{"id":1779,"date":"2012-05-24T18:02:54","date_gmt":"2012-05-24T21:02:54","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/jesus-realmente-existiu\/"},"modified":"2017-06-29T15:16:23","modified_gmt":"2017-06-29T18:16:23","slug":"jesus-realmente-existiu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/jesus-realmente-existiu\/","title":{"rendered":"Jesus realmente existiu?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"images\/stories\/jesusrealmenteexistiu.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>H\u00e1 numerosas provas hist\u00f3ricas da exist\u00eancia de Jesus  inclusive mais do que as que demonstram a exist\u00eancia de pessoas como J\u00falio C\u00e9sar.<\/em><br \/><em><\/p>\n<p>A certeza hist\u00f3rica da exist\u00eancia de Cristo nunca foi questionada com seriedade em 2 mil anos; pelo contr\u00e1rio, foi demonstrada por fatos e in\u00fameras fontes antigas, crist\u00e3s, judaicas e pag\u00e3s.<br \/><\/em><strong><br \/>A vida terrena de Cristo n\u00e3o tinha nada para merecer a aten\u00e7\u00e3o de alguns historiadores o in\u00edcio da nossa era. A trajet\u00f3ria de um jovem provinciano que n\u00e3o construiu nada, n\u00e3o escreveu nada e s\u00f3 pregou durante tr\u00eas breves anos na Palestina, antes de morrer em uma cruz romana, n\u00e3o tinha realmente voca\u00e7\u00e3o de marcar a hist\u00f3ria.<\/strong><\/p>\n<p>A vida de Jesus deveria ter passado totalmente inadvertida do ponto de vista hist\u00f3rico. Ele n\u00e3o foi nenhum nobre, nem um rei, n\u00e3o realizou nenhuma fa\u00e7anha militar nem nada que deixasse vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos (exceto a S\u00edndone de Turim e algumas rel\u00edquias). Com rela\u00e7\u00e3o ao pequeno n\u00famero de autores do s\u00e9culo I que conhecemos  basicamente romanos e cerca de 20, segundo o historiador ingl\u00eas E. M. Blaiklock , eles se interessavam em geral somente pelos grandes acontecimentos pol\u00edticos. Finalmente, a invas\u00e3o e destrui\u00e7\u00e3o de Jerusal\u00e9m pelos romanos (ano 70) e o fato de que estes, durante 3 s\u00e9culos, tentassem erradicar todo e qualquer rastro do cristianismo n\u00e3o deixariam a priori muitas possibilidades de que houvesse evid\u00eancias dispon\u00edveis sobre o que ocorreu na Palestina na \u00e9poca de Jesus, e muito menos da vida de Jesus.<\/p>\n<p>O fato do Filho de Deus &#8216;Se fazer um de n\u00f3s&#8217; verificou-se na maior humildade  escreve Jo\u00e3o Paulo II em sua carta Tertio millenio adveniente, em 1994 , pelo que n\u00e3o admira que a historiografia profana, absorvida por fatos mais clamorosos e personagens que davam mais nas vistas, lhe tenha dedicado, ao in\u00edcio, somente acenos fugidios, ainda que significativos (n.5).<\/p>\n<p><strong>Cristo teve, no entanto, muitos disc\u00edpulos que, depois da sua ressurrei\u00e7\u00e3o, deram testemunho dele corajosamente, pagando com a sua vida pelo que haviam visto e ouvido. Os 27 livros do Novo Testamento apresentam crit\u00e9rios de fiabilidade hist\u00f3rica: a pessoa pode se sacrificar pelo que acredita ser a Verdade, mas nunca daria a sua vida por algo que sabe que \u00e9 mentira.