{"id":1258,"date":"2023-03-15T00:00:49","date_gmt":"2023-03-15T03:00:49","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/?p=1258"},"modified":"2023-01-02T18:47:36","modified_gmt":"2023-01-02T21:47:36","slug":"sao-clemente-maria-hofbauer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/sao-clemente-maria-hofbauer\/","title":{"rendered":"S\u00e3o Clemente Maria Hofbauer \/ S\u00e3o Longuinho \/ Santa Lu\u00edsa de Marillac"},"content":{"rendered":"<div id=\"block-system-main\" class=\"block block-system\">\n<div class=\"content\">\n<div class=\"node node-santo clearfix\">\n<div class=\"-content clearfix \">\n<div class=\"field field-name-field-santo-desc field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Batizado com o nome de Jo\u00e3o, ele nasceu num pequeno povoado da Mor\u00e1via, Rep\u00fablica Tcheca, em 26 de dezembro de 1751. De fam\u00edlia muito crist\u00e3 e pobre, n\u00e3o pode se dedicar aos estudos at\u00e9 a adolesc\u00eancia. Seus pais Paulo Hofbauer e Maria Steer tiveram doze filhos e ele tinha apenas sete anos, quando ficou \u00f3rf\u00e3o de pai. Consta de suas anota\u00e7\u00f5es que, nesse dia, sua m\u00e3e lhe mostrou um crucifixo e lhe disse: &#8220;A partir de hoje, este \u00e9 o teu Pai&#8221;. Jo\u00e3o entendeu bem a orienta\u00e7\u00e3o, decidindo, a partir de ent\u00e3o, que se tornaria padre e mission\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas as condi\u00e7\u00f5es em que vivia a fam\u00edlia dificultaram a realiza\u00e7\u00e3o de seu sonho. Aos quinze anos de idade, foi morar na cidade de Znaim, onde aprendeu o of\u00edcio de padeiro. Tr\u00eas anos depois conseguiu o emprego que mudou sua vida: padeiro do convento em Bruk, dos premonstratenses. A voca\u00e7\u00e3o do jovem foi notada pelo abade, que o deixou estudar, inclusive latim. Quando seu benfeitor morreu, Jo\u00e3o foi viver como eremita, primeiro na \u00c1ustria e depois, com a permiss\u00e3o do bispo de T\u00edvoli, pr\u00f3ximo \u00e0 capela de Quintilio. A\u00ed foi onde mudou o nome para o de Clemente Maria, recebendo o h\u00e1bito do bispo, que mais tarde se tornaria o Papa Pio VII. Certa vez, em outra viagem a Roma, entrou por acaso numa igreja de redentoristas. Foi o primeiro contato que teve com essa Ordem. Depois de assistir \u00e0 missa, pediu uma entrevista com o superior e, impressionado com as Regras e a atua\u00e7\u00e3o da Congrega\u00e7\u00e3o, pediu para ingressar nela e foi admitido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um ano depois, tornou-se sacerdote redentorista. Seu sonho estava realizado, mas seu trabalho, apenas come\u00e7ando. Fixou resid\u00eancia em Vars\u00f3via, onde fundou casas e recebeu dezenas de novi\u00e7os. Reformou a igreja de S\u00e3o Benon, que estava caindo aos peda\u00e7os e a pequena casa da igreja tornou-se um grande e espa\u00e7oso convento. Durante vinte anos, padre Clemente atuou nessa par\u00f3quia, convertendo pag\u00e3os e atraindo multid\u00f5es. Tanto que eram necess\u00e1rios vinte e cinco padres para atender aos fi\u00e9is, celebrando diariamente duas missas em alem\u00e3o e duas em polon\u00eas. Com a expans\u00e3o do trabalho, p\u00f4de fundar mais tr\u00eas conventos e ativar as par\u00f3quias em volta da sua. Como capel\u00e3o do convento e da igreja das Ursulinas, teve uma influ\u00eancia extraordin\u00e1ria na cidade inteira e at\u00e9 al\u00e9m da mesma. Fundou tamb\u00e9m um asilo para abrigar as crian\u00e7as v\u00edtimas das sucessivas guerras da regi\u00e3o, uma escola para crian\u00e7as pobres e outra, de ensino superior, para meninos. Esta atividade ele a continuou at\u00e9 1808, quando Napole\u00e3o Bonaparte fechou a igreja e dispersou a comunidade. Enfrentou com serenidade, com outros redentoristas, a persegui\u00e7\u00e3o na Pol\u00f4nia, o fechamento da casa da Ordem e at\u00e9 a pris\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Clemente n\u00e3o desistiu. Foi realizar miss\u00f5es na Alemanha, Su\u00ed\u00e7a e na \u00c1ustria, onde fez o clero retomar os conceitos crist\u00e3os esquecidos. Principalmente, aconselhou e encorajou alguns l\u00edderes do novo movimento rom\u00e2ntico e outros que trabalhavam para a renova\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica nos pa\u00edses de idioma alem\u00e3o. A intensa atividade dele chamou a aten\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia.<br \/>\nMas, s\u00f3 a morte poderia impedir Clemente Maria de atuar, que se deu em Viena, no dia 15 de mar\u00e7o de 1820, cuja popula\u00e7\u00e3o consternada assumiu o luto como o de um parente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi beatificado em1888, e canonizado pelo Papa Pio X, em 1909. Cinco anos depois o mesmo pont\u00edfice proclamou S\u00e3o Clemente Maria Hofbauer, o padroeiro de Viena e, tamb\u00e9m, dos padeiros, numa singela lembran\u00e7a da profiss\u00e3o exercida na sua adolesc\u00eancia. \u00c9 venerado como o principal propagador da Congrega\u00e7\u00e3o Redentorista, fora da It\u00e1lia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Clemente Maria Hofbauer, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_____________________________________________________________________<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"node_titulo\" style=\"text-align: justify;\">\n<h4>S\u00e3o Longuinho<\/h4>\n<\/div>\n<div class=\"field field-name-field-santo-desc field-type-text-long field-label-hidden\">\n<div class=\"field-items\">\n<div class=\"field-item even\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.arquisp.org.br\/sites\/default\/files\/santo\/foto\/03-15-sao-longuinho.jpg\" alt=\"S\u00e3o Longuinho\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Longuinho viveu no primeiro s\u00e9culo, e dele muito se falou e escreveu, sendo encontrado em todos os registros contempor\u00e2neos da Paix\u00e3o de Cristo. Existem cita\u00e7\u00f5es sobre ele nos evangelhos, epistolas dos Santos Padres, e martirol\u00f3gios tanto orientais como nos ocidentais. Estes relatos levaram a uma combina\u00e7\u00e3o de diferentes situa\u00e7\u00f5es, mas, em todas foi identificado como um soldado centuri\u00e3o presente na cena da Crucifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os ap\u00f3stolos escreveram que ele foi o primeiro a reconhecer Cristo como &#8220;o filho de Deus&#8221; (27:54 Mateus; 15:39 Marcos; 23:47 Lucas). Em meio ao coro dos insultos e esc\u00e1rnios, teria sido a \u00fanica voz favor\u00e1vel a afirmar Sua Divindade. Identificado pelo ap\u00f3stolo Jo\u00e3o (19:34), como o soldado que &#8220;perfurou Jesus com uma lan\u00e7a&#8221;. Fato este que o definiu como um soldado centuri\u00e3o e que lhe deu o nome Longuinho, derivado do grego que significa &#8220;uma lan\u00e7a&#8221;. Outros textos dizem que era o centuri\u00e3o, comandante dos poucos soldados que guardava o sepulcro do crucifixo, e que presenciava as crucifica\u00e7\u00f5es, portanto presenciou a de Jesus. Depois, da qual, se converteu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a tradi\u00e7\u00e3o,os crucificados tinham seus p\u00e9s quebrados para facilitar a retirada da cruz, mas, como Jesus j\u00e1 estava com os p\u00e9s soltos, um dos soldados perfurou o lado do seu corpo com uma lan\u00e7a. O sangue que saiu deste ferimento de Jesus respingou em seus olhos. Caindo em si, comovido e tocado pela gra\u00e7a, o soldado se converteu. Abandonou para sempre o ex\u00e9rcito e sua moradia, se tornou um monge que percorreu a Cesarea e a Capad\u00f3cia, atual Turquia, levando a palavra de Cristo e mais tarde, promovia prod\u00edgios pela gra\u00e7a