{"id":13096,"date":"2016-01-20T17:18:15","date_gmt":"2016-01-20T19:18:15","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2016\/01\/20\/o-que-a-mae-adotiva-escreveu-para-as-criancas-que-zombavam-do-seu-filho\/"},"modified":"2017-06-02T11:32:01","modified_gmt":"2017-06-02T14:32:01","slug":"o-que-a-mae-adotiva-escreveu-para-as-criancas-que-zombavam-do-seu-filho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/o-que-a-mae-adotiva-escreveu-para-as-criancas-que-zombavam-do-seu-filho\/","title":{"rendered":"O que a m\u00e3e adotiva escreveu para as crian\u00e7as que zombavam do seu filho"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/geral\/facebook-maryann-parisi.png\" border=\"0\" align=\"left\" \/>&#8220;Respeitem as pessoas \u00e0 sua volta. Voc\u00eas nunca sabem por quantas coisas elas j\u00e1 passaram\u201d<\/p>\n<p>A norte-americana Mary Ann Parisi suspeitava que o filho adotivo Michael, de 11 anos de idade, estava sofrendo bullying na escola. Foram os professores que a alertaram que isso realmente estava acontecendo, e agora com mais intensidade.<\/p>\n<p>Mary Ann postou ent\u00e3o uma mensagem no Facebook para que os colegas de Michael conhecessem a sua hist\u00f3ria:<\/p>\n<p>Este post pode ser longo \u2013 pe\u00e7o desculpas por isso. Todos n\u00f3s temos crian\u00e7as em nossas vidas de uma forma ou de outra e eu desafio voc\u00eas a mostrarem e ensinarem \u00e0s suas (ou \u00e0s que fazem parte da sua vida) a hist\u00f3ria do meu filho. Talvez fa\u00e7a diferen\u00e7a conhec\u00ea-la. Mesmo as melhores crian\u00e7as t\u00eam momentos de inseguran\u00e7a e fraqueza. Mostrar a elas por que s\u00e3o diferentes pode ser a resposta mais positiva. \u00c0s vezes, isto \u00e9 aprender e crescer. \u00c0s vezes, todos n\u00f3s precisamos de um lembrete.<\/p>\n<p>O Michael nasceu com 26 semanas. Prematuro de pouco mais de 3 meses. Eu n\u00e3o sou a m\u00e3e biol\u00f3gica. Mas sou a m\u00e3e dele em todos os outros aspectos. Ele passou os primeiros 3 meses de vida lutando para sobreviver. Agulhas, transfus\u00f5es de sangue, tudo isso. A m\u00e3e o deixou 3 meses depois. Ele sobreviveu a in\u00fameros problemas de sa\u00fade para se tornar o menino forte e saud\u00e1vel que \u00e9 hoje. Ele n\u00e3o aprendeu a falar at\u00e9 completar 3 anos. Ele demorou para conseguir caminhar. Os dentes dele s\u00f3 nasceram depois do primeiro anivers\u00e1rio. Ele estava muito atrasado no desenvolvimento. Mas ele amava! Ah, como ele amava! At\u00e9 hoje, o sorriso dele \u00e9 a melhor coisa do mundo. N\u00e3o existe uma s\u00f3 pessoa de quem ele n\u00e3o goste, incluindo aquelas que o atormentaram hoje. Ele perdoa e, honestamente, ele esquece. N\u00e3o h\u00e1 um osso em seu corpo que guarde rancores. Eu me esfor\u00e7o para ser parecida com ele todos os dias, mas fico bem longe. Voc\u00ea riram dele e mexeram com ele por causa do seu jeito de comer. Voc\u00ea sabiam que, fisicamente, ele n\u00e3o consegue manter direito a boca fechada enquanto come? Sabiam da dificuldade dele para coordenar as m\u00e3os e os olhos? Ele tem um longo caminho pela frente at\u00e9 conseguir alinhar o maxilar inferior, que nunca se desenvolveu plenamente; at\u00e9 n\u00e3o precisar mais derramar comida ou mastigar de modo estranho.<\/p>\n<p>Chutar a cadeira dele, cham\u00e1-lo de est\u00fapido, feio, dentu\u00e7o, mand\u00e1-lo sentar-se e calar a boca n\u00e3o \u00e9 o jeito certo de ajudar. Voc\u00eas n\u00e3o precisam gostar dele, mas t\u00eam que respeit\u00e1-lo. Ele \u00e9 um lutador e esta foi uma parte muito pequena da hist\u00f3ria dele. Compartilhem, ensinem, cres\u00e7am. E mais importante: respeitem as pessoas que est\u00e3o \u00e0 sua volta, porque voc\u00eas nunca sabem por quantas coisas elas j\u00e1 passaram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Respeitem as pessoas \u00e0 sua volta. Voc\u00eas nunca sabem por quantas coisas elas j\u00e1 passaram\u201d A norte-americana Mary Ann Parisi suspeitava que o filho adotivo Michael, de 11 anos de idade, estava sofrendo bullying na escola. Foram os professores que a alertaram que isso realmente estava acontecendo, e agora com mais intensidade. 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