{"id":13682,"date":"2016-03-08T13:20:38","date_gmt":"2016-03-08T16:20:38","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/03\/08\/a-microcefalia-e-o-aborto\/"},"modified":"2017-05-08T15:29:20","modified_gmt":"2017-05-08T18:29:20","slug":"a-microcefalia-e-o-aborto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/a-microcefalia-e-o-aborto\/","title":{"rendered":"A microcefalia e o aborto"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Semanas atr\u00e1s a Uni\u00e3o dos juristas cat\u00f3licos aqui do Rio de Janeiro distribuiu um belo estudo sobre esse caso olhado sob o ponto de vista medico e jur\u00eddico. \u00c9 uma quest\u00e3o muito clara. Por\u00e9m, apesar de todos os fatores j\u00e1 elucidados e alguns ainda por aprofundar, seria\u00a0 muito importante que pud\u00e9ssemos estar atentos a tantas gest\u00f5es que se fazem contra a vida aproveitando o momento dessa verdadeira epidemia que atinge grande parte de nosso pa\u00eds.<br \/>O mosquito que transmite as doen\u00e7as j\u00e1 est\u00e1 em nosso pa\u00eds desde a d\u00e9cada de 40 e a microcefalia j\u00e1 existe muito antes disso. Caberia uma pergunta sobre o que ocasionou esse momento grave na sociedade brasileira. <br \/>O povo n\u00e3o foge \u00e0 luta e estar\u00e1 cumprindo sua miss\u00e3o de eliminar todas as possibilidades de prolifera\u00e7\u00e3o do mosquito. Sabemos tamb\u00e9m do carinho para as pessoas deficientes que existe e que tem o direito de viver. Cabe a n\u00f3s exigirmos atitudes concretas das autoridades que tem a miss\u00e3o de cuidar da sa\u00fade do povo.<br \/>A microcefalia \u00e9 uma quest\u00e3o grave a mexer com toda a sociedade brasileira dos nossos dias, pois dizem ser uma das consequ\u00eancias da forte propaga\u00e7\u00e3o do mosquito aedes aegypti que transmite a dengue, a chikungunya e o zica v\u00edrus. Este \u00faltimo \u2013 embora ainda n\u00e3o se tenha a comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica definitiva \u2013 ao atingir as mulheres gr\u00e1vidas pode provocar, segundo se diz, a microcefalia nos beb\u00eas.<br \/>Da\u00ed a quest\u00e3o: Que \u00e9 microcefalia? \u2013 Responde-se o seguinte: \u201cMicrocefalia \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica rara em que a cabe\u00e7a e o c\u00e9rebro da crian\u00e7a \u00e9 significativamente menor do que a de outras da mesma idade e sexo. A microcefalia normalmente \u00e9 diagnosticada no in\u00edcio da vida e \u00e9 resultado do c\u00e9rebro n\u00e3o crescer o suficiente durante a gesta\u00e7\u00e3o ou ap\u00f3s o nascimento\u201d.<br \/>Sobre as consequ\u00eancias desse problema se l\u00ea: \u201cCrian\u00e7as com microcefalia t\u00eam problemas de desenvolvimento. N\u00e3o h\u00e1 uma cura definitiva para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma s\u00e9rie de problemas gen\u00e9ticos ou ambientais\u201d (http:\/\/www.minhavida.com.br\/saude\/temas\/microcefalia).<br \/>O assunto merece nossa aten\u00e7\u00e3o, pois h\u00e1 quem, diante dessa dram\u00e1tica situa\u00e7\u00e3o, em vez de se propor a elimina\u00e7\u00e3o do \u201cmosquito da dengue\u201d transmissor das doen\u00e7as acima mencionadas, a investiga\u00e7\u00e3o das causas da microcefalia em s\u00e9rie em alguns pontos do pa\u00eds ou o acompanhamento das crian\u00e7as acometidas pelo problema e de suas m\u00e3es, quer eliminar essas crian\u00e7as no ventre materno por meio do aborto provocado. Ora, isso \u00e9 um pecado grave que brada aos c\u00e9us por vingan\u00e7a (cf. Gn 4,10) e uma afronta \u00e0 Biologia, ci\u00eancia capaz de demonstrar que h\u00e1 vida a partir da concep\u00e7\u00e3o.