{"id":16635,"date":"2016-07-29T11:56:59","date_gmt":"2016-07-29T14:56:59","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/07\/29\/francisco-em-auschwitz-nas-pegadas-de-joao-paulo-ii-e-bento-xvi\/"},"modified":"2017-06-02T10:35:30","modified_gmt":"2017-06-02T13:35:30","slug":"francisco-em-auschwitz-nas-pegadas-de-joao-paulo-ii-e-bento-xvi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/francisco-em-auschwitz-nas-pegadas-de-joao-paulo-ii-e-bento-xvi\/","title":{"rendered":"Francisco em Auschwitz: nas pegadas de Jo\u00e3o Paulo II e Bento XVI"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/papas\/ap3556423_articolo.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>A etapa que o Papa Francisco realizou esta sexta-feira (29\/07) visitando os campos de exterm\u00ednio nazistas tamb\u00e9m foi realizada por seus predecessores.<\/p>\n<p>S. Jo\u00e3o Paulo II esteve em Auschwitz durante sua primeira viagem \u00e0 Pol\u00f4nia, em 7 de junho de 1979 e tamb\u00e9m rezou na cela onde morreu S. Maximiliano Kolbe. Na missa celebrada fora do campo de concentra\u00e7\u00e3o, disse: \u201cVenho aqui hoje como peregrino. Sabe-se que muitas vezes me encontrei aqui&#8230; Quantas vezes! (&#8230;) N\u00e3o podia deixar de vir aqui como Papa. (&#8230;) Venho para juntamente convosco, independentemente da vossa f\u00e9, olhar mais uma vez de frente para a causa humana. Em particular detenho-me juntamente convosco, queridos participantes neste encontro, diante da l\u00e1pide com a inscri\u00e7\u00e3o em l\u00edngua hebraica. Esta inscri\u00e7\u00e3o suscita a recorda\u00e7\u00e3o daquele povo cujos filhos e filhas estavam destinados ao exterm\u00ednio total. (&#8230;) Diante desta l\u00e1pide n\u00e3o \u00e9 l\u00edcito a ningu\u00e9m passar adiante com indiferen\u00e7a. (&#8230;) N\u00e3o podemos apenas visitar Auschwitz. \u00c9 necess\u00e1rio nesta ocasi\u00e3o, pensar com medo onde se encontram as fronteiras do \u00f3dio. Auschwitz \u00e9 um testemunho da guerra. A guerra traz consigo um aumento desproporcionado do \u00f3dio, da destrui\u00e7\u00e3o, da crueldade\u201d.<\/p>\n<p>Em 28 de maio de 2006, foi a vez de Bento XVI visitar Auschwitz-Birkenaum, ao final de sua viagem \u00e0 Pol\u00f4nia.<\/p>\n<p>Naquela ocasi\u00e3o, afirmou: \u201cTomar a palavra neste lugar de horror, de ac\u00famulo de crimes contra Deus e contra o homem sem igual na hist\u00f3ria, \u00e9 quase imposs\u00edvel e \u00e9 particularmente dif\u00edcil e oprimente para um crist\u00e3o, para um Papa que prov\u00e9m da Alemanha. Num lugar como este faltam as palavras, no fundo pode permanecer apenas um sil\u00eancio aterrorizado um sil\u00eancio que \u00e9 um grito interior a Deus: Senhor, por que silenciaste? Por que toleraste tudo isto? \u00c9 nesta atitude de sil\u00eancio que nos inclinamos profundamente no nosso cora\u00e7\u00e3o face \u00e0 numerosa multid\u00e3o de quantos sofreram e foram condenados \u00e0 morte; todavia, este sil\u00eancio torna-se depois pedido em voz alta de perd\u00e3o e de reconcilia\u00e7\u00e3o, um grito ao Deus vivo para que jamais permita uma coisa semelhante\u201d.<\/p>\n<p>E prosseguiu: \u201cO Papa Jo\u00e3o Paulo II veio aqui como filho daquele povo que, ao lado do povo judeu, teve que sofrer mais neste lugar e, em geral, durante a guerra. (&#8230;) Hoje eu vim aqui como um filho do povo alem\u00e3o, e precisamente por isto devo e posso dizer como ele: n\u00e3o podia deixar de vir aqui. Tinha que vir. Era e \u00e9 um dever perante a verdade e o direito de quantos sofreram, um dever diante de Deus\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A etapa que o Papa Francisco realizou esta sexta-feira (29\/07) visitando os campos de exterm\u00ednio nazistas tamb\u00e9m foi realizada por seus predecessores. S. Jo\u00e3o Paulo II esteve em Auschwitz durante sua primeira viagem \u00e0 Pol\u00f4nia, em 7 de junho de 1979 e tamb\u00e9m rezou na cela onde morreu S. Maximiliano Kolbe. 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