{"id":12135,"date":"2015-10-27T17:18:34","date_gmt":"2015-10-27T19:18:34","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2015\/10\/27\/4-pontos-de-reflexao-profundissimos-e-fulminantes-para-voce-preparar-a-sua-confissao\/"},"modified":"2017-05-31T13:22:31","modified_gmt":"2017-05-31T16:22:31","slug":"4-pontos-de-reflexao-profundissimos-e-fulminantes-para-voce-preparar-a-sua-confissao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/4-pontos-de-reflexao-profundissimos-e-fulminantes-para-voce-preparar-a-sua-confissao\/","title":{"rendered":"4 pontos de reflex\u00e3o profund\u00edssimos e fulminantes para voc\u00ea preparar a sua confiss\u00e3o!"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/worac3a7c3a3o-a-deus.png\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Dos \u201cRelatos de um peregrino russo\u201d \u2013 O mal se enra\u00edza nesses quatro pecados: n\u00e3o amas a Deus, odeias teu pr\u00f3ximo, n\u00e3o cr\u00eas no Verbo de Deus e \u00e9s puro orgulho e ambi\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Um peregrino russo chegou para se confessar a um padre e, assim que terminou a confiss\u00e3o, o padre lhe disse:<\/p>\n<p>\u2014 Meu caro amigo, grande parte do que escreveste \u00e9 totalmente f\u00fatil. Escuta. Antes de tudo, n\u00e3o confesses nunca os pecados j\u00e1 acusados e perdoados. Esquece-te deles; seria p\u00f4r em d\u00favida o sacramento da penit\u00eancia. A seguir, n\u00e3o rememores as outras pessoas associadas a teus pecados; julga-te apenas a ti mesmo. Em terceiro lugar, os santos padres nos pro\u00edbem de mencionar todas as circunst\u00e2ncias dos pecados e aconselham confess\u00e1-los em termos gerais, de modo a afastar a tenta\u00e7\u00e3o tanto de n\u00f3s mesmos quanto do padre. Em quarto lugar, vieste para arrepender-te e n\u00e3o te arrependeste, por n\u00e3o saberes arrepender-te; quer dizer: tua penit\u00eancia \u00e9 morna e negligente. Em quinto lugar, tu te detiveste em min\u00facias; o mais importante, por\u00e9m, foi omitido: n\u00e3o expuseste os pecados mais relevantes: n\u00e3o confessaste, nem escreveste que n\u00e3o amas a Deus, que odeias teu pr\u00f3ximo, que n\u00e3o cr\u00eas no Verbo de Deus e que tu mesmo s\u00f3 \u00e9s orgulho e ambi\u00e7\u00e3o. O mal se enra\u00edza nesses quatro pecados, origem de toda a nossa deprava\u00e7\u00e3o espiritual. S\u00e3o as ra\u00edzes mestras de onde brotam todos os pecados nos quais ca\u00edmos.<\/p>\n<p>O peregrino ficou muito surpreso e disse:<\/p>\n<p>\u2014 Perdoai-me, meu Pai, mas como \u00e9 poss\u00edvel n\u00e3o amar a Deus, nosso Criador e Salvador? Em que podemos crer, se n\u00e3o no Verbo de Deus, no qual reside toda verdade e santidade? Desejo o bem a todos os meus semelhantes; por que motivo os odiaria? Nada tenho de que possa me orgulhar; ali\u00e1s, repleto de pecados, nada tenho que seja merecedor de elogios; e que poderia ambicionar na pobreza em que vivo e com minha d\u00e9bil sa\u00fade? Estou convencido de que, se eu fosse um homem instru\u00eddo e rico, ent\u00e3o, sem d\u00favida, incorreria nas faltas que mencionastes.<\/p>\n<p>E o padre respondeu:<\/p>\n<p>\u2014 Que l\u00e1stima, caro irm\u00e3o, n\u00e3o teres compreendido nada do que expus. Acredito que aprender\u00e1s mais depressa se te mostrar estas notas. Sirvo-me delas para minhas pr\u00f3prias confiss\u00f5es. L\u00ea-as at\u00e9 o fim e ver\u00e1s claramente a prova exata do que te acabei de dizer: Uma confiss\u00e3o que leva o homem interior \u00e0 humildade. Voltando os olhos atentamente sobre mim mesmo e examinando as disposi\u00e7\u00f5es de minha consci\u00eancia, verifiquei, por experi\u00eancia pr\u00f3pria, que n\u00e3o amo a Deus, que n\u00e3o amo os meus semelhantes, que n\u00e3o tenho f\u00e9, que sou cheio de orgulho e de ambi\u00e7\u00e3o. Tudo isso encontro, realmente, em mim, ap\u00f3s um exame minucioso de meus sentimentos e de minha consci\u00eancia. Portanto:<\/p>\n<p>1 \u2013 N\u00e3o amo a Deus porque, se o amasse, pensaria continuamente nele, com alegria profunda.