<\/strong><\/p>\n<p>Os 27 livros do Novo Testamento, escritos pelos 4 evangelistas, 5 autores de cartas, testemunhas e contempor\u00e2neos, abrangem o per\u00edodo que se estende do nascimento de Cristo ao minist\u00e9rio dos primeiros ap\u00f3stolos. As cartas de Paulo s\u00e3o datadas entre os anos 48 e 67, o que o situa em uma \u00e9poca na qual os adultos haviam sido contempor\u00e2neos de Cristo e podiam, portanto, reagir com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 veracidade dos seus escritos.<\/p>\n<p>Deixando de lado certas diverg\u00eancias menores que geralmente podemos explicar, encontramos nesses escritos uma abund\u00e2ncia de detalhes geogr\u00e1ficos e hist\u00f3ricos que coincidem perfeitamente, e numerosos crit\u00e9rios fi\u00e1veis que mostram que estas testemunhas s\u00e3o pessoas sinceras e bem informadas, que n\u00e3o temem revelar seus pr\u00f3prios equ\u00edvocos, faltas ou fraquezas, com tal de contar fielmente o que sabiam dos fatos. Por exemplo, n\u00e3o omitem nenhuma das reprova\u00e7\u00f5es feitas por Jesus a elas: Cora\u00e7\u00f5es sem intelig\u00eancia, lentos para crer&#8230; (Lc 24, 25).<\/p>\n<p>Parece dif\u00edcil duvidar da sinceridade destas pessoas que querem at\u00e9 dar a vida para afirmar a veracidade do que dizem. Que interesse teriam em mentir? Para enganar quem e conseguir o qu\u00ea? Tr\u00eas dos evangelistas e 11 dos 12 ap\u00f3stolos selaram seu testemunho com o mart\u00edrio. A pessoa pode se sacrificar pelo que acredita ser a Verdade, mas nunca daria a sua vida por algo que sabe que \u00e9 mentira.<\/p>\n<p>A prova mais contundente de que Jesus existiu \u00e9 o fato de que milhares de crist\u00e3os do primeiro s\u00e9culo, incluindo os 12 ap\u00f3stolos, efetivamente aceitaram arriscar ou entregar suas vidas como m\u00e1rtires por Cristo Jesus.<br \/><strong><br \/>A exist\u00eancia de Jesus \u00e9 demonstrada pelos testemunhos de contempor\u00e2neos com grande continuidade, do s\u00e9culo I ao II, depois pelos Padres da Igreja e tamb\u00e9m pelos relatos ap\u00f3crifos.<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m dos 27 livros do Novo Testamento, que nos proporcionam informa\u00e7\u00f5es de primeira m\u00e3o sobre Jesus, sua vida e seus ensinamentos, existem outros muitos escritos n\u00e3o b\u00edblicos que testificam sua historicidade.<\/p>\n<p>Os primeiros testemunhos hist\u00f3ricos a levar em considera\u00e7\u00e3o s\u00e3o dos padres chamados apost\u00f3licos homens ou escritos an\u00f4nimos do per\u00edodo imediatamente posterior ao dos ap\u00f3stolos. Encontramos, por exemplo, as cartas de Clemente de Roma (um colaborador pr\u00f3ximo de S\u00e3o Paulo), de In\u00e1cio de Antioquia (prov\u00e1vel disc\u00edpulo de Pedro e Jo\u00e3o) e de Policarpo de Esmirna (instru\u00eddo pelos ap\u00f3stolos e constitu\u00eddo bispo por eles), que comentam as Escrituras e ilustram as comunidades crist\u00e3s sobre os diversos ensinamentos transmitidos por Jesus aos primeiros disc\u00edpulos.<\/p>\n<p>Para eles e para toda a gera\u00e7\u00e3o seguinte (dos s\u00e9culos II ao VI) , os autores eclesi\u00e1sticos, conhecidos sob o nome mais gen\u00e9rico de Padres da Igreja, como Eus\u00e9bio de Cesareia, Irineu de Lyon, Or\u00edgenes, Tertuliano, n\u00e3o tiveram d\u00favida de que Jesus \u00e9 um personagem hist\u00f3rico. E a sua ades\u00e3o aos seus ensinamentos \u00e9 total.