{"id":12329,"date":"2015-11-13T13:34:08","date_gmt":"2015-11-13T15:34:08","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2015\/11\/13\/se-os-catolicos-dizem-que-nao-adoram-imagens-por-que-adoram-um-objeto-a-cruz\/"},"modified":"2017-05-31T16:33:52","modified_gmt":"2017-05-31T19:33:52","slug":"se-os-catolicos-dizem-que-nao-adoram-imagens-por-que-adoram-um-objeto-a-cruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/se-os-catolicos-dizem-que-nao-adoram-imagens-por-que-adoram-um-objeto-a-cruz\/","title":{"rendered":"Se os cat\u00f3licos dizem que n\u00e3o adoram imagens, por que adoram um objeto, a cruz?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/cross.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Ei, cat\u00f3lico: se um amigo seu lhe fizesse esta pergunta, voc\u00ea saberia responder?<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, \u00e9 preciso diferenciar a cruz de Cristo (a real, ainda que esteja espalhada pelo mundo inteiro em pequenas lascas) das cruzes que vemos e tocamos.<\/p>\n<p>Na celebra\u00e7\u00e3o da Sexta-Feira Santa, de fato, h\u00e1 um momento lit\u00fargico em que os fi\u00e9is v\u00e3o \u201cadorar\u201d a cruz: ajoelham-se diante dela, com uma simples inclina\u00e7\u00e3o de cabe\u00e7a, ou a beijam. Este gesto simboliza a adora\u00e7\u00e3o \u00e0 cruz de Jesus, aquela na qual Ele foi pregado (Suma Teol\u00f3gica III, 25, 4).<\/p>\n<p>O que veneramos n\u00e3o \u00e9 o objeto, mas a verdadeira cruz de Jesus, que o objeto representa. A cruz de Jesus forma uma unidade com Ele, ao estar impregnada do seu sangue precioso. N\u00e3o podemos separar Cristo da sua cruz na reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que a cruz foi um instrumento de tortura, mas tamb\u00e9m \u00e9 verdade que, unida ao Corpo de Cristo, ela adquire para n\u00f3s uma conota\u00e7\u00e3o totalmente diferente. A cruz adquire um novo significado pela presen\u00e7a de Jesus nela.<\/p>\n<p>Se n\u00e3o podemos separar Jesus da cruz e da obra redentora, tampouco podemos separar o crist\u00e3o da cruz. Jesus nos pede que carreguemos nossa cruz, e \u00e9 por isso que n\u00e3o se pode conceber um crist\u00e3o sem cruz.<\/p>\n<p>Quando a Igreja nos apresenta a cruz para venera\u00e7\u00e3o, o que ela nos prop\u00f5e \u00e9 que adoremos Jesus sofredor em sua cruz, esse mesmo Jesus no ato da sua imola\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Adorar a cruz de Jesus \u00e9 um gesto inclusive de gratid\u00e3o, de agradecimento ao Senhor Jesus pelo seu amor extremo, redentor e concreto, n\u00e3o s\u00f3 a favor da humanidade em termos coletivos, mas por cada pessoa, individualmente.<\/p>\n<p>A imagem da cruz, ou at\u00e9 as rel\u00edquias da cruz de Jesus n\u00e3o merecem culto por si mesmas, mas somente enquanto relacionadas a Cristo e \u00e0 adora\u00e7\u00e3o que Ele merece de maneira absoluta.<\/p>\n<p>Portanto, nenhum cat\u00f3lico adora ou idolatra objetos. A idolatria significa que algo que n\u00e3o \u00e9 Deus (um \u00eddolo) toma o lugar de Deus. Os cat\u00f3licos s\u00f3 adoram o pr\u00f3prio Deus. A cruz remete a Deus, e \u00e9 a Deus que adoramos, n\u00e3o a cruz em si.<\/p>\n<p>O cat\u00f3lico sabe muito bem que a idolatria \u00e9 um pecado grave, pois isso significa negar o car\u00e1ter \u00fanico de Deus, para atribu\u00ed-lo a pessoas ou coisas criadas. Cat\u00f3licos n\u00e3o fazem isso. Na idolatria, a pessoa compara (d\u00e1 o mesmo peso e import\u00e2ncia) a criatura com seu Criador, e esta compara\u00e7\u00e3o, sob qualquer ponto de vista, \u00e9 inaceit\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ei, cat\u00f3lico: se um amigo seu lhe fizesse esta pergunta, voc\u00ea saberia responder? Em primeiro lugar, \u00e9 preciso diferenciar a cruz de Cristo (a real, ainda que esteja espalhada pelo mundo inteiro em pequenas lascas) das cruzes que vemos e tocamos. Na celebra\u00e7\u00e3o da Sexta-Feira Santa, de fato, h\u00e1 um momento lit\u00fargico em que os [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-12329","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12329","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12329"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12329\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27102,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12329\/revisions\/27102"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12329"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12329"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12329"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}