{"id":14230,"date":"2016-04-19T13:02:17","date_gmt":"2016-04-19T16:02:17","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/04\/19\/familia-siria-trazida-pelo-papa-sonhamos-viver-num-pais-em-paz\/"},"modified":"2017-06-02T10:31:25","modified_gmt":"2017-06-02T13:31:25","slug":"familia-siria-trazida-pelo-papa-sonhamos-viver-num-pais-em-paz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/familia-siria-trazida-pelo-papa-sonhamos-viver-num-pais-em-paz\/","title":{"rendered":"Fam\u00edlia s\u00edria trazida pelo Papa: sonhamos viver num pa\u00eds em paz"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/geral\/ap3406983_articolo.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Estupor e incredulidade definem os sentimentos das tr\u00eas fam\u00edlias s\u00edrias que o Papa Francisco trouxe a Roma ao final de sua viagem \u00e0 ilha grega de Lesbos. A R\u00e1dio Vaticano entrevistou Hassan e Nour Zahid\u00e0, o casal mais jovem, que chegou \u00e0 It\u00e1lia com o \u00fanico filho e foram acolhidos pela Comunidade de Santo Eg\u00eddio.<\/p>\n<p>Uma fuga que teve in\u00edcio em Damasco, prosseguiu por Aleppo at\u00e9 a Turquia, de onde seguiram rumo \u00e0 Gr\u00e9cia numa embarca\u00e7\u00e3o com a finalidade de fugir da guerra:<\/p>\n<p>\u201cDeixamos a S\u00edria em dezembro de 2015, porque meu marido foi chamado a se alistar no ex\u00e9rcito: chamaram todos os homens entre 18 e 45 anos para lutarem na guerra com o ex\u00e9rcito s\u00edrio! O nome do meu marido constava em toda delegacia de pol\u00edcia e, portanto, n\u00e3o pod\u00edamos sair do pa\u00eds atrav\u00e9s das fronteiras regulares. Fomos obrigados a sair por vias ilegais.\u201d<\/p>\n<p>Nour conta que chegaram a Lesbos em 18 de mar\u00e7o e ficaram ali um m\u00eas. Devido \u00e0 chegada de in\u00fameras fam\u00edlias, as condi\u00e7\u00f5es no campo de refugiados come\u00e7aram a piorar, a ponto de n\u00e3o ter \u00e1gua dispon\u00edvel a todos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o chega a not\u00edcia inesperada de que o Papa os levaria a Roma&#8230; Uma emo\u00e7\u00e3o que o marido Hassan assim descreve:<\/p>\n<p>\u201cFoi realmente um sonho. Est\u00e1vamos\u00a0 comprando algo no centro, em Lesbos, \u00e0s oito da noite; voltamos ao campo de Karatepe e o respons\u00e1vel, Stavros, disse que tr\u00eas fam\u00edlias tinham sido escolhidas para ir \u00e0 It\u00e1lia. Mas n\u00e3o nos disseram nada do Papa e que seria um voo especial com ele. E quando descobrimos, foi de novo um sonho, realmente. N\u00e3o consegu\u00edamos entender o que estava acontecendo. Depois entendemos quando encontramos o respons\u00e1vel pela Comunidade de Santo Eg\u00eddio.\u201d<\/p>\n<p>O encontro com o Papa foi no aeroporto:<\/p>\n<p>\u201cSim, encontramos o Papa no aeroporto. Ele nos perguntou a situa\u00e7\u00e3o em Lesbos e n\u00f3s dissemos que apreciamos os esfor\u00e7os que est\u00e3o sendo feitos pelos refugiados, especialmente pelos s\u00edrios.\u201d<\/p>\n<p>\u201cGostaria de agradecer ao Papa pelo seu gesto. \u201cObrigado! Obrigado! Obrigado por nos salvar!\u201d. Eu espero que este gesto possa influenciar e tocar a todos, que possa mudar as posi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e que as fronteiras possam ser abertas a esses refugiados. Para meu filho, espero que possa ter uma vida feliz e que eu e meu marido possamos encontrar um trabalho na It\u00e1lia. Gostaria de dizer que somos pessoas normais. N\u00e3o somos jihadistas; n\u00e3o somos terroristas! Somos pessoas normais como voc\u00eas. Sonhamos somente com uma vida normal num pa\u00eds onde exista paz.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: R\u00e1dio Vaticano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estupor e incredulidade definem os sentimentos das tr\u00eas fam\u00edlias s\u00edrias que o Papa Francisco trouxe a Roma ao final de sua viagem \u00e0 ilha grega de Lesbos. A R\u00e1dio Vaticano entrevistou Hassan e Nour Zahid\u00e0, o casal mais jovem, que chegou \u00e0 It\u00e1lia com o \u00fanico filho e foram acolhidos pela Comunidade de Santo Eg\u00eddio. 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