<br \/>Est\u00e1 \u00e9 a reflex\u00e3o convincente da Ci\u00eancia tal como est\u00e1 explicitada no livro \u201cA favor da vida\u201d a ser publicado em momento oportuno, mas cedido gentilmente para uso neste artigo. Ela come\u00e7a pela seguinte defini\u00e7\u00e3o fundamentada em fontes seguras: A vida \u00e9 \u201ca soma de propriedades pelas quais um organismo cresce, reproduz, e se adapta ao seu ambiente; a qualidade atrav\u00e9s da qual um organismo difere de corpos inorg\u00e2nicos ou organicamente mortos\u201d.<br \/>Detalhemos cada afirma\u00e7\u00e3o contida na defini\u00e7\u00e3o acima, a fim de melhor entender a vida intrauterina: A \u201csoma de propriedades\u201d: \u00e9 um conjunto de ingredientes ou caracter\u00edsticas pr\u00f3prias de um ser, sem as quais ele n\u00e3o seria o que \u00e9 (seria outra coisa e n\u00e3o a vida). \u201cPelas quais um organismo cresce, reproduz e se adapta ao seu ambiente\u201d: o conjunto de ingredientes que faz a vida ser vida (e n\u00e3o outra coisa) se demonstra em tr\u00eas a\u00e7\u00f5es principais: o crescer, o reproduzir-se e o adaptar-se.Vejamos cada uma delas:<br \/>Crescer: todo ser vivo alimenta-se retendo o que lhe \u00e9 \u00fatil e rejeitando o que lhe \u00e9 nocivo. Com o que \u00e9 \u00fatil a um ser vivo, ele cresce, desenvolve-se at\u00e9 se tornar um organismo completo, caracter\u00edstico de sua esp\u00e9cie: um vegetal, um animal irracional ou um animal racional (ser humano).<br \/>Reproduzir: todo ser vivo, por uma s\u00e9rie de atividades complexas, mas organizadas entre si, elabora sementes capazes de se desenvolver em indiv\u00edduos da mesma natureza.<br \/>Adaptar-se: todo ser vivo, ao ser provocado por algum est\u00edmulo externo, reage de maneira a defender e ajudar o seu organismo.<br \/>Essa defesa e ajuda se realizam por uma s\u00e9rie de movimentos (contra\u00e7\u00f5es, secre\u00e7\u00f5es, reflexos etc.), que s\u00e3o destinados a manter e a aumentar o seu bem-estar, segundo leis da F\u00edsica e da Qu\u00edmica.<br \/>O vivente tem, portanto, uma imagem (Gestalt) interior que assegura a sua centraliza\u00e7\u00e3o e a estrutura\u00e7\u00e3o de suas atividades. Isso lhe proporciona a defesa contra inimigos internos e externos, restaura-lhe as partes lesadas e restabelece as fun\u00e7\u00f5es prejudicadas em sua luta cont\u00ednua pela sobreviv\u00eancia. Na mat\u00e9ria n\u00e3o-viva isso n\u00e3o ocorre.<br \/>Mais: a vida \u00e9 vida, porque n\u00e3o \u00e9 um corpo inorg\u00e2nico e nem um corpo organicamente morto (\u00e9 \u00f3bvio). Detalhemos:<br \/>Corpo inorg\u00e2nico \u00e9 aquele que n\u00e3o tem vida, n\u00e3o \u00e9 organizado. Exemplo: os minerais que crescem por justaposi\u00e7\u00e3o, ou seja, quando h\u00e1 uni\u00e3o f\u00edsica sem que um assimile algo do outro. Desse modo, a pedra A pode, por exemplo, juntar-se lateralmente \u00e0 pedra B, mas cada uma, apesar da jun\u00e7\u00e3o, conserva as suas propriedades particulares. Jamais se fundem. Se a uni\u00e3o \u00e9 qu\u00edmica, produz-se uma nova subst\u00e2ncia diferente das duas (ou mais) que se unem. Assim, duas part\u00edculas de hidrog\u00eanio e uma part\u00edcula de oxig\u00eanio, formam a \u00e1gua (H\u00b20).<br \/>Corpos organicamente mortos s\u00e3o organismos que j\u00e1 tiveram vida e, atualmente, n\u00e3o mais t\u00eam. Simples e \u00f3bvio.<br \/>Outra defini\u00e7\u00e3o diz que vida \u00e9 \u201ca propriedade ou qualidade por meio da qual organismos vivos s\u00e3o distinguidos dos organismos mortos em tr\u00eas categorias: (1) vivo, (2) morto (vivo anteriormente) e (3) inanimado\/inorg\u00e2nico\u201d.<br \/>Fora dessa demarca\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 nenhuma outra categoria poss\u00edvel, pois um organismo ou \u00e9 vivo ou \u00e9 morto (j\u00e1 esteve vivo, mas agora n\u00e3o mais est\u00e1) ou \u00e9 inanimado\/inorg\u00e2nico (nunca esteve e nem estar\u00e1 vivo), segundo vimos.