do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, o governador de Cesarea, que estava irritado com a convers\u00e3o de seu secret\u00e1rio, descobriu sua identidade de centuri\u00e3o e o denunciou a Poncio Pilatos em Jerusal\u00e9m. Este, acusou Longuinho de desertor ao imperador e o condenou a morte, caso n\u00e3o oferecesse incenso no altar do imperador, renegando a f\u00e9. Longuinho se manteve fiel a Cristo, por isto foi torturado, tendo seus dentes arrancados, a l\u00edngua cortada e, depois, decapitado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Oriente s\u00e3o in\u00fameros os dias do calend\u00e1rio para as suas homenagens, o mais freq\u00fcente ainda \u00e9 em 16 de Outubro. Na Europa e nas Am\u00e9ricas, a comemora\u00e7\u00e3o ocorre no dia 15 de Mar\u00e7o, como indica o Livro dos Santos do Vaticano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Longuinho, \u00e0 luz de muitas tradi\u00e7\u00f5es, comumente \u00e9 invocado pelos devotos para encontrar objetos perdidos. Os artistas ao longo do tempo foram atra\u00eddos pela singularidade de sua figura e o representaram em suas obras na cena da crucifica\u00e7\u00e3o, com lan\u00e7a ou sem lan\u00e7a, mas sempre presente. Em Roma, na bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, na base de um dos quatro pilares que sustentam a imensa c\u00fapula que cobre o espa\u00e7o do altar do trono do Sumo Pont\u00edfice, est\u00e1 a est\u00e1tua do centuri\u00e3o S\u00e3o Longuinho, que foi o primeiro a acreditar na divindade de Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o Longuinho, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<p>_____________________________________________________________________<\/p>\n<div class=\"node_titulo\">\n<h4>Santa Lu\u00edsa de Marillac<\/h4>\n<\/div>\n<div class=\"row\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.arquisp.org.br\/sites\/default\/files\/santo\/foto\/03-15-santa-luisa-de-marillac.jpg\" alt=\"Santa Lu\u00edsa de Marillac\" \/><\/div>\n<div class=\"row\" style=\"text-align: justify;\">\n<p>Lu\u00edsa nasceu em 12 de agosto de 1591, filha natural de Lu\u00eds de Marillac, senhor de Ferri\u00e8res, aparentado com a nobreza francesa, cujas posses permitiram dar \u00e0 filha uma inf\u00e2ncia tranq\u00fcila. A menina aos tr\u00eas anos foi para o Convento Real de Poissy, em Paris onde recebeu uma educa\u00e7\u00e3o refinada, quer no plano espiritual, quer no human\u00edstico.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, seu pai morreu quando ela tinha treze anos, sem deixar heran\u00e7a e, felizmente, nem d\u00edvidas. Nessas circunst\u00e2ncias Lu\u00edsa foi tirada do Convento, pela tia Valen\u00e7a, pois os Marillac n\u00e3o se dispuseram custear mais sua forma\u00e7\u00e3o. Ela desejava dedicar sua vida \u00e0 Deus, para cuidar dos pobres e doentes, mas agora com a escassez financeira teria de esperar para atingir esse objetivo.<\/p>\n<p>Durante dois anos viveu numa casa simples de mo\u00e7as custeando-se com trabalhos feitos em domic\u00edlio, especialmente bordados Ela tentou ingressar no mosteiro das capuchinhas das Filhas da Paix\u00e3o que acabavam de chegar em Paris, mas foi rejeitada pela apar\u00eancia de sa\u00fade d\u00e9bil, impr\u00f3pria para a vida de mosteiro. Depois disso viu-se constrangida a aceitar um casamento que os tios lhe arranjara. Foi com Antonio de Gr\u00e0s, que trabalhava como secret\u00e1rio da rainha. Com ele teve um filho, Miguel Antonio. Viveu feliz, pois o marido a respeitava e amava a fam\u00edlia. E se orgulhava da esposa que nas horas vagas cuidava dos deveres de piedade, mortificando-se com jejuns freq\u00fcentes, visitando os pobres, os hospitais e os asilos confortando a todos com seu socorro. At\u00e9 que ele pr\u00f3prio foi acometido por grave e longa enfermidade e ela passou a se dedicar primeiro \u00e0 ele sem abandonar os demais. Mas com isso novamente os problemas financeiros voltaram.