<\/p>\n<p>Cada pensamento de Deus me causaria prazer e deleite. Pelo contr\u00e1rio, o mais das vezes, e bem mais ardentemente, penso nas coisas do mundo, e pensar em Deus, para mim, \u00e9 trabalho e aridez. Se amasse a Deus, falar com Ele durante a ora\u00e7\u00e3o seria o meu alimento e a minha alegria e me levaria a uma comunh\u00e3o ininterrupta com Ele. Ao contr\u00e1rio, por\u00e9m, n\u00e3o somente n\u00e3o encontro prazer algum na ora\u00e7\u00e3o como ainda a fa\u00e7o com esfor\u00e7o. Luto com avers\u00e3o, esmore\u00e7o pela pregui\u00e7a e estou sempre pronto a me empenhar em qualquer ninharia, desde que abrevie a ora\u00e7\u00e3o ou dela me desvie. Meu tempo voa quando me dedico a ocupa\u00e7\u00f5es f\u00fateis, mas, quando estou em col\u00f3quio com Deus, quando me ponho em sua presen\u00e7a, as horas parecem n\u00e3o passar. Quem ama algu\u00e9m pensa nele sem interrup\u00e7\u00e3o, cria na mente a sua imagem, zela por ele e em nenhuma circunst\u00e2ncia o ser amado sai de seus pensamentos. No meu caso, durante o dia inteiro, \u00e9 a custo que reservo uma hora para mergulhar-me na presen\u00e7a de Deus, para inflamar meu cora\u00e7\u00e3o em sua lembran\u00e7a, enquanto me entrego totalmente, vinte e tr\u00eas horas, em fervorosas oferendas aos \u00eddolos de minhas prefer\u00eancias. S\u00f3 me agrada falar de assuntos f\u00fateis e que degradam a alma: sinto prazer nisso. Mas, quando se trata de meditar sobre Deus, surgem a aridez, o t\u00e9dio e a pregui\u00e7a. Mesmo quando, involuntariamente, a conversa toma um rumo espiritual, esfor\u00e7o-me em desvi\u00e1-la para retomar o assunto de que gosto. Sou insaciavelmente curioso pelas novidades e acontecimentos pol\u00edticos; procuro, com empenho, satisfazer o meu amor \u00e0s ci\u00eancias e \u00e0s artes. Mas o estudo da Lei de Deus, o conhecimento de Deus e da f\u00e9 pouco me atraem e n\u00e3o correspondem a uma necessidade de minha alma. N\u00e3o somente as considero como ocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o essencial para um crist\u00e3o, mas ainda, quando a ocasi\u00e3o se apresenta, as tomo por esp\u00e9cie de sup\u00e9rfluo, que poder\u00e1 preencher minhas horas de lazer em momentos dispon\u00edveis. Finalmente, se reconhecermos o amor a Deus pela observ\u00e2ncia de seus mandamentos (\u201cSe me amais, observai os meus mandamentos\u201d, diz nosso Senhor Jesus Cristo), n\u00e3o somente n\u00e3o os observo como ainda pouco me esfor\u00e7o por faz\u00ea-lo, e, reconhecendo bem, concluo que n\u00e3o amo a Deus. \u00c9 o que diz Bas\u00edlio, o Grande: \u201cA prova de que um homem n\u00e3o ama a Deus e seu Cristo consiste no fato de n\u00e3o observar os seus mandamentos\u201d.<\/p>\n<p>2 \u2013 Tamb\u00e9m n\u00e3o amo o meu pr\u00f3ximo,<\/p>\n<p>pois n\u00e3o somente sou incapaz de sacrificar a minha vida por ele, conforme pede o Evangelho, como n\u00e3o renuncio \u00e0 minha comodidade, ao meu bem-estar e \u00e0 minha paz pelo bem do pr\u00f3ximo. Se eu o amasse como a mim mesmo, conforme o Evangelho manda, as suas afli\u00e7\u00f5es me entristeceriam e eu saberia me regozijar com a sua felicidade. Acontece o contr\u00e1rio: ou\u00e7o hist\u00f3rias curiosas e dolorosas sobre meu pr\u00f3ximo sem me afligir; elas n\u00e3o me perturbam de modo algum ou, o que vem a ser pior, me causam certo prazer. O mau comportamento de um irm\u00e3o, em vez de ser por mim encoberto com amor, \u00e9 proclamado com cr\u00edticas. Seu bem-estar, suas honrarias e alegrias n\u00e3o me regozijam como se fossem meus, nem me provocam qualquer prazer especial, como se eu nada tivesse a ver com eles. O pior \u00e9 suscitarem insidiosamente em mim a inveja ou o desprezo.<\/p>\n<p>3 \u2013 N\u00e3o tenho a menor f\u00e9 religiosa; falta-me cren\u00e7a na imortalidade e no Evangelho.