<br \/>Desse modo, a maneira mais simples (e \u00f3bvia) de provar que o nascituro \u00e9 vivo se d\u00e1 mediante a seguinte observa\u00e7\u00e3o: o \u00f3vulo da mulher e o espermatozoide do homem s\u00e3o c\u00e9lulas vivas e se unem dando origem a um ser vivo da mesma esp\u00e9cie humana. A prova de que h\u00e1 vida \u00e9 que essas duas c\u00e9lulas, logo que se fundem (\u00e9 uma nova vida), se reorganizam, crescem e continuam a ter todas as propriedades de uma c\u00e9lula viva.<br \/>Portanto, contra a tese abortista, o beb\u00ea est\u00e1 vivo. Ele n\u00e3o \u00e9 nem morto (se fosse morto, o organismo feminino o expeliria pelo aborto espont\u00e2neo ou daria sinais de mal-estar e levaria a mulher a buscar ajuda m\u00e9dica) e nem \u00e9 inanimado\/inorg\u00e2nico (se fosse, nunca poderia nascer vivo).<br \/>Mais: um ser morto ou inanimado n\u00e3o realiza divis\u00e3o celular. Ora, os beb\u00eas, al\u00e9m de nadarem e se locomoverem no \u00fatero da m\u00e3e vivenciam uma taxa bem alta de divis\u00e3o celular (41 das 45 divis\u00f5es que ocorrem na vida de um indiv\u00edduo). Por tudo isso que acabamos de expor, v\u00ea-se que o beb\u00ea \u00e9 um ser vivo e defender o aborto \u00e9 promover o homic\u00eddio.<br \/>Tamb\u00e9m o cientista franc\u00eas Dr. J\u00e9r\u00f4me Lejeune esteve no Brasil em 1991, mas foi impedido pelos propugnadores do aborto de falar em defesa da vida em territ\u00f3rio brasileiro. Conseguiu, no entanto, apesar da rigorosa censura imposta pelos defensores da cultura da morte, dar uma extensa entrevista da qual destacamos um ponto decisivo. \u201cVeja: Para o senhor, a vida come\u00e7a a existir no momento da concep\u00e7\u00e3o?\u201d \u201cLejeune \u2013 N\u00e3o quero repetir o \u00f3bvio. Mas, na verdade, a vida come\u00e7a na fecunda\u00e7\u00e3o. Quando os 23 cromossomos masculinos transportados pelo espermatozoide se encontram com os 23 cromossomos da mulher [no \u00f3vulo], todos os dados gen\u00e9ticos que definem o novo ser humano j\u00e1 est\u00e3o presentes. A fecunda\u00e7\u00e3o \u00e9 o marco do in\u00edcio da vida. Da\u00ed para a frente qualquer m\u00e9todo artificial para destru\u00ed-la \u00e9 um assassinato.\u201d<br \/>Em outra fonte, continua o Dr. Lejeune a falar: \u201cA vida tem uma longa hist\u00f3ria, mas cada um de n\u00f3s tem um in\u00edcio muito preciso, que \u00e9 o momento da concep\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cA vida come\u00e7a no momento em que toda a informa\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria e suficiente se encontra reunida para definir o novo ser. Portanto, ela come\u00e7a exatamente no momento em que toda a informa\u00e7\u00e3o trazida pelo espermatozoide \u00e9 reunida \u00e0 informa\u00e7\u00e3o trazida pelo \u00f3vulo. Desde a penetra\u00e7\u00e3o do espermatozoide se encontra realizado o novo ser. N\u00e3o um homem te\u00f3rico, mas j\u00e1 aquele que mais tarde chamar\u00e3o de Pedro, de Paulo ou de Madalena\u201d.<br \/>\u201cSe o ser humano n\u00e3o come\u00e7a por ocasi\u00e3o da fecunda\u00e7\u00e3o, jamais come\u00e7ar\u00e1. Pois de onde lhe viria uma nova informa\u00e7\u00e3o? O beb\u00ea de proveta o demonstra aos ignorantes\u201d \u201cAceitar o fato de que, ap\u00f3s a fecunda\u00e7\u00e3o, um novo ser humano chegou \u00e0 exist\u00eancia j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de gosto ou de opini\u00e3o.\u201d<br \/>Sobre o aborto, o geneticista franc\u00eas diz que \u201cem nossos dias, o embri\u00e3o \u00e9 tratado como o escravo antes do Cristianismo; podiam vend\u00ea-lo, podiam mat\u00e1-lo&#8230; O pequeno ser humano, aquele que traz toda a esperan\u00e7a da vida, torna-se compar\u00e1vel ao escravo de outrora. Uma sociedade que mata seus filhos, perdeu, ao mesmo tempo, sua alma e sua esperan\u00e7a\u201d (cf. Pergunte e Responderemos n. 485, p. 462-468, e Problemas de f\u00e9 e moral. Rio de Janeiro: Mater Ecclesiae, 2007, p.176).