{"id":18100,"date":"2016-09-21T17:07:22","date_gmt":"2016-09-21T20:07:22","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/09\/21\/um-operario-italiano-relata-como-o-padre-amorth-o-livrou-do-diabo\/"},"modified":"2017-05-30T16:40:21","modified_gmt":"2017-05-30T19:40:21","slug":"um-operario-italiano-relata-como-o-padre-amorth-o-livrou-do-diabo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/um-operario-italiano-relata-como-o-padre-amorth-o-livrou-do-diabo\/","title":{"rendered":"Um oper\u00e1rio italiano relata como o padre Amorth o livrou do diabo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/noticias\/exorcism.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>\u201cDepois de seis anos terr\u00edveis, eu sa\u00ed do pesadelo\u201d, diz o homem, que falava ingl\u00eas sem saber e era agredido fisicamente pelo dem\u00f4nio<\/p>\n<p>\u201cPerto dos lugares sagrados, ou durante a ora\u00e7\u00e3o, eu n\u00e3o era mais eu mesmo. Acordava com frequ\u00eancia, de madrugada, com arranh\u00f5es na pele. N\u00e3o era eu que me arranhava, mas os arranh\u00f5es estavam l\u00e1. E um dos sinais mais inexplic\u00e1veis, que aconteceu nos primeiros exorcismos enquanto o pe. Amorth fazia a sua ora\u00e7\u00e3o, era que eu estava falando em ingl\u00eas. Eu dizia coisas corretamente nessa l\u00edngua\u201d, contou Alberto ao jornal italiano La Repubblica, em entrevista publicada no \u00faltimo domingo, 18 de setembro.<\/p>\n<p>Alberto, que, ali\u00e1s, n\u00e3o sabe falar ingl\u00eas, \u00e9 o nome fict\u00edcio usado nessa entrevista por um oper\u00e1rio do norte da It\u00e1lia que aceitou relatar a sua hist\u00f3ria ao rep\u00f3rter Pablo Rodari, embora mantendo a pr\u00f3pria identidade em sigilo.<\/p>\n<p>\u201cDepois de seis anos terr\u00edveis, eu sa\u00ed do pesadelo\u201d, afirmou ele, em refer\u00eancia ao seu encontro com o sacerdote exorcista falecido na semana passada. Os jornais italianos publicaram nos \u00faltimos dias v\u00e1rios testemunhos de ex-possu\u00eddos que relatam a obra do padre Gabriele Amorth, que faleceu por complica\u00e7\u00f5es pulmonares, aos 91 anos, na noite da \u00faltima sexta-feira, 16 de setembro de 2016. Exorcista da diocese de Roma, ele era mundialmente conhecido pelo seu minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>Falar um idioma desconhecido n\u00e3o \u00e9 incomum nos casos como o de Alberto. \u201cAh, eu n\u00e3o sabia ingl\u00eas. Nunca tive oportunidade de estudar. Mas durante o exorcismo eu estava falando e insultando o pe. Amorth, a Igreja, Deus, Nossa Senhora\u201d.<\/p>\n<p>Alberto pediu ajuda ao padre Amorth depois de ter feito experi\u00eancias de ocultismo e esoterismo: ele tinha participado de v\u00e1rios ritos a convite de uma amiga. \u201cS\u00f3 depois eu me dei conta de que isso tinha aberto as portas de uma realidade sobrenatural que invadiu a minha vida e o meu corpo\u201d.<\/p>\n<p>No primeiro encontro, Alberto recorda que, enquanto o sacerdote rezava uma simples ladainha em latim, seu corpo reagiu entrando em transe, o que pode ser o primeiro sinal de uma eventual possess\u00e3o.<\/p>\n<p>Ele acrescenta que, nos primeiros meses, fez v\u00e1rias visitas m\u00e9dicas, porque o pe. Amorth queria ter certeza que n\u00e3o se tratava de um transtorno ps\u00edquico. A medicina, por\u00e9m, n\u00e3o deu resposta aos seus sofrimentos: ele foi declarado \u201caparentemente sadio\u201d.<\/p>\n<p>Os exorcismos aconteceram \u201cnum clima de grande serenidade\u201d durante seis anos, prossegue Alberto. \u201cO pe. Amorth me deu as boas-vindas em uma sala ao lado de uma igreja. Foram chamadas algumas pessoas para ajud\u00e1-lo. Eles oraram durante o exorcismo e me seguraram quando eu sofri um \u2018arrebatamento\u2019. Todo o mundo foi muito cordial. O pr\u00f3prio pe. Amorth sempre diminui a tens\u00e3o com alguma brincadeira\u201d.<\/p>\n<p>Alberto relata que, ap\u00f3s os exorcismos, sentia muita tranquilidade, mas, poucos dias depois, precisava de uma nova sess\u00e3o de ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A liberta\u00e7\u00e3o veio depois de seis anos, ap\u00f3s uma profunda mudan\u00e7a no seu estilo de vida. \u201cO pe. Amorth me pediu para come\u00e7ar uma vida diferente, feita de ora\u00e7\u00e3o e jejum. Eu aceitei. Foram anos em que, pouco a pouco, eu me aproximei da f\u00e9\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUm dia eu fui receber mais um exorcismo, mas o padre come\u00e7ou a orar e eu n\u00e3o tinha nenhuma rea\u00e7\u00e3o\u201d. Foi quando o padre Amorth lhe disse que estava livre. \u201cMas se lembre: voc\u00ea tem que continuar com esta vida; se n\u00e3o, tudo aquilo vai voltar\u201d, afirma Alberto em seu depoimento ao segundo jornal mais lido de toda a It\u00e1lia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cDepois de seis anos terr\u00edveis, eu sa\u00ed do pesadelo\u201d, diz o homem, que falava ingl\u00eas sem saber e era agredido fisicamente pelo dem\u00f4nio \u201cPerto dos lugares sagrados, ou durante a ora\u00e7\u00e3o, eu n\u00e3o era mais eu mesmo. Acordava com frequ\u00eancia, de madrugada, com arranh\u00f5es na pele. 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