<\/p>\n<p>Se estivesse firmemente convencido de que, sem d\u00favida alguma, al\u00e9m do t\u00famulo, existe a vida eterna e a recompensa dos atos desta vida, nisso pensaria continuamente. A pr\u00f3pria ideia da imortalidade me cumularia de temor e eu passaria por esta vida como um estrangeiro que se prepara para a volta definitiva ao seu pa\u00eds natal. Comigo, d\u00e1-se o contr\u00e1rio: nunca penso na eternidade e considero o fim desta vida terrena como o limite de minha exist\u00eancia. Nem sempre consigo reprimir este escuso pensamento: que suceder\u00e1 no momento da morte? Se digo que creio na imortalidade, trata-se de uma afirma\u00e7\u00e3o te\u00f3rica; o meu cora\u00e7\u00e3o est\u00e1 longe de possuir tal convic\u00e7\u00e3o. Minha conduta e a preocupa\u00e7\u00e3o constante de satisfazer a vida dos sentidos o testemunham com toda a evid\u00eancia. Se o meu cora\u00e7\u00e3o tivesse f\u00e9 no santo Evangelho como Palavra de Deus, dele me ocuparia continuamente, procuraria aprofund\u00e1-lo, nele me deleitaria e a ele prenderia a minha aten\u00e7\u00e3o com profundo fervor. A sabedoria, a gra\u00e7a, o amor est\u00e3o ali escondidos, e, noite e dia, eu me regozijaria no estudo da Lei de Deus. Seria meu alimento, meu p\u00e3o cotidiano, e o meu cora\u00e7\u00e3o cumpriria espontaneamente as suas leis. Nada no mundo teria for\u00e7a suficiente para me desviar da Palavra de Deus. No entanto, se de tempos em tempos eu leio ou escuto essa Palavra, \u00e9 apenas como necessidade ou curiosidade natural; ali\u00e1s, n\u00e3o presto maior aten\u00e7\u00e3o a tal leitura e a considero ins\u00edpida e sem interesse. Chego, geralmente, ao fim de minha leitura sem proveito algum, sempre disposto a troc\u00e1-la por um livro mundano que me proporciona maior prazer e onde encontro assuntos novos e interessantes.<\/p>\n<p>4 \u2013 Sou todo orgulho e ego\u00edsmo, cheio de amor sensual por mim mesmo.<\/p>\n<p>Todas as minhas a\u00e7\u00f5es o confirmam. Descobrindo algo bom em mim, desejo logo real\u00e7\u00e1-lo, vangloriar-me diante dos outros ou de mim mesmo, para me satisfazer com este bem. Embora simule uma humildade exterior, o atribuo a m\u00e9ritos meus e considero-me superior aos outros ou, pelo menos, n\u00e3o pior do que eles. Se reconhe\u00e7o uma falta em mim, procuro justific\u00e1-la e encobri-la, apresentando motivos deste teor: \u201cnasci assim\u201d ou \u201cningu\u00e9m tem de que me censurar\u201d. Irrito-me com aqueles que n\u00e3o me tratam com respeito e os considero incapazes de apreciar o valor das pessoas. Vanglorio-me dos meus dons; considero os fracassos de meus empreendimentos como um insulto pessoal. Sinto prazer com as desventuras de meus inimigos. Se me esfor\u00e7o por fazer alguma boa a\u00e7\u00e3o \u00e9 com fim de me favorecer com certa honraria, \u00e9 busca de uma satisfa\u00e7\u00e3o espiritual ou consola\u00e7\u00e3o terrena. Em resumo, continuamente fa\u00e7o de mim um \u00eddolo a quem sirvo sem interrup\u00e7\u00e3o, procurando em toda coisa um alimento para as minhas paix\u00f5es e cobi\u00e7as.<\/p>\n<p>Ao examinar todos esses pontos, chego \u00e0 conclus\u00e3o de que sou orgulhoso, corrupto, incr\u00e9dulo, sem amor a Deus e de que odeio o meu pr\u00f3ximo. Que condi\u00e7\u00e3o poderia ser mais culp\u00e1vel? A dos esp\u00edritos das trevas \u00e9 melhor do que a minha. Eles, embora n\u00e3o amem a Deus, odeiem os homens e vivam de orgulho, pelo menos creem e tremem. E eu? Poder\u00e1 haver destino mais implac\u00e1vel do que este que se apresenta a mim? E que senten\u00e7a ser\u00e1 mais severa do que aquela que vai julgar a vida despreocupada e louca que reconhe\u00e7o ser a minha?<\/p>\n<p>O peregrino, perplexo, disse:<\/p>\n<p>Ao ler, do princ\u00edpio ao fim, este modelo de confiss\u00e3o que o sacerdote me dera, fiquei perplexo e pensei: \u201cDeus do c\u00e9u! Que pecados assustadores se escondem em mim e, at\u00e9 agora, n\u00e3o os havia notado!\u201d. O desejo de me purificar me fez pedir \u00e0quele verdadeiro pai espiritual que me revelasse as causas de todos esses males e seus rem\u00e9dios.