<\/p>\n<p>Quanto aos relatos ap\u00f3crifos, que apresentam aos historiadores tantos problemas de reconstitui\u00e7\u00e3o devido \u00e0 fr\u00e1gil fiabilidade das tradi\u00e7\u00f5es que transmitem, jamais colocam em d\u00favida a exist\u00eancia de Jesus.<\/p>\n<p><strong>Junto a estas fontes, que oferecem tamb\u00e9m os primeiros balbucios da Igreja ap\u00f3s a morte de Jesus, outros escritos n\u00e3o-crist\u00e3os do mundo antigo mencionam a pessoa de Jesus sem jamais questionar a sua exist\u00eancia.<\/strong><\/p>\n<p>Inclusive os judeus que combateram a Igreja desde o come\u00e7o nunca questionaram os relatos evang\u00e9licos.<\/p>\n<p>O Talmude, que \u00e9 uma recopila\u00e7\u00e3o das tradi\u00e7\u00f5es orais do juda\u00edsmo, redigida no s\u00e9culo IV, fala de Jesus em v\u00e1rios lugares, dizendo dele e dos seus disc\u00edpulos que faziam milagres mediante a magia, mas sem evocar jamais a hip\u00f3tese de que Cristo nunca tenha existido. O Talmude babil\u00f4nico confirma a crucifix\u00e3o de Jesus na vig\u00edlia da P\u00e1scoa.<\/p>\n<p>Jesus tamb\u00e9m \u00e9 mencionado pelo historiador judeu convertido em cidad\u00e3o romano, Fl\u00e1vio Josefo (s\u00e9culo I), quem menciona Jesus e seu irm\u00e3o Tiago em suas Antiguidades Judaicas (sobre a hist\u00f3ria do povo judeu). Ele, contempor\u00e2neo dos acontecimentos, fala tamb\u00e9m de um Jesus h\u00e1bil em fazer prod\u00edgios, que foi condenado \u00e0 cruz.<\/p>\n<p>\u00c9 mencionado tamb\u00e9m pelo fil\u00f3sofo plat\u00f4nico Celso, um judeu romano, autor do Discurso Verdadeiro, virulento ataque contra o cristianismo (s\u00e9culo II). Nele, escreve: Voc\u00eas consideram como Deus um personagem que acabou uma vida infame mediante uma morte miser\u00e1vel.<\/p>\n<p>Entre os romanos, podemos indicar tr\u00eas testemunhas que, como os judeus, n\u00e3o s\u00e3o, em absoluto, elogiosos com rela\u00e7\u00e3o a Jesus, mas t\u00eam o m\u00e9rito de oferecer outras provas da sua exist\u00eancia: Pl\u00ednio o Jovem, governador romano por volta do ano 122 da nossa era; o historiador T\u00e1cito, considerado o mais preciso do mundo antigo, pois fala da morte de Jesus em seus Anais, escritos por volta do ano 115; e Suet\u00f4nio (+125), que cita os crist\u00e3os em A vida dos 12 C\u00e9sares: Cl\u00e1udio expulsou os judeus de Roma, que causavam permanentes problemas, devido a um tal Chrestus, diz em uma delas.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso mencionar igualmente o testemunho de um escritor sat\u00edrico grego: Luciano de Sam\u00f3sata (125-192), que diz de Cristo que \u00e9 honrado na Palestina, pois foi crucificado depois de introduzir um novo culto entre os homens; \u00e9 o primeiro legislador dos crist\u00e3os, o sofista crucificado cujas leis permanecem (Morte de Peregrinus, 11-13).<\/p>\n<p>Cabe lembrar tamb\u00e9m do pag\u00e3o Thallus (ou Thale), um historiador\/cronista contempor\u00e2neo de Cristo, citado pelo escritor Sexto J\u00falio Africano (em 220), que fala do eclipse ocorrido no momento da crucifix\u00e3o de Cristo.