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo teve dois grandes conselheiros espirituais: Francisco de Sales e Vicente de Paulo, ambos depois declarados Santos pela Igreja. Foi gra\u00e7as \u00e0 dire\u00e7\u00e3o deles, que p\u00f4de superar e enfrentar os problemas que agitavam o seu cotidiano e a sua alma. Somente sua f\u00e9 a manteve firme e gra\u00e7as \u00e0 sua for\u00e7a, suplantou as adversidades, at\u00e9 o marido falecer, em 1625 e Miguel Antonio foi para o semin\u00e1rio.<\/p>\n<p>S\u00f3 ent\u00e3o Lu\u00edsa p\u00f4de dedicar-se totalmente aos pobres, doentes e velhos. Isso ocorreu porque Vicente de Paulo teve a ilumina\u00e7\u00e3o de colocar-la \u00e0 frente das Confrarias da Caridade, as quais fundara para socorrer as par\u00f3quias da Fran\u00e7a, e que vinham definhando. Vicente encarregou-a de visita-las, reorganiza-las, enfim dinamiza-las, e ela o fez durante anos.<\/p>\n<p>Em 1634 Lu\u00edsa, com ajuda e orienta\u00e7\u00e3o de Vicente de Paulo, fundou a Congrega\u00e7\u00e3o das Damas da Caridade, inicialmente com tr\u00eas senhoras da sociedade, mas esse n\u00facleo se tornaria depois uma Congrega\u00e7\u00e3o de Irm\u00e3s. Isso o porque servi\u00e7o que estas Damas prestavam aos pobres era limitado pelos seus deveres familiares e sociais e pela falta de h\u00e1bito aos trabalhos humildes e fatigantes. Era necess\u00e1rio colocar junto delas, pessoas generosas, livres e totalmente consagradas a Deus e aos pobres. Mas na Igreja n\u00e3o existiam porque a vida de consagra\u00e7\u00e3o para as mulheres estava concebida apenas como vida de clausura. Ent\u00e3o, Vicente e Lu\u00edsa, em 1642 ousaram e, criam as Irm\u00e3s dos Pobres, as Filhas da Caridade, a quem foram confiados os doentes, os enjeitados, os velhos, os mendigos, os soldados feridos e os condenados \u00e0s pris\u00f5es.<\/p>\n<p>Nascia um novo tipo de Irm\u00e3, com uma miss\u00e3o in\u00e9dita para aqueles tempos: uma vida consagrada em dispers\u00e3o pelos caminhos do sofrimento humano, assim estava criada a Congrega\u00e7\u00e3o das Irm\u00e3s Filhas da Caridade, em 1642. Na qual Lu\u00edsa fez os votos perp\u00e9tuos, sendo consagrada pelo pr\u00f3prio Vicente de Paulo. A obra, sob a dire\u00e7\u00e3o dela foi not\u00e1vel. Quando Paris foi assolada pela guerra e peste, em 1652, as Irm\u00e3s chegaram a atender quatorze mil pessoas, de todas as categorias sociais, sendo inclusive as primeiras Irm\u00e3s a serem requisitadas para o atendimento dos soldados feridos, nos campos de batalhas.<\/p>\n<p>Lu\u00edsa morreu em 15 de mar\u00e7o de 1660. Foi beatificada em 1920, e canonizada pelo Papa Pio XI, em 1934. Suas rel\u00edquias repousam na Capela da Visita\u00e7\u00e3o da Casa Matriz das Irm\u00e3s da Caridade, em Paris, Fran\u00e7a. Santa Lu\u00edsa de Marillac foi proclamada Padroeira das Obras Sociais e de todos os assistentes sociais, pelo Papa Jo\u00e3o XXIII, em 1960.<\/p>\n<p>Santa Lu\u00edsa de Marillac, rogai por n\u00f3s!<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"row\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"block-block-48\" class=\"block block-block\">\n<div class=\"content\">\n<p style=\"text-align: justify;\">*Fonte: Pia Sociedade Filhas de S\u00e3o Paulo Paulinas\u00a0<a href=\"http:\/\/www.paulinas.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">http:\/\/www.paulinas.org.br<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Batizado com o nome de Jo\u00e3o, ele nasceu num pequeno povoado da Mor\u00e1via, Rep\u00fablica Tcheca, em 26 de dezembro de 1751. De fam\u00edlia muito crist\u00e3 e pobre, n\u00e3o pode se dedicar aos estudos at\u00e9 a adolesc\u00eancia. 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