{"id":12120,"date":"2015-10-27T12:23:00","date_gmt":"2015-10-27T14:23:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2015\/10\/27\/em-mensagem-papa-francisco-diz-que-sinodo-deve-continuar-nas-dioceses\/"},"modified":"2017-05-26T16:44:51","modified_gmt":"2017-05-26T19:44:51","slug":"em-mensagem-papa-francisco-diz-que-sinodo-deve-continuar-nas-dioceses","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/em-mensagem-papa-francisco-diz-que-sinodo-deve-continuar-nas-dioceses\/","title":{"rendered":"Em mensagem, papa Francisco diz que S\u00ednodo deve continuar nas dioceses"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/00 sinodofinal.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>S\u00ednodo dos Bispos sobre a Fam\u00edlia\u00a0\u00a0\u00a0 <\/p>\n<p>A Assembleia Sinodal refletiu sobre o tema: \u201cA voca\u00e7\u00e3o e a miss\u00e3o da fam\u00edlia na Igreja e no mundo contempor\u00e2neo\u201d<\/p>\n<p>\u201cNa verdade, para a Igreja, encerrar o S\u00ednodo significa voltar realmente a \u2018caminhar juntos\u2019 para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situa\u00e7\u00e3o a luz do Evangelho, o abra\u00e7o da Igreja e o apoio da miseric\u00f3rdia Deus!\u201d, disse o papa Francisco, em mensagem por ocasi\u00e3o do encerramento da 14\u00aa Assembleia Ordin\u00e1ria do S\u00ednodo dos Bispos sobre a Fam\u00edlia. De 04 a 25 de outubro, 265 membros votantes participaram da Assembleia que refletiu sobre \u201cA voca\u00e7\u00e3o e a miss\u00e3o da fam\u00edlia na Igreja e no mundo contempor\u00e2neo\u201d.<\/p>\n<p>O papa agradeceu aos diversos colaborares do S\u00ednodo que trabalham para o \u00eaxito das atividades. \u201cAgrade\u00e7o a todos v\u00f3s, amados padres sinodais, delegados fraternos, auditores, auditoras e conselheiros, p\u00e1rocos e fam\u00edlias pela vossa ativa e frutuosa participa\u00e7\u00e3o. Estai certos de que a todos recordo na minha ora\u00e7\u00e3o ao Senhor para que vos recompense com a abund\u00e2ncia dos seus dons e gra\u00e7as!\u201d, expressou Francisco.<\/p>\n<p>Confira \u00edntegra da mensagem:<\/p>\n<p>Amadas Beatitudes, Emin\u00eancias, Excel\u00eancias, Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/p>\n<p>Quero, antes de mais, agradecer ao Senhor por ter guiado o nosso caminho sinodal nestes anos atrav\u00e9s do Esp\u00edrito Santo, que nunca deixa faltar \u00e0 Igreja o seu apoio.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o de todo o cora\u00e7\u00e3o ao Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secret\u00e1rio-Geral do S\u00ednodo, a D. Fabio Fabene, Subsecret\u00e1rio e, juntamente com eles, agrade\u00e7o ao Relator, o Cardeal Peter Erd\u00f6, e ao Secret\u00e1rio Especial, D. Bruno Forte, aos presidentes delegados, aos secret\u00e1rios, consultores, tradutores e todos aqueles que trabalharam de forma incans\u00e1vel e com total dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja: um cordial obrigado!<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o a todos v\u00f3s, amados padres sinodais, delegados fraternos, auditores, auditoras e conselheiros, p\u00e1rocos e fam\u00edlias pela vossa ativa e frutuosa participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o ainda a todas as pessoas que se empenharam, de forma an\u00f4nima e em sil\u00eancio, prestando a sua generosa contribui\u00e7\u00e3o para os trabalhos deste S\u00ednodo.<\/p>\n<p>Estai certos de que a todos recordo na minha ora\u00e7\u00e3o ao Senhor para que vos recompense com a abund\u00e2ncia dos seus dons e gra\u00e7as!<\/p>\n<p>Enquanto acompanhava os trabalhos do S\u00ednodo, pus-me esta pergunta: Que h\u00e1-de significar, para a Igreja, encerrar este S\u00ednodo dedicado \u00e0 fam\u00edlia?<\/p>\n<p>Certamente n\u00e3o significa que esgot\u00e1mos todos os temas inerentes \u00e0 fam\u00edlia, mas que procuramos ilumin\u00e1-los com a luz do Evangelho, da tradi\u00e7\u00e3o e da hist\u00f3ria bimilen\u00e1ria da Igreja, infundindo neles a alegria da esperan\u00e7a, sem cair na f\u00e1cil repeti\u00e7\u00e3o do que \u00e9 indiscut\u00edvel ou j\u00e1 se disse.<\/p>\n<p>Seguramente n\u00e3o significa que encontramos solu\u00e7\u00f5es exaustivas para todas as dificuldades e d\u00favidas que desafiam e amea\u00e7am a fam\u00edlia, mas que colocamos tais dificuldades e d\u00favidas sob a luz da F\u00e9, examinamo-las cuidadosamente, abordamo-las sem medo e sem esconder a cabe\u00e7a na areia.<\/p>\n<p>Significa que solicitamos todos a compreender a import\u00e2ncia da institui\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia e do Matrim\u00f4nio entre homem e mulher, fundado sobre a unidade e a indissolubilidade e a apreci\u00e1-la como base fundamental da sociedade e da vida humana.