{"id":16207,"date":"2016-07-13T13:25:43","date_gmt":"2016-07-13T16:25:43","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/07\/13\/lg-a-centralidade-da-pessoa-de-cristo-na-igreja\/"},"modified":"2017-06-02T11:07:59","modified_gmt":"2017-06-02T14:07:59","slug":"lg-a-centralidade-da-pessoa-de-cristo-na-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/lg-a-centralidade-da-pessoa-de-cristo-na-igreja\/","title":{"rendered":"LG: A centralidade da pessoa de Cristo na Igreja"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/noticias\/ansa1014307_articolo.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>No nosso espa\u00e7o Mem\u00f3ria Hist\u00f3rica, 50 anos do Conc\u00edlio Vaticano II, vamos continuar a tratar na edi\u00e7\u00e3o de hoje da Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica Lumen Gentium.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/media02.radiovaticana.va\/audio\/audio2\/mp3\/00539047.mp3\">Clique aqui para ouvir.<\/a><\/p>\n<p>No programa de hoje damos continuidade ao estudo desta Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica, que refletindo basicamente sobre a constitui\u00e7\u00e3o e a natureza da Igreja, reafirmou v\u00e1rias verdades eclesiol\u00f3gicas. O Padre Gerson Schmidt nos prop\u00f5e, nesta etapa de nosso percurso, a import\u00e2ncia em se colocar novamente em primeiro lugar a dimens\u00e3o cristol\u00f3gica da eclesiologia do Conc\u00edlio:<\/p>\n<p>&#8220;Aqui refletimos que o pregador da Casa Pontif\u00edcia, Raniero Cantalamessa, no Advento do ano passado fez grandes e ricas reflex\u00f5es sobre a Lumen Gentium. Cantalamessa afirmou que \u00e9 preciso resgatar n\u00e3o simplesmente a Eclesiologia do Concilio Vaticano II, que sabemos \u00e9 uma Eclesiologia de comunh\u00e3o. Raniero fala de uma Eclesiologia Cristol\u00f3gica. Disse ele assim: \u201cAquela frase inicial \u2013 Cristo Luz dos Povos &#8211; cont\u00e9m a chave para interpretar toda a eclesiologia do Vaticano II. Essa \u00e9 uma eclesiologia cristol\u00f3gica, e, portanto, espiritual e m\u00edstica, antes que social e institucional. N\u00e3o se trata, no entanto, de uma rela\u00e7\u00e3o entre antes e depois, entre mais e menos; mas sim de uma rela\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 que existe entre o corpo e a alma que lhe d\u00e1 vida. Ambos s\u00e3o insepar\u00e1veis e necess\u00e1rios um para o outro. \u00c9 necess\u00e1rio colocar novamente em primeiro lugar esta dimens\u00e3o cristol\u00f3gica da eclesiologia do Conc\u00edlio, tamb\u00e9m em vista de uma evangeliza\u00e7\u00e3o mais eficaz. De fato, n\u00e3o se aceita a Cristo por amor a Igreja, mas aceita-se a Igreja por amor a Cristo. At\u00e9 mesmo uma Igreja desfigurada pelo pecado de muitos de seus representantes\u201d.<\/p>\n<p>Quero destacar aqui novamente essa frase importante de Cantalamessa: \u201cDe fato, n\u00e3o se aceita a Cristo por amor a Igreja, mas aceita-se a Igreja por amor a Cristo\u201d. Por isso, a Eclesiologia do Concilio Vaticano II s\u00f3 se entende melhor dentro da Cristologia. Cristo quem instituiu a Igreja. S\u00f3 mergulhamos plenamente no mist\u00e9rio da Igreja, mergulhando o mist\u00e9rio de Cristo que quis construir, fundar, edificar uma Igreja concreta, com ap\u00f3stolos, colocando Pedro como chefe do rebanho. Por essa Igreja, Cristo se entregou na cruz, morreu por ela. Por isso, vale aqui a m\u00e1xima de S\u00e3o Cipriano, que afirmou: \u201cNingu\u00e9m pode ter Deus por Pai, se n\u00e3o tiver a Igreja como m\u00e3e\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio n\u00f3s resgatarmos esse encontro do fiel paroquiano com a pessoa de Cristo. Quantas vezes n\u00f3s exigimos de pessoas que participam esporadicamente de nossas comunidades paroquiais um compromisso de engajamento. E no entanto, a maioria dessas pessoas, que participam pouco, n\u00e3o tiveram um verdadeiro encontro com Cristo Ressuscitado dos mortos. Exigimos, exigimos, exigimos um compromisso efetivo das pessoas por meio de in\u00fameras exig\u00eancias. Como se a f\u00e9 fosse um engajamento numa luta, num esfor\u00e7o de manter uma par\u00f3quia viva e din\u00e2mica a qualquer custo. Absolutamente. A f\u00e9 \u00e9 um dom. Precisamos ressuscitar os paroquianos, antes de exigir uma participa\u00e7\u00e3o maior , mais efetiva. \u00c9 necess\u00e1rio primeiro um encontro verdadeiramente pessoal e radical com Jesus de Nazar\u00e9. Pensemos nessa frase de Cantalamessa: \u201cN\u00e3o se aceita a Cristo por amor a Igreja, mas aceita-se a Igreja por amor a Cristo\u201d. Cristo precisa ser anunciado, proclamado, amado primeiramente, para depois haver um seguimento efetivo e concreto na sua Igreja&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No nosso espa\u00e7o Mem\u00f3ria Hist\u00f3rica, 50 anos do Conc\u00edlio Vaticano II, vamos continuar a tratar na edi\u00e7\u00e3o de hoje da Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica Lumen Gentium. Clique aqui para ouvir. No programa de hoje damos continuidade ao estudo desta Constitui\u00e7\u00e3o dogm\u00e1tica, que refletindo basicamente sobre a constitui\u00e7\u00e3o e a natureza da Igreja, reafirmou v\u00e1rias verdades eclesiol\u00f3gicas. 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