{"id":13431,"date":"2016-02-17T13:03:59","date_gmt":"2016-02-17T15:03:59","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/02\/17\/as-7-marcas-de-chocolate-que-utilizariam-trabalho-escravo-infantil\/"},"modified":"2017-05-30T10:35:53","modified_gmt":"2017-05-30T13:35:53","slug":"as-7-marcas-de-chocolate-que-utilizariam-trabalho-escravo-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/as-7-marcas-de-chocolate-que-utilizariam-trabalho-escravo-infantil\/","title":{"rendered":"As 7 marcas de chocolate que utilizariam trabalho escravo infantil"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/geral\/chocolate_criancas_escravas.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Conhe\u00e7a &#8220;o lado negro do chocolate&#8221;<\/p>\n<p>O Planeta que temos<\/p>\n<p>Em setembro de 2015, foi apresentada uma a\u00e7\u00e3o judicial contra a Mars, a Nestl\u00e9 e a Hershey alegando que estas estavam a enganar os consumidores que \u201csem querer\u201d estavam a financiar o neg\u00f3cio do trabalho escravo infantil do chocolate na \u00c1frica Ocidental.<\/p>\n<p>Crian\u00e7as entre os 11 e os 16 anos (por vezes at\u00e9 mais novas) s\u00e3o fechadas em planta\u00e7\u00f5es isoladas, onde trabalham de 80 a 100 horas por semana. O document\u00e1rio Slavery: A Global Investigation (Escravid\u00e3o: Uma Investiga\u00e7\u00e3o Global) entrevistou crian\u00e7as que foram libertadas, que contaram que frequentemente lhes davam murros e lhes batiam com cintos e chicotes.<\/p>\n<p>\u201cOs espancamentos eram uma parte da minha vida\u201d, contou Aly Diabate, uma destas crian\u00e7as libertadas. \u201cSempre que te carregavam com sacos [de gr\u00e3os de cacau] e ca\u00edas enquanto os transportavas, ningu\u00e9m te ajudava. Em vez disso, batiam-te e batiam-te at\u00e9 que te levantasses de novo.\u201d<\/p>\n<p>Em 2001, a FDA queria aprovar uma legisla\u00e7\u00e3o para a aplica\u00e7\u00e3o do selo \u201cslave free\u201d (sem trabalho escravo) nos r\u00f3tulos das embalagens. Antes da legisla\u00e7\u00e3o ser votada, a ind\u00fastria do chocolate \u2013 incluindo a Nestl\u00e9, a Hershey e a Mars \u2013 usou o seu dinheiro para a parar, prometendo acabar com o trabalho escravo infantil das suas empresas at\u00e9 2005.<\/p>\n<p>Este prazo tem sido repetidamente adiado, sendo de momento a meta at\u00e9 2020. Enquanto isto, o n\u00famero de crian\u00e7as que trabalham na ind\u00fastria do cacau aumentou 51% entre 2009 e 2014, segundo um relat\u00f3rio de julho de 2015 da Universidade Tulane.<\/p>\n<p> Como uma das crian\u00e7as libertadas disse: \u201cVoc\u00eas desfrutam de algo que foi feito com o meu sofrimento. Trabalhei duro para eles, sem nenhum benef\u00edcio. Est\u00e3o a comer a minha carne.\u201d<\/p>\n<p>As 7 marcas de chocolate que utilizariam cacau proveniente de trabalho escravo infantil s\u00e3o:<\/p>\n<p> Hershey<br \/> Mars<br \/> Nestl\u00e9<br \/> ADM Cocoa<br \/> Godiva<br \/> Fowler\u2019s Chocolate<br \/> Kraft<\/p>\n<p>Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a &#8220;o lado negro do chocolate&#8221; O Planeta que temos Em setembro de 2015, foi apresentada uma a\u00e7\u00e3o judicial contra a Mars, a Nestl\u00e9 e a Hershey alegando que estas estavam a enganar os consumidores que \u201csem querer\u201d estavam a financiar o neg\u00f3cio do trabalho escravo infantil do chocolate na \u00c1frica Ocidental. 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