<br \/>Certa de tudo isso que a Ci\u00eancia, independentemente da f\u00e9, diz, a CNBB se manifestou, em Nota plena de bom-senso, com a seguinte s\u00faplica: \u201cSeja garantida, com urg\u00eancia, a assist\u00eancia aos atingidos por estas enfermidades, sobretudo \u00e0s crian\u00e7as que nascem com microcefalia e suas fam\u00edlias. A sa\u00fade, dom e direito de todos, deve ser assegurada, em primeiro lugar, pelos gestores p\u00fablicos. A eles cabe implementar pol\u00edticas que apontem para um sistema de sa\u00fade p\u00fablica com qualidade e universal. Nesse sentido, a Campanha da Fraternidade Ecum\u00eanica deste ano contribui muito ao trazer \u00e0 tona a vergonhosa realidade do saneamento b\u00e1sico no Brasil. Sem uma eficaz pol\u00edtica nacional de saneamento b\u00e1sico, fica comprometido todo esfor\u00e7o de combate ao aedes aegypti\u201d (Nota do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP), de 4\/2\/16).<br \/>A \u00fanica solu\u00e7\u00e3o plaus\u00edvel \u00e0 quest\u00e3o \u00e9 combater at\u00e9 a erradica\u00e7\u00e3o o \u201cmosquito da dengue\u201d, como \u00e9 popularmente conhecido o aedes aegypti, oferecer tratamento m\u00e9dico decente e adequado \u00e0s crian\u00e7as com microcefalia e \u00e0s suas m\u00e3es. A estas, especialmente no plano psicol\u00f3gico, bem como investigar seriamente a real causa do problema (http:\/\/formacao.cancaonova.com\/bioetica\/aborto\/aborto-as-consequencias-para-quem-o-pratica). Defender o contr\u00e1rio \u00e9 pleitear um duplo assassinato: o f\u00edsico da crian\u00e7a com microcefalia e o ps\u00edquico da m\u00e3e que, por seu natural instinto materno, nunca ir\u00e1 se esquecer de que seu filho, aut\u00eantico ser humano, foi morto por ter uma m\u00e1-forma\u00e7\u00e3o para a qual pode n\u00e3o haver cura, mas h\u00e1 tratamento capaz de lev\u00e1-lo \u00e0 melhora da qualidade de vida. <br \/>Um grande exemplo do natural amor materno se v\u00ea em Ant\u00f4nia Martins de Macedo, a conhecida Serva de Deus \u201cMam\u00e3e Cec\u00edlia\u201d, de Piracicaba (SP), que teve uma filha excepcional surda, muda e cega, mas assim dizia em 7 de junho de 1943: \u201cVeja como \u00e9 o cora\u00e7\u00e3o da m\u00e3e; ela \u00e9 cega, n\u00e3o v\u00ea, mas n\u00e3o posso comer ou servir nada, sem dar-lhe tamb\u00e9m um peda\u00e7o\u201d (Frei Patr\u00edcio Sciadini, O.C.D. A alegria de viver. 4\u00aa ed. Campinas: IFCM, 2000, p. 10).<br \/>Defender o homic\u00eddio no ventre materno neste momento de nossa hist\u00f3ria \u00e9 dar provas de um sistema pol\u00edtico-sanit\u00e1rio sucateado que se v\u00ea incapaz de atender quest\u00f5es b\u00e1sicas de higiene a seus cidad\u00e3os pagadores de impostos, sem falar no seletismo escondido nessa ideia eugenista a nos dizer: \u201cs\u00f3 os saud\u00e1veis merecem viver, os demais n\u00e3o merecem\u201d. \u00c9 a vida humana espezinhada, em vez de defendida desde a concep\u00e7\u00e3o at\u00e9 o seu fim natural, numa completa invers\u00e3o de valores.<br \/>A isso a Igreja, unida a todas as for\u00e7as vivas da na\u00e7\u00e3o que ainda t\u00eam um pouco do bom-senso natural, diz N\u00e3o, mas reafirma o Sim \u00e0 Vida, mesmo se isto Lhe custar cr\u00edticas e\/ou persegui\u00e7\u00f5es ferrenhas, Ela n\u00e3o trair\u00e1 o Senhor Jesus que veio para que todos tenham vida e a tenham plenamente (cf. Jo 10,10).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semanas atr\u00e1s a Uni\u00e3o dos juristas cat\u00f3licos aqui do Rio de Janeiro distribuiu um belo estudo sobre esse caso olhado sob o ponto de vista medico e jur\u00eddico. \u00c9 uma quest\u00e3o muito clara. 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