{"id":15716,"date":"2016-06-29T11:56:08","date_gmt":"2016-06-29T14:56:08","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/06\/29\/bento-xvi-65-anos-de-ordenacao-sacerdotal\/"},"modified":"2017-05-08T10:53:15","modified_gmt":"2017-05-08T13:53:15","slug":"bento-xvi-65-anos-de-ordenacao-sacerdotal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/bento-xvi-65-anos-de-ordenacao-sacerdotal\/","title":{"rendered":"Bento XVI: 65 anos de ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O Papa em\u00e9rito Bento XVI completa, neste dia 29 de junho, o 65\u00ba anivers\u00e1rio de ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal, que foi comemorado ontem, com uma homenagem presidida pelo Papa Francisco, na Sala Clementina, com a presen\u00e7a dos meus vener\u00e1veis irm\u00e3os Padres Cardeais que trabalham na C\u00faria Romana e pelos que residem em Roma.<br \/>A data \u00e9 significativa para, a partir de fontes diversas, tratarmos de alguns aspectos dessa bela e longa vida entregue ao Senhor por meio do exerc\u00edcio do minist\u00e9rio sacerdotal em n\u00edvel de pastoral paroquial e acad\u00eamico, chegando, depois de bispo e cardeal, a servir como Sucessor de Pedro \u00e0 Igreja de Cristo de 2005 a 2013. Que Deus seja louvado por essa vida doada a Ele e ao pr\u00f3ximo!<br \/>Uma boa obra, dentre tantas traduzidas para o portugu\u00eas, est\u00e1 Joseph Ratzinger: uma biografia, da Editora Quadrante, de S\u00e3o Paulo, escrita por Pablo Blanco, um dos maiores especialistas em Joseph Ratzinger, que foi, ali\u00e1s, a primeira biografia de Bento XVI a aparecer no Brasil. O livro est\u00e1 dividido em duas partes: a primeira \u00e9 a biografia propriamente dita e a segunda \u00e9 uma rica sele\u00e7\u00e3o de textos feita por Henrique Elfes, intitulada \u201cReflex\u00f5es sobre a f\u00e9 e o mundo\u201d. Trata-se de um farto material, capaz de levar-nos a conhecer melhor o nosso querido Papa em\u00e9rito, a quem Francisco tem chamado, carinhosamente, de \u201cnono s\u00e1bio\u201d.<br \/>Joseph Ratzinger nasceu no dia 16 de abril de 1927, na Baviera, regi\u00e3o cat\u00f3lica da Alemanha, filho de um oficial de pol\u00edcia rural (Joseph) e de uma cozinheira profissional (Maria). Viveu a inf\u00e2ncia em um ambiente calmo e tranquilo em meio \u00e0 natureza, embora nas ruas surgissem frequentes pol\u00eamicas entre nazistas e antinazistas. Dentre esses polemistas figurava seu pai que, por discordar dos macabros projetos de Adolf Hitler, teve de mudar v\u00e1rias vezes de resid\u00eancia e escapou por pouco da pris\u00e3o.<br \/>Com doze anos, Ratzinger entrou para o Semin\u00e1rio, mas tamb\u00e9m a\u00ed passou dificuldades, pois, para receber o carn\u00ea que lhe possibilitasse estudar (esp\u00e9cie de bolsa de estudos) era preciso filiar-se \u00e0 juventude hitlerista, o que ele n\u00e3o fez. Todavia, um professor amigo, conhecendo a capacidade do seminarista, conseguiu-lhe a bolsa necess\u00e1ria. Mesmo assim, teve de deixar seus estudos para ajudar nos campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, de onde foi mandado para realizar trabalho bra\u00e7al e, finalmente, de volta \u00e0 casa de seus pais.