<\/p>\n<p>Outro testemunho procede de um dos raros documentos hist\u00f3ricos do s\u00e9culo I que foi encontrado: uma carta conservada no British Museum (manuscrito s\u00edrio n. 14658), no qual certo Mara Bar-Serapion, s\u00edrio, ent\u00e3o preso, dirige-se ao seu filho Serapion, pedindo-lhe que busque os caminhos da sabedoria. Ap\u00f3s ter citado os nomes de S\u00f3crates e Pit\u00e1goras, cita Cristo (Christus), dizendo dele: Que vantagem tiveram os judeus, executando o seu rei s\u00e1bio? Seu reino foi destru\u00eddo pouco depois. O s\u00edrio confirma indiretamente que Jesus era reconhecido como homem s\u00e1bio e virtuoso, considerado por muitos como o rei de Israel, que foi executado e que sobreviveu nos ensinamentos dos seus disc\u00edpulos.<\/p>\n<p><strong>Estes relatos independentes mostram que, desde os primeiros tempos, nem sequer os advers\u00e1rios do cristianismo duvidaram de que Jesus tenha realmente existido, conclui hoje a Encyclopediae Britannica, precisando que foi no final do s\u00e9culo XVIII, durante o s\u00e9culo XIX e no come\u00e7o do s\u00e9culo XX que a historicidade de Jesus foi questionada pela primeira vez, por motivos insuficientes, por parte de diversos escritores.<\/strong><\/p>\n<p>No s\u00e9culo XVII, a hist\u00f3ria se tornou uma verdadeira ci\u00eancia. Foi nesse momento que nasceram (como em muitos outros temas) as primeiras perguntas sobre a exist\u00eancia de Jesus. Mas foi nos s\u00e9culos seguintes quando houve verdadeiramente d\u00favidas e discuss\u00f5es, certos historiadores extremistas come\u00e7aram a desenvolver teses segundo as quais Jesus teria sido produto de um mito ou de uma mitologia.<\/p>\n<p>Mas as suas teses foram refutadas, uma a uma, pelos historiadores especializados, como o professor de hist\u00f3ria do cristianismo na Sorbonne, Charles Guignebert, em 1933, quem disse, com rela\u00e7\u00e3o a elas: Os esfor\u00e7os, com frequ\u00eancia eruditos e engenhosos dos especialistas em mitologia, n\u00e3o convenceram os s\u00e1bios independentes e desinteressados, a quem n\u00e3o lhes impediria reconhecer um fato bem estabelecido. Sua ades\u00e3o teria uma raz\u00e3o de ser. O entusiasmo dos incompetentes n\u00e3o compensa este fracasso.<\/p>\n<p>Depois dos anos 30, a quest\u00e3o da historicidade de Jesus teve um par\u00eanteses e, ap\u00f3s esse per\u00edodo, conheceu uma nova tentativa de recupera\u00e7\u00e3o nos anos 50, mas foi rapidamente sufocada pelos especialistas em Novo Testamento e em cristianismo antigo, que n\u00e3o aceitaram nenhuma das hip\u00f3teses propostas.<\/p>\n<p>Atualmente, 95% dos historiadores acreditam que Jesus existiu. S\u00e3o un\u00e2nimes: existem mais provas da sua exist\u00eancia que da exist\u00eancia de outros personagens hist\u00f3ricos, como J\u00falio C\u00e9sar, por exemplo, nascido 100 anos antes dele.