<\/p>\n<p>E pediu ent\u00e3o que o padre o instru\u00edsse; o padre respondeu:<\/p>\n<p>N\u00e3o amar a Deus, querido irm\u00e3o, \u00e9 consequ\u00eancia de uma f\u00e9 deficiente; e a causa dessa defici\u00eancia \u00e9 a recusa a estudar a ci\u00eancia verdadeira e sagrada, \u00e9 o descaso \u00e0s luzes da alma. Numa palavra: se n\u00e3o tens a f\u00e9, n\u00e3o podes amar; se n\u00e3o \u00e9s convicto, n\u00e3o podes amar e, para chegar a esta convic\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso que tenhas total e exato conhecimento do problema. Pela medita\u00e7\u00e3o, pelo estudo da Palavra de Deus e pela observa\u00e7\u00e3o de tuas pr\u00f3prias experi\u00eancias, deves despertar em tua alma uma sede, um anseio ou, como alguns denominam, uma \u201cadmira\u00e7\u00e3o\u201d que suscita um insaci\u00e1vel desejo de tudo conhecer mais de perto e mais profundamente, a fim de assimilar a sua natureza. Um escritor espiritual assim se exprime: \u201cO amor, geralmente, cresce com o conhecimento e, quanto maior a profundidade e extens\u00e3o do conhecimento, mais amor haver\u00e1; com maior facilidade o cora\u00e7\u00e3o se submeter\u00e1 e se abrir\u00e1 ao amor a Deus, contemplando, atentamente, a plenitude e a beleza do mundo de Deus e o seu amor infinito aos homens\u201d.<\/p>\n<p>Como podes ver, a causa desses pecados \u00e9 a indolente recusa a pensar nas coisas espirituais, pregui\u00e7a que abafa a pr\u00f3pria sensa\u00e7\u00e3o da necessidade desses pensamentos. Se queres saber como superar esse mal, esfor\u00e7a-te na ilumina\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito por todos os meios que est\u00e3o ao teu alcance; consegue-a pelo estudo diligente da Palavra de Deus e dos santos Padres, atrav\u00e9s da medita\u00e7\u00e3o e dos conselhos espirituais e pelos col\u00f3quios com aqueles que s\u00e3o s\u00e1bios em Cristo. Ah, querido irm\u00e3o, que infelicidade \u00e9 a nossa, unicamente por causa da nossa in\u00e9rcia em procurar a luz da alma na Palavra da verdade! N\u00e3o estudamos a Lei de Deus, dia e noite, e n\u00e3o a meditamos de maneira ass\u00eddua e aplicada. Por esse motivo, o nosso homem interior tem fome e frio, sente-se frustrado a ponto de n\u00e3o ter a coragem de dar um passo decisivo na via da virtude e da salva\u00e7\u00e3o! Assim sendo, tomemos a resolu\u00e7\u00e3o de utilizar tais m\u00e9todos e, tanto quanto poss\u00edvel, ocupemos nosso esp\u00edrito com o pensamento das coisas celestes; e o amor derramado do Alto em nossos cora\u00e7\u00f5es se inflama em n\u00f3s. Assim o faremos, pois, e rezaremos o mais frequentemente poss\u00edvel, porque a ora\u00e7\u00e3o \u00e9 o principal e mais possante meio para a nossa renova\u00e7\u00e3o e bem-estar. Rezaremos com os termos que a Santa Igreja nos ensina: \u201c\u00d3 Deus, tornai-me capaz de vos amar agora, como no passado amei o pecado\u201d.<\/p>\n<p>Do livro \u201cRelatos de um peregrino russo\u201d, a partir de transcri\u00e7\u00e3o no blog \u201cDi\u00e1rio de uma Mo\u00e7a Cat\u00f3lica.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dos \u201cRelatos de um peregrino russo\u201d \u2013 O mal se enra\u00edza nesses quatro pecados: n\u00e3o amas a Deus, odeias teu pr\u00f3ximo, n\u00e3o cr\u00eas no Verbo de Deus e \u00e9s puro orgulho e ambi\u00e7\u00e3o Um peregrino russo chegou para se confessar a um padre e, assim que terminou a confiss\u00e3o, o padre lhe disse: \u2014 Meu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-12135","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cotidiano"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12135","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12135"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12135\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26630,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12135\/revisions\/26630"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12135"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12135"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12135"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}