<br \/>Essa liberdade, por\u00e9m, n\u00e3o durou muito, uma vez que foi convocado para servir o Estado em um quartel, do qual fugiu por opor-se \u00e0s teses nazistas. Perseguido e recapturado, enviaram-no a um campo de concentra\u00e7\u00e3o onde n\u00e3o havia rel\u00f3gio, calend\u00e1rio ou jornal e a alimenta\u00e7\u00e3o consistia apenas em algumas colheradas de sopa e um peda\u00e7o de p\u00e3o (cf. p. 34).<br \/>Libertado aos dezoito anos, prosseguiu seus estudos de Filosofia e Teologia, sendo ordenado sacerdote em 29 de junho de 1951, na catedral de Freising. Dedicou-se, ent\u00e3o, com profundo zelo, aos trabalhos pastorais (Missas, Confiss\u00f5es, Catequese&#8230;) e acad\u00eamicos, recebendo, em 1953, o t\u00edtulo de doutor em Teologia e, em 1957, a livre-doc\u00eancia.<br \/>Participou como te\u00f3logo do Conc\u00edlio Vaticano II (1962-1965), colaborando diretamente na reda\u00e7\u00e3o de dois importantes documentos deste: a Lumen Gentium (Luz dos Povos) e Ad Gentes (Aos Pag\u00e3os), sobre a atividade mission\u00e1ria da Igreja entre pessoas que desconhecem a f\u00e9 crist\u00e3.<br \/>Te\u00f3logo e escritor de renome mundial, tornou-se Bispo em 28 de maio de 1977, e, num gesto raro, foi nomeado Cardeal em 27 de junho do mesmo ano. Amigo de Jo\u00e3o Paulo II desde longa data, foi por ele chamado para ser Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, em 1981, fun\u00e7\u00e3o que ocupou at\u00e9 ser eleito Papa, no dia 19 de abril de 2005, escolhendo o nome de Bento XVI.<br \/>O mesmo livro que consultamos traz tamb\u00e9m uma colet\u00e2nea de trechos de entrevistas, homilias e confer\u00eancias que Bento XVI proferiu quando Cardeal-Prefeito da Sagrada Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9.<br \/>Segundo Henrique Elfes (cf. p. 147-148) nota-se, pelos textos selecionados, tr\u00eas caracter\u00edsticas marcantes em Joseph Ratzinger: a) N\u00e3o \u00e9 um gr\u00e3o-inquisidor, como, \u00e0s vezes, falava e fala a Imprensa, mas um homem aberto \u00e0s quest\u00f5es do mundo para as quais, com humildade, procura formular respostas \u00e0 luz da raz\u00e3o e da f\u00e9; b) Longe de titubear nas coloca\u00e7\u00f5es, defende com firmeza a verdade em que humildemente acredita e busca responder a todas as perguntas que lhe formulam; c) Possui imensa capacidade intelectual, mostrando-se atualizado quanto ao que se discute n\u00e3o s\u00f3 no mundo acad\u00eamico, mas no dia a dia da humanidade.<br \/>Enfim, est\u00e1 a\u00ed um homem assaz diferente daquele que parte da Imprensa, negativamente, sempre quis apresentar sem a devida compet\u00eancia.<br \/>Peter Swald autor do livro-entrevista Luz do mundo tamb\u00e9m testemunha que \u201cBento XVI deixou-me a impress\u00e3o de um homem jovem e moderno, que n\u00e3o passa o tempo a girar os polegares, mas de algu\u00e9m que ousa audazmente, que permanece interessado. Um mestre seguro, mas tamb\u00e9m inc\u00f4modo, porque percebe que estamos perdendo coisas \u00e0s quais, na verdade, n\u00e3o podemos renunciar.\u201d (&#8230;)<br \/>\u201cDeixa seu h\u00f3spede completamente \u00e0 vontade. Em certo sentido, n\u00e3o \u00e9 um Pr\u00edncipe da Igreja, mas um Servo da Igreja, um magn\u00e2nimo, que, no doar-se, consome-se totalmente. \u00c0s vezes olha de modo um tanto c\u00e9tico. Assim, por cima dos \u00f3culos. E quando o escutamos, sentado ao seu lado, percebe-se n\u00e3o somente a precis\u00e3o de seu pensamento e a esperan\u00e7a que jorra da f\u00e9; torna-se vis\u00edvel de modo particular, outrossim, aquele reluzir da luz do mundo, o olhar de Cristo, que deseja encontrar cada pessoa, e que n\u00e3o exclui ningu\u00e9m\u201d (Luz do mundo, p. 11 e 16).