<\/p>\n<p><strong>Cita\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; O fato do Filho de Deus &#8216;Se fazer um de n\u00f3s&#8217; verificou-se na maior humildade, pelo que n\u00e3o admira que a historiografia profana, absorvida por fatos mais clamorosos e personagens que davam mais nas vistas, lhe tenha dedicado, ao in\u00edcio, somente acenos fugidios, ainda que significativos. (Jo\u00e3o Paulo II, carta Tertio millenio adveniente, 10 de novembro de 1994, n. 5)<\/p>\n<p>&#8211; Enciclop\u00e9dia Brit\u00e2nica, 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o, a prop\u00f3sito dos testemunhos independentes sobre Jesus: Estes relatos independentes mostram que, desde os primeiros tempos, nem sequer os advers\u00e1rios do cristianismo duvidaram de que Jesus tenha realmente existido. Foi no final do s\u00e9culo XVIII, durante o s\u00e9culo XIX e no come\u00e7o do s\u00e9culo XX que a historicidade de Jesus foi questionada pela primeira vez, por motivos insuficientes, por parte de diversos escritores.<\/p>\n<p>&#8211; Grande Enciclop\u00e9dia Larousse: Os historiadores s\u00e9rios s\u00e3o un\u00e2nimes ao afirmar, sem hesitar, que Jesus realmente existiu (Vol. 11, p. 6699).<\/p>\n<p>&#8211; Suet\u00f4nio (testemunha indireta que prova que, 20 anos depois da morte de Cristo, havia crist\u00e3os ativos em Roma): Cl\u00e1udio expulsou os judeus de Roma, que causavam permanentes problemas, devido a um tal Chrestus (Vida de Cl\u00e1udio, XXV.11).<\/p>\n<p>&#8211; A medida repressiva de Cl\u00e1udio \u00e9, por outro lado, testemunhada nos Atos dos Ap\u00f3stolos (no ano 52, em Corinto, Paulo encontra uma fam\u00edlia judia que havia sido expulsa de Roma (Atos 18, 2).<\/p>\n<p>&#8211; Suet\u00f4nio: Ele entregou \u00e0 tortura os crist\u00e3os, ra\u00e7a adita a uma supersti\u00e7\u00e3o nova e culp\u00e1vel (Vida de Nero, XVI.3).<\/p>\n<p>&#8211; T\u00e1cito: O nome &#8216;crist\u00e3o&#8217; vem do nome de Cristo, que foi condenado sob o reinado de Tib\u00e9rio, pelo procurador P\u00f4ncio Pilatos (Anais, 15.44).<\/p>\n<p>&#8211; Pl\u00ednio o Jovem: Os que negaram ser crist\u00e3os ou t\u00ea-lo sido, ou que invocavam os deuses de acordo com a f\u00f3rmula que eu lhes ditava e faziam sacrif\u00edcios mediante o incenso e o vinho diante da sua imagem, que haviam trazido para esse fim as est\u00e1tuas dos deuses, ou ainda maldiziam Cristo coisas estas que s\u00e3o imposs\u00edveis de conseguir daqueles que s\u00e3o realmente crist\u00e3os , pensei que deveria coloc\u00e1-los em liberdade. [Os que se diziam crist\u00e3os] afirmam que toda a sua culpa ou seu erro se limitava a ter o costume de reunir-se em um dia fixo antes do amanhecer e cantar entre eles, alternativamente, um hino a Cristo, como a um deus&#8230; (Cartas e Paneg\u00edrico a Trajano: X\/96\/5-7). Este texto n\u00e3o afirma a exist\u00eancia de Jesus Cristo, mas a confirma de forma indireta: prova que, de fato, no in\u00edcio do s\u00e9culo II, homens e mulheres acreditavam firmemente na sua exist\u00eancia.<\/p>\n<p>&#8211; Nosso conhecimento de Jesus \u00e9 uma continuidade sem ruptura. (Pe. Antoine Guggenheim)<\/p>\n<p>Agradecemos ao Pe. Guillaume de Menthi\u00e8re, sacerdote franc\u00eas e professor na Escola Catedral (Col\u00e9gio dos Bernardinos  Paris), pela revis\u00e3o deste artigo.<\/p>\n<p>Por Team Aleteia<\/p>\n<p>Fonte: Aleteia<br \/>Local: S\u00e3o Paulo (SP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 numerosas provas hist\u00f3ricas da exist\u00eancia de Jesus inclusive mais do que as que demonstram a exist\u00eancia de pessoas como J\u00falio C\u00e9sar. 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