de ser um simples padre, embora as oportunidades no clero n\u00e3o lhe faltassem.<\/p>\n<p>Aos dezoito anos recebeu o forte chamado \u00e0 vida religiosa e se ordenou sacerdote em 1878. O contato com o terr\u00edvel mundo dos miser\u00e1veis e pobres se deu poucos meses antes de sua consagra\u00e7\u00e3o quando conheceu a Casa de Avinhon, o pior e mais esquecido local da cidade. Local esse que depois se tornou o campo de atua\u00e7\u00e3o do seu minist\u00e9rio. Nele realizou o que definiu como o &#8220;esp\u00edrito da dupla caridade: evangeliza\u00e7\u00e3o e socorro aos pobres&#8221;, iniciando a cria\u00e7\u00e3o dos Orfanatos Antonianos, masculinos e femininos, colocados sob a guarda de Santo Ant\u00f4nio de P\u00e1dua. Para mant\u00ea-los, n\u00e3o teve d\u00favidas, se tornou mendicante, indo de porta em porta pedir subs\u00eddios. Depois desenvolveu a devo\u00e7\u00e3o do &#8220;p\u00e3o de Santo Ant\u00f4nio&#8221;, respons\u00e1vel por muito tempo pela sustenta\u00e7\u00e3o de suas obras.<\/p>\n<p>Os milh\u00f5es e milh\u00f5es de pessoas ainda n\u00e3o evangelizadas eram um pensamento constante que o consumia. Pregando ao Esp\u00edrito Santo encontrou a luz para essa inquieta\u00e7\u00e3o no pr\u00f3prio Senhor Jesus que disse: &#8220;Rogai ao Senhor da Messe, para que envie trabalhadores para Sua Messe&#8221;. Assim inspirado fundou duas Congrega\u00e7\u00f5es religiosas: as Filhas do Divino Zelo em 1887 e, dez anos depois, os Rogacionistas do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus.<\/p>\n<p>Dizia freq\u00fcentemente que a Igreja, para realizar a sua miss\u00e3o, tem necessidade de sacerdotes, numerosos e santos, segundo o Cora\u00e7\u00e3o de Jesus. Padre An\u00edbal viveu por esta grande causa, com fama de santidade, em meio aos mais necessitados e abandonados. Al\u00e9m disso, deu uma aten\u00e7\u00e3o concreta \u00e0s necessidades espirituais e materiais dos sacerdotes.<\/p>\n<p>Amado e respeitado por todos, foi reconhecido como o &#8220;Pai dos \u00f3rf\u00e3os e pobres&#8221;, at\u00e9 morrer, no dia 01 de junho de 1927. O seu corpo foi sepultado no Templo da Roga\u00e7\u00e3o Evang\u00e9lica do Cora\u00e7\u00e3o de Jesus e Santu\u00e1rio de Santo Antonio de P\u00e1dua, fundado por ele em 1926, em Messina.<\/p>\n<p>O Papa Jo\u00e3o Paulo II proclamou Beato o Padre An\u00edbal Maria di Francia, marcou sua celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica para o dia de seu tr\u00e2nsito e o definiu como o &#8220;ap\u00f3stolo da moderna pastoral vocacional&#8221;, em 1990.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Beato An\u00edbal Maria di Francia, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________<\/p>\n<p><strong>Jo\u00e3o Batista Scalabrini (Beato)<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.arquisp.org.br\/sites\/default\/files\/santo\/foto\/06-01-joao-batista-scalabrini.jpg\" alt=\"Resultado de imagem para Jo\u00e3o Batista Scalabrini\" \/>Jo\u00e3o Batista Scalabrini, nasceu perto de Como, It\u00e1lia, em 08 de julho de 1839. A sua fam\u00edlia era humilde, honesta e crist\u00e3. Ele desejou se tornar padre e entrou no Semin\u00e1rio Diocesano, no qual se distinguiu pela intelig\u00eancia e perseveran\u00e7a. Foi ordenado sacerdote em 1863. Iniciou o apostolado como professor do Semin\u00e1rio e colaborador em par\u00f3quias da regi\u00e3o. Possu\u00eda alma de mission\u00e1rio, mas n\u00e3o conseguiu realizar sua vontade de ser um deles, na \u00cdndia.<\/p>\n<p>Scalabrini foi designado p\u00e1roco da par\u00f3quia urbana de S\u00e3o Bartolomeu, em 1871. Seu minist\u00e9rio foi marcante e priorizou a catequese da inf\u00e2ncia e da juventude. Atento aos in\u00fameros problemas sociais do seu tempo, escreveu v\u00e1rios livros e publicou inclusive um catecismo.<\/p>\n<p>Ao ser nomeado Bispo de Piacenza, ficou surpreso.Tinha trinta e seis anos e l\u00e1 permaneceu quase trinta como pastor s\u00e1bio, prudente e zeloso. Reorganizou os semin\u00e1rios, cuidando da reforma dos estudos eclesi\u00e1sticos. Foi incans\u00e1vel na prega\u00e7\u00e3o, administra\u00e7\u00e3o dos sacramentos e na forma\u00e7\u00e3o do povo.