<br \/>Isso posto, passemos agora \u00e0s suas enc\u00edclicas: A primeira enc\u00edclica de Bento XVI foi assinada em 25 de dezembro de 2005 e se inicia com as palavras Deus caritas est (Deus \u00e9 amor). Trata-se, assim como outras atitudes desse Papa, de um corajoso documento, pois focaliza o verdadeiro sentido do amor em um mundo que cada vez mais fala em amar, e cada vez menos sabe o que esse verbo realmente significa. Reduz-se, n\u00e3o raras vezes, o amor ao ato sexual quase sempre mantido em relacionamentos extraconjugais.<br \/>Ora, o Santo Padre mostra que o ser humano, em seu corpo, deseja o Eros (amor carnal), mas o esp\u00edrito precisa do \u00c1gape (amor espiritual\/fraternal\/desinteressado). Este segundo tipo de amor deve complementar o primeiro, a fim de assegurar ao homem a supera\u00e7\u00e3o de sua animalidade, garantindo-lhe a racionalidade e a espiritualidade. <br \/>Nesse sentido, Jesus Cristo, Nosso Senhor, \u00e9 o exemplo maior do \u00e1gape, pois foi Ele quem primeiro nos amou e nos ensinou, enquanto Igreja, a testemunhar esse amor ao mundo de hoje. A fim de demonstrar que \u00e9 plenamente poss\u00edvel viver o \u00e1gape, Bento XVI termina a sua enc\u00edclica citando o exemplo de v\u00e1rios santos que souberam servir desinteressadamente a Cristo e aos irm\u00e3os mais necessitados: S\u00e3o Vicente de Paula, S\u00e3o Jos\u00e9 de Cotolengo, S\u00e3o Jo\u00e3o Bosco, Santa Luisa Marilac, Madre Teresa de Calcut\u00e1 etc.<br \/>Em 30 de novembro de 2007, quase dois anos depois de Deus caritas est, o Papa apresentou a sua segunda enc\u00edclica, iniciada com as palavras latinas Spe Salvi (Na esperan\u00e7a fomos salvos, de Romanos 8,24). Nela, faz uma grande retrospectiva hist\u00f3rica. Mostra que at\u00e9 o s\u00e9culo XVI os homens colocavam, sem d\u00favida, a sua esperan\u00e7a em Deus. A partir da\u00ed, por\u00e9m, a descoberta de novas terras, com as grandes navega\u00e7\u00f5es e o avan\u00e7o das ci\u00eancias, fez o ser humano colocar Deus entre par\u00eanteses para confiar unicamente nos pr\u00f3prios conhecimentos. <br \/>Ora, tudo isso n\u00e3o pode corresponder aos mais profundos anseios humanos ou responder \u00e0s interroga\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas do homem (De onde vim? Para onde vou? Que sentido tem a vida? O que h\u00e1 para al\u00e9m da morte? etc.). De modo que tivemos, a partir daquele s\u00e9culo, o aparecimento de um ser humano quase sem esperan\u00e7as, pois s\u00f3 Deus \u2013 e n\u00e3o a ci\u00eancia, embora importante \u2013, \u00e9 a plena resposta aos anseios mais \u00edntimos e naturais do homem. Este foi feito para o Senhor e n\u00e3o descansa enquanto n\u00e3o repousar n\u2019Ele, conforme nos ensina Santo Agostinho de Hipona, falecido em 430.