{"id":14418,"date":"2016-05-04T15:00:39","date_gmt":"2016-05-04T18:00:39","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/05\/04\/nossa-senhora-chorou-na-minha-casa\/"},"modified":"2017-05-31T13:33:57","modified_gmt":"2017-05-31T16:33:57","slug":"nossa-senhora-chorou-na-minha-casa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/nossa-senhora-chorou-na-minha-casa\/","title":{"rendered":"\u201cNossa Senhora chorou na minha casa\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/siracusa-madonna-delle-lacrime-c.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/> O testemunho de f\u00e9 de um pai de fam\u00edlia que, na inf\u00e2ncia, morou no lar em que um milagre aconteceu<\/p>\n<p>Como voc\u00ea viveria depois que, dentro da sua pr\u00f3pria casa, uma imagem de Nossa Senhora tivesse lacrimejado?<\/p>\n<p>O milagre, reconhecido pela Igreja, ocorreu em Siracusa, na It\u00e1lia, na casa do jovem casal Angelo Iannuso e Antonina Giusto, que esperavam ent\u00e3o o primeiro filho. Entre os dias 29 de agosto e 1\u00ba de setembro de 1953, de uma imagem de gesso que representava o Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria e que estava \u00e0 cabeceira da cama do casal, brotaram \u201cl\u00e1grimas humanas\u201c, como foi confirmado pelas an\u00e1lises cient\u00edficas.<br \/>Madonna delle Lacrime<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/noticias\/madonna-delle-lacrime.png\" border=\"0\" align=\"right\" \/>Fotografia tirada em 1953, durante o milagre<\/p>\n<p>Angelo e Antonina teriam quatro filhos, dois meninos e duas meninas. \u00c9 o segundo a nascer, Enzo, quem nos guia hoje pela casa da sua inf\u00e2ncia. \u201cQuando Maria escolheu chorar dentro da nossa fam\u00edlia, foi porque ela quis que a sua mensagem fosse dada dentro de uma fam\u00edlia\u201d.<\/p>\n<p>\u201c\u00c0s vezes, a mam\u00e3e nos mostrava os len\u00e7os com que tinha enxugado as l\u00e1grimas que ca\u00edam da imagem\u201d, conta ele. Um gesto espont\u00e2neo de m\u00e3e. Hoje, alguns daqueles len\u00e7os s\u00e3o mantidos em um relic\u00e1rio, junto com l\u00e1grimas que desceram do quadrinho de gesso.<\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos dias, o relic\u00e1rio de Nossa Senhora das L\u00e1grimas de Siracusa ser\u00e1 levado \u00e0 Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro para a \u201cVig\u00edlia de enxugar as l\u00e1grimas\u201c, convocada pelo Papa Francisco no cora\u00e7\u00e3o do Jubileu da Miseric\u00f3rdia.<\/p>\n<p>Em Siracusa, na Sic\u00edlia, o local onde os pais e um tio de Enzo viviam se tornou um orat\u00f3rio, lugar de peregrina\u00e7\u00e3o e ora\u00e7\u00e3o. Ainda \u00e9 preservada, em uma sala, a cama do casal. No quarto original, local do milagre, h\u00e1 hoje um altar em que todo dia \u00e9 celebrada a missa.<\/p>\n<p>Voltar a esses lugares \u201cde fam\u00edlia\u201d \u00e9 motivo de gratid\u00e3o para Enzo: \u201cParece quase imposs\u00edvel estar envolvido em uma hist\u00f3ria como esta, mas esta \u00e9 a realidade, e o sentimento \u00e9 de serenidade e gratid\u00e3o\u201c. Al\u00e9m disso, \u201cn\u00f3s n\u00e3o tivemos nenhum m\u00e9rito para que isto acontecesse conosco. N\u00e3o \u00e9 vaidade. Recebemos a d\u00e1diva de ser instrumentos, e, depois disso, podemos ficar de lado\u201d.<\/p>\n<p>Antonina contava aos filhos sobre aquela manh\u00e3 de s\u00e1bado em que tinha notado as l\u00e1grimas escorrendo pelo rosto de Maria.<\/p>\n<p>Poucas palavras, porque, mais que palavras, \u201cera um clima que se respirava dentro de casa. Um clima de serenidade. Havia tamb\u00e9m problemas, como em qualquer fam\u00edlia, mas n\u00f3s respir\u00e1vamos serenidade\u201d, reflete Enzo. Marinheiro profissional, ele se mudou de Siracusa para a Ap\u00falia, se casou e teve tr\u00eas filhos. \u201cTive uma vida movimentada, mas isso n\u00e3o me impediu de viver e me envolver com a escolha de ser pai e marido\u201c.<\/p>\n<p>Enzo e a esposa levam \u201cuma vida normal, como a de qualquer casal, com momentos de l\u00e1grimas e risos, com sacrif\u00edcios, mas, quando se vive uma alegria dessas, d\u00e1 para enfrentar tudo com paz interior\u201d.<\/p>\n<p>Para viver bem, diz ele, \u201cvoc\u00ea tem que acordar todos os dias e decidir recome\u00e7ar. Temos um Pai e Nossa Senhora sempre perto; s\u00f3 precisamos ter um pouco de confian\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>E, tal como ele respirou a f\u00e9 e a serenidade dos pais quando menino, tamb\u00e9m seus filhos foram criados imersos nesse ambiente: \u201cN\u00e3o \u00e9 contando coisas que se transmite a f\u00e9, \u00e9 vivendo. \u00c9 uma riqueza que voc\u00ea tem e que voc\u00ea compartilha com naturalidade\u201d.<\/p>\n<p>Quando o relic\u00e1rio com as l\u00e1grimas de Maria chega a alguma par\u00f3quia da Ap\u00falia, ele vai at\u00e9 l\u00e1: \u201c\u00c9 como se viesse a minha m\u00e3e. E eu vou encontr\u00e1-la\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O testemunho de f\u00e9 de um pai de fam\u00edlia que, na inf\u00e2ncia, morou no lar em que um milagre aconteceu Como voc\u00ea viveria depois que, dentro da sua pr\u00f3pria casa, uma imagem de Nossa Senhora tivesse lacrimejado? 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