<\/p>\n<p>Scalabrini como excelente observador da realidade de sua \u00e9poca, fundou um Instituto para surdos-mudos e uma Organiza\u00e7\u00e3o Assistencial para mulheres abandonadas das zonas rurais, pertencentes a sua diocese. Mas o trabalho que mais o instigou e para o qual n\u00e3o media esfor\u00e7os foi o que desenvolveu com os migrantes. Entre os anos de 1850 a 1900, eram milh\u00f5es de europeus que deixaram seus lares e p\u00e1tria em busca da sobreviv\u00eancia. Para eles o bispo Scalabrini criou a Casa dos migrantes.<\/p>\n<p>Um dia, ele estava na esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria e viu centenas de migrantes esperando, com suas trouxas, o trem que os levaria ao porto de embarque. A situa\u00e7\u00e3o de pobreza e abandono destes irm\u00e3os infelizes marcaram para sempre seu cora\u00e7\u00e3o. Em seguida, Scalabrini recebeu uma carta de um emigrante da Am\u00e9rica do Sul, suplicando que um padre fosse para aquele continente, porque, como dizia: &#8220;aqui se vive e se morre como os animais&#8221;.<\/p>\n<p>A partir daquele momento, Scalabrini foi o ap\u00f3stolo dos italianos que abandonaram a pr\u00f3pria p\u00e1tria. Em 1887, fundou a Congrega\u00e7\u00e3o dos Mission\u00e1rios de S\u00e3o Carlos Borromeo, conhecidos atualmente como padres scalabrinianos, para a assist\u00eancia religiosa, moral e social aos emigrantes em todo o mundo e criou a Sociedade S\u00e3o Rafael, um movimento leigo a servi\u00e7o dos migrantes.<\/p>\n<p>Ele pr\u00f3prio planejou e realizou viagens para visitar os mission\u00e1rios na Am\u00e9rica Latina, pois queria que estivessem estimulados e encorajados a dar a assist\u00eancia religiosa e social aos emigrantes. Percebendo que sua obra n\u00e3o estava completa, em 1895, fundou a Congrega\u00e7\u00e3o das Mission\u00e1rias de S\u00e3o Carlos Borromeo, hoje das irm\u00e3s scalabrinianas, e concedeo reconhecimento diocesano \u00e0s Irm\u00e3s Ap\u00f3stolas do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o, enviando-as para o trabalho com os emigrantes italianos do Brasil em 1900. Apesar de todo esse trabalho, jamais descuidou de sua diocese.<\/p>\n<p><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">Scalabrini, que foi sua base de dados de refer\u00eancia, presente em Jesus Cristo presente na Eucaristia e na oferta Dele na Cruz. <\/span><span style=\"vertical-align: inherit;\">Morreu no dia 01 de junho de 1905, na cidade de Piacenza, It\u00e1lia, isent to mission and their children and their daughter &#8230; Se quisermos praticar uma a\u00e7\u00e3o salutar dentro do templo &#8220;. <\/span><span style=\"vertical-align: inherit;\">O Papa Jo\u00e3o Paulo II, o beatificado com o t\u00edtulo de &#8220;Pai dos Migrantes&#8221; em 1997.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">Beato Jo\u00e3o Batista Scalabrini, rogai por n\u00f3s!<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\"><span style=\"vertical-align: inherit;\">_____________________________________________________________________<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o Justino S\u00e3o Justino nasceu em Fl\u00e1via Ne\u00e1polis, na Samaria no in\u00edcio do s\u00e9culo II, ano 103. Caminhada de sua convers\u00e3o ao Cristo pelas escolas de est\u00f3ica, pitag\u00f3rica, aristot\u00e9lica e neoplat\u00f4nica. Aos 30 anos de idade teve um encontro com um idoso de Cesar\u00e9ia que convenceu a proclamar ao mundo essa sua descoberta. Era definida [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":49853,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[],"class_list":["post-1813","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-santo-do-dia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1813","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1813"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1813\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49854,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1813\/revisions\/49854"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49853"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1813"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1813"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1813"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}