<br \/>A terceira e \u00faltima enc\u00edclica de Bento XVI, assinada em 29 de junho de 2009, versa sobre o social, com t\u00edtulo Caritas in veritate (A caridade na verdade) e tem, segundo o estudioso Javier Echevarria, um enfoque multidisciplinar, pois nela \u201cse entrela\u00e7am as dimens\u00f5es da teologia e da filosofia, da antropologia e da economia, da sociologia e da psicologia, para esbo\u00e7ar a problem\u00e1tica do mundo de hoje em seus aspectos externos e internos ao homem, com realce para a \u00e9tica econ\u00f4mica\u201d. (Ant\u00f4nio Carlos Santini em resenha do artigo Caritas in veritate: por uma economia solid\u00e1ria. Atualiza\u00e7\u00e3o n. 342, jan-fev. de 2010, p. 83-88). <br \/>A grande mensagem desta enc\u00edclica \u00e9 a de que amamos o pr\u00f3ximo mais eficazmente na medida em que trabalhamos pelo bem dele em suas reais necessidades. N\u00e3o s\u00f3 em n\u00edvel pessoal, mas tamb\u00e9m institucional. Da\u00ed, defender o Papa uma economia solid\u00e1ria alicer\u00e7ada na \u00e9tica, que leve ao bem comum do ser humano trabalhador (quase sempre visto apenas como consumidor) e n\u00e3o \u00e0 busca insaci\u00e1vel de lucros por parte de grupos empresariais que, se n\u00e3o fiscalizados, menosprezam at\u00e9 certos direitos trabalhistas b\u00e1sicos.<br \/>O mundo globalizado h\u00e1 de voltar o seu olhar para o homem e para a mulher do s\u00e9culo XXI, que t\u00eam fome e sede de justi\u00e7a e devem encontrar na grande fonte da Doutrina Social da Igreja \u2013 e n\u00e3o em outras escolas \u2013 um alento e uma for\u00e7a transformadora, na teoria e na pr\u00e1tica.<br \/>Eis o que, muito sinteticamente, poder\u00edamos dizer sobre as tr\u00eas enc\u00edclicas de Bento XVI, que merecem ser lidas integralmente, no sil\u00eancio e na ora\u00e7\u00e3o.<br \/>Nosso irm\u00e3o do Regional Leste 1, Dom Fernando Rifan, chegou a comentar que no Papa Bento se manifestou: \u201cUm grande desapego do alto cargo e influente posi\u00e7\u00e3o, declarando-se apenas um humilde servidor, uma profunda humildade, n\u00e3o se julgando necess\u00e1rio e reconhecendo a pr\u00f3pria fraqueza e incapacidade, de corpo e de esp\u00edrito, para exercer adequadamente o minist\u00e9rio petrino, e, ao pedir perd\u00e3o \u2013 \u201cpe\u00e7o perd\u00e3o por todos os meus defeitos\u201d. <br \/>Com efeito, dizia ele \u00e0 revista italiana Trinta Dias, de mar\u00e7o de 2007, vers\u00e3o online, que Ratzinger \u00e9 um homem fabricante de amigos. \u201cA amizade com Deus, antes de tudo, e depois tamb\u00e9m a amizade humana e fraterna aprendida na escola de Santo Agostinho, para o qual a amizade deve ser cimentada \u2018pela caridade difundida em nossos cora\u00e7\u00f5es pelo Esp\u00edrito Santo que nos foi dado\u2019 (Confiss\u00f5es IV, 4,7)\u201d.<br \/>\u201cEnquanto guardi\u00e3o da f\u00e9, Bento XVI \u00e9 algu\u00e9m que se deixa transparecer na clareza de sua doutrina, numa nobreza de linguagem sempre elevada e, ao mesmo tempo, numa eficaz capacidade de persuas\u00e3o. Tamb\u00e9m a escolha do nome Bento \u00e9 muito apropriada a Joseph Ratzinger. Afinal \u2018Quem de fato, mais que Bento de N\u00farsia, encarna essa s\u00edntese entre contempla\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00e3o que ofereceu uma resposta v\u00e1lida \u00e0 grande crise da passagem entre o Imp\u00e9rio Romano e o que viria a ser a Europa\u2019\u201d.<br \/>\u201cPor isso, para conduzir a Barca de Pedro, \u2018depois do Papa Wojtyla, que a introduziu no vasto oceano do terceiro mil\u00eanio, Deus chamou, em 19 de abril de 2005, Joseph Ratzinger, humilde e corajoso \u2018servidor da vinha do Senhor\u2019, como chegou a dizer t\u00e3o logo eleito, suave e forte \u2018cooperador da verdade\u2019, como reza seu bras\u00e3o episcopal\u201d.