{"id":14891,"date":"2016-06-01T18:02:34","date_gmt":"2016-06-01T21:02:34","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/06\/01\/publicacoes-lo-sacerdocio-feminino-nao-ha-de-ser-uma-copia-do-sacerdocio-masculinor\/"},"modified":"2017-05-30T08:37:15","modified_gmt":"2017-05-30T11:37:15","slug":"publicacoes-lo-sacerdocio-feminino-nao-ha-de-ser-uma-copia-do-sacerdocio-masculinor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/publicacoes-lo-sacerdocio-feminino-nao-ha-de-ser-uma-copia-do-sacerdocio-masculinor\/","title":{"rendered":"Publica\u00e7\u00f5es: \u00abO sacerd\u00f3cio feminino n\u00e3o h\u00e1 de ser uma c\u00f3pia do sacerd\u00f3cio masculino\u00bb"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.catolicanet.com.br\/images\/stories\/noticias\/vasco_pinto_magalhaes_tenacitas.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Tema analisado pelo padre Vasco Pinto de Magalh\u00e3es na obra \u00abOlhar para Maria e ver a Igreja\u00bb<\/p>\n<p>Lisboa, 31 mai 2016 (Ecclesia) \u2013 O livro do padre Vasco Pinto de Magalh\u00e3es \u2018Olhar para Maria e ver a Igreja\u2019 n\u00e3o aprofunda o tema do sacerd\u00f3cio feminino, mas aponta um \u201ccaminho\u201d para uma \u201cquest\u00e3o de sempre que nem sempre foi abordada de maneira justa\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEstamos sempre \u00e0 procura do lugar da mulher por compara\u00e7\u00e3o com o lugar do homem e acho que \u00e9 um erro fundamental porque \u00e9 o feminismo errado. O problema n\u00e3o \u00e9 o que \u00e9 que a mulher pode fazer que o homem fa\u00e7a, \u00e9 o que \u00e9 que a mulher pode fazer que ainda n\u00e3o faz\u201d, disse o sacerdote da Companhia de Jesus (Jesu\u00edta) \u00e0 Ag\u00eancia ECCLESIA.<\/p>\n<p>Sobre esta \u201cquest\u00e3o de sempre mas que nem sempre foi abordada de maneira justa\u201d, o autor considera que \u201cest\u00e1 por explorar teol\u00f3gica e biblicamente\u201d o lugar da mulher e a seu miss\u00e3o sacerdotal.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 sempre um erro que \u00e9 p\u00f4r a mulher a fazer aquilo que o homem faz, em vez de a p\u00f4r a fazer aquilo que ela pode fazer mais, segundo a dimens\u00e3o feminina de Deus. Porque Deus \u00e9 pai e \u00e9 m\u00e3e\u201d, desenvolveu.<\/p>\n<p>\u2018Olhar para Maria e ver a Igreja\u2019, com a chancela Edi\u00e7\u00f5es Tenacitas, apresenta 31 reflex\u00f5es, uma para cada dia do M\u00eas de Maio, escritas em dois meses, acompanhando desenhos feitos pelo autor h\u00e1 50 anos quando estava no noviciado da Companhia de Jesus.<\/p>\n<p>A nova obra apresenta os temas marianos que \u201cfacilmente se aprendem no Evangelho\u201d &#8211; a anuncia\u00e7\u00e3o, a visita\u00e7\u00e3o, a subida ao templo \u2013 com os \u201cgrandes temas teol\u00f3gicos\u201d com a \u201ccolabora\u00e7\u00e3o de Maria na reden\u00e7\u00e3o, a sua figura no livro do Apocalipse como figura da Igreja\u201d.<\/p>\n<p>O padre Vasco Pinto Magalh\u00e3es destaca que o t\u00edtulo central de Maria \u00e9 \u201cser paradigma\u201d daquilo que a Igreja deve ser e est\u00e1-se \u201csempre \u00e0 volta\u201d com as quest\u00f5es do que \u00e9 a Igreja, para onde a Igreja caminha quando, \u00e0s vezes, falta um paradigma e procura-se \u201coutro mais social\u201d.<\/p>\n<p>\u201cCreio que Nossa Senhora no seu significado mais profundo teol\u00f3gico \u00e9 a figura humana daquilo que a Igreja pode ser: Uma comunidade aberta ao esp\u00edrito que gera Cristo no mundo e gera irm\u00e3os de Jesus e, portanto, \u00e9 a acolhedora de Deus que gera no mundo a presen\u00e7a de Cristo\u201d, desenvolveu o sacerdote.<\/p>\n<p>A cronista Laurinda Alves apresentou a nova obra do sacerdote Jesu\u00edta e considera-a uma \u201cesp\u00e9cie de tesouro\u201d que vale muito mais do que um livro porque \u201cest\u00e1 carregado de simbolismo\u201d, n\u00e3o s\u00f3 por causa de Nossa Senhora e da Igreja, da rela\u00e7\u00e3o de cada pessoa com Maria, mas pelos desenhos que ilustram as reflex\u00f5es e a sua representa\u00e7\u00e3o em barro.<\/p>\n<p>\u201cO padre Vasco \u00e9 como o oleiro que faz barro e fez nascer uma Nossa Senhora que est\u00e1 na capa do livro e est\u00e1 na capela do noviciado\u201d, acrescenta a tamb\u00e9m professora universit\u00e1ria.<\/p>\n<p>\u2018Olhar para Maria e ver a Igreja\u2019 \u00e9 um livro que, segundo a jornalista, fazia muita falta\u201d porque no M\u00eas de Maria o autor \u201cmostra o que \u00e9 a Igreja\u201d, o que devem ser as pessoas \u201cumas com as outras\u201d.<\/p>\n<p>Laurinda Alves destaca ainda que o sacerdote da Companhia de Jesus \u00e9 uma pessoa \u201cmuito afetiva mas tamb\u00e9m muito efetiva\u201d que \u201ccoordena e conjuga bem\u201d o cora\u00e7\u00e3o e a raz\u00e3o, tendo \u201cseguidores\u201d que o acompanham pela forma \u201ccomo fala, como traduz\u201d a realidade b\u00edblica, a pessoa de Jesus, de Nossa Senhora \u201cpara o concreto da vida\u201d.<\/p>\n<p>O padre Vasco Pinto de Magalh\u00e3es nasceu em Lisboa, em 1941, e entrou na Companhia de Jesus em 1965; \u00c9 licenciado em Filosofia pela Universidade Cat\u00f3lica e em Teologia pela Universidade Gregoriana (Roma).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Ag\u00eancia Ecclesia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tema analisado pelo padre Vasco Pinto de Magalh\u00e3es na obra \u00abOlhar para Maria e ver a Igreja\u00bb Lisboa, 31 mai 2016 (Ecclesia) \u2013 O livro do padre Vasco Pinto de Magalh\u00e3es \u2018Olhar para Maria e ver a Igreja\u2019 n\u00e3o aprofunda o tema do sacerd\u00f3cio feminino, mas aponta um \u201ccaminho\u201d para uma \u201cquest\u00e3o de sempre que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14890,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-14891","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14891","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14891"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14891\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24330,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14891\/revisions\/24330"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14890"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14891"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14891"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14891"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}