<br \/>Essas palavras do Cardeal Bertone devem ficar gravadas em nossos cora\u00e7\u00f5es para sintetizar o pontificado de Bento XVI, que terminou com sua ren\u00fancia, concretizada oficialmente no dia 28 de fevereiro de 2013, ap\u00f3s quase oito anos de pontificado.<br \/>De minha parte, quero agradecer a Deus a nomea\u00e7\u00e3o feita pelo Papa em\u00e9rito Bento XVI, que me agraciou como Arcebispo de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Rio de Janeiro e, com grande gratid\u00e3o, escolheu a nossa cidade para ser a sede da JMJ-Rio 2013, em que tivemos a gra\u00e7a de receber o Papa Francisco. Ontem assistimos, pelo CTV, a singela e profunda homenagem que o Papa Francisco prestou ao Papa Bento XVI; com a preciosa fala do Prefeito da Congrega\u00e7\u00e3o da Doutrina da F\u00e9, o Senhor Cardeal Gerhard Ludwig M\u00fcller, que apresentou uma publica\u00e7\u00e3o da LEV a respeito dos escritos de Bento XVI sobre o minist\u00e9rio presbiteral, bem como a sempre apreciada sauda\u00e7\u00e3o do Cardeal Angelo Sodano, que, poeticamente, ligou o Pontificado de Bento XVI ao esp\u00edrito do Papa Francisco e do esp\u00edrito da miseric\u00f3rdia em que todos devemos viver e testemunhar.<br \/>Saudamos o Papa em\u00e9rito suplicando a Deus conceder-lhe as consola\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, e levamos a Sua Santidade o carinho, o respeito e a unidade das ora\u00e7\u00f5es de nossa Arquidiocese \u00e0 sua pessoa, ao seu minist\u00e9rio, suplicando que as suas ora\u00e7\u00f5es, t\u00e3o preciosas e necess\u00e1rias, subam a Deus em favor da paz do mundo e, particularmente, da paz ao Rio de Janeiro.<br \/>O Papa Francisco disse que \u00e9 sempre bom contar, na \u201cPorci\u00fancula\u201d, como ele chamou o Mosteiro dentro dos jardins vaticanos, com um \u201cvov\u00f4 s\u00e1bio\u201d que reza por ele e nas inten\u00e7\u00f5es da Igreja que ele serviu, ensinando a todos a buscar a gra\u00e7a do mist\u00e9rio divino. A sabedoria e a santidade do Papa em\u00e9rito nos ajudam a viver a gra\u00e7a do jubileu e a testemunhar a gra\u00e7a da miseric\u00f3rdia que gera a paz. Parab\u00e9ns ao Papa em\u00e9rito pelo seu minist\u00e9rio sacerdotal, e que sua ora\u00e7\u00e3o seja em favor de toda a Igreja.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Papa em\u00e9rito Bento XVI completa, neste dia 29 de junho, o 65\u00ba anivers\u00e1rio de ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal, que foi comemorado ontem, com uma homenagem presidida pelo Papa Francisco, na Sala Clementina, com a presen\u00e7a dos meus vener\u00e1veis irm\u00e3os Padres Cardeais que trabalham na C\u00faria Romana e pelos que residem em Roma.A data \u00e9 significativa para, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[],"class_list":["post-15716","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-artigos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15716","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15716"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15716\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21469,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15716\/revisions\/21469"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15716"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15716"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15716"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}