<\/p>\n<p>Significa que escutamos e fizemos escutar as vozes das fam\u00edlias e dos pastores da Igreja que vieram a Roma carregando sobre os ombros os fardos e as esperan\u00e7as, as riquezas e os desafios das fam\u00edlias do mundo inteiro.<\/p>\n<p>Significa que demos provas da vitalidade da Igreja Cat\u00f3lica, que n\u00e3o tem medo de abalar as consci\u00eancias anestesiadas ou sujar as m\u00e3os discutindo, animada e francamente, sobre a fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Significa que procur\u00e1mos olhar e ler a realidade, melhor dito as realidades, de hoje com os olhos de Deus, para acender e iluminar, com a chama da f\u00e9, os cora\u00e7\u00f5es dos homens, num per\u00edodo hist\u00f3rico de des\u00e2nimo e de crise social, econ\u00f3mica, moral e de prevalecente negatividade.<\/p>\n<p>Significa que testemunh\u00e1mos a todos que o Evangelho continua a ser, para a Igreja, a fonte viva de novidade eterna, contra aqueles que querem \u00abendoutrin\u00e1-lo\u00bb como pedras mortas para as jogar contra os outros.<\/p>\n<p>Significa tamb\u00e9m que espoli\u00e1mos os cora\u00e7\u00f5es fechados que, frequentemente, se escondem mesmo por detr\u00e1s dos ensinamentos da Igreja ou das boas inten\u00e7\u00f5es para se sentar na c\u00e1tedra de Mois\u00e9s e julgar, \u00e0s vezes com superioridade e superficialidade, os casos dif\u00edceis e as fam\u00edlias feridas.<\/p>\n<p>Significa que afirm\u00e1mos que a Igreja \u00e9 Igreja dos pobres em esp\u00edrito e dos pecadores \u00e0 procura do perd\u00e3o e n\u00e3o apenas dos justos e dos santos, ou melhor dos justos e dos santos quando se sentem pobres e pecadores.<\/p>\n<p>Significa que procur\u00e1mos abrir os horizontes para superar toda a hermen\u00eautica conspiradora ou perspectiva fechada, para defender e difundir a liberdade dos filhos de Deus, para transmitir a beleza da Novidade crist\u00e3, por vezes coberta pela ferrugem duma linguagem arcaica ou simplesmente incompreens\u00edvel.<\/p>\n<p>No caminho deste S\u00ednodo, as diferentes opini\u00f5es que se expressaram livremente \u2013 e \u00e0s vezes, infelizmente, com m\u00e9todos n\u00e3o inteiramente ben\u00e9volos \u2013 enriqueceram e animaram certamente o di\u00e1logo, proporcionando a imagem viva duma Igreja que n\u00e3o usa \u00abimpressos prontos\u00bb, mas que, da fonte inexaur\u00edvel da sua f\u00e9, tira \u00e1gua viva para saciar os cora\u00e7\u00f5es ressequidos.1<\/p>\n<p>E vimos tamb\u00e9m \u2013 sem entrar nas quest\u00f5es dogm\u00e1ticas, bem definidas pelo Magist\u00e9rio da Igreja \u2013 que aquilo que parece normal para um bispo de um continente, pode resultar estranho, quase um esc\u00e2ndalo, para o bispo doutro continente; aquilo que se considera viola\u00e7\u00e3o de um direito numa sociedade, pode ser preceito \u00f3bvio e intoc\u00e1vel noutra; aquilo que para alguns \u00e9 liberdade de consci\u00eancia, para outros pode ser s\u00f3 confus\u00e3o. Na realidade, as culturas s\u00e3o muito diferentes entre si e cada princ\u00edpio geral, se quiser ser observado e aplicado, precisa de ser inculturado.2 O S\u00ednodo de 1985, que comemorava o vig\u00e9simo anivers\u00e1rio do encerramento do Conc\u00edlio Vaticano II, falou da incultura\u00e7\u00e3o como da \u00ab\u00edntima transforma\u00e7\u00e3o dos aut\u00eanticos valores culturais mediante a integra\u00e7\u00e3o no cristianismo e a encarna\u00e7\u00e3o do cristianismo nas v\u00e1rias culturas humanas\u00bb.3 A incultura\u00e7\u00e3o n\u00e3o debilita os valores verdadeiros, mas demonstra a sua verdadeira for\u00e7a e a sua autenticidade, j\u00e1 que eles adaptam-se sem se alterar, antes transformam pac\u00edfica e gradualmente as v\u00e1rias culturas.<\/p>\n<p>Vimos, inclusive atrav\u00e9s da riqueza da nossa diversidade, que o desafio que temos pela frente \u00e9 sempre o mesmo: anunciar o Evangelho ao homem de hoje, defendendo a fam\u00edlia de todos os ataques ideol\u00f3gicos e individualistas.<\/p>\n<p>E, sem nunca cair no perigo do relativismo ou de demonizar os outros, procuramos abra\u00e7ar plena e corajosamente a bondade e a miseric\u00f3rdia de Deus, que ultrapassa os nossos c\u00e1lculos humanos e nada mais quer sen\u00e3o que \u00abtodos os homens sejam salvos\u00bb (1 Tim 2, 4), para integrar e viver este S\u00ednodo no contexto do Ano Extraordin\u00e1rio da Miseric\u00f3rdia que a Igreja est\u00e1 chamada a viver.<\/p>\n<p>Amados irm\u00e3os!<\/p>\n<p>A experi\u00eancia do S\u00ednodo fez-nos compreender melhor tamb\u00e9m que os verdadeiros defensores da doutrina n\u00e3o s\u00e3o os que defendem a letra, mas o esp\u00edrito; n\u00e3o as ideias, mas o homem; n\u00e3o as f\u00f3rmulas, mas a gratuidade do amor de Deus e do seu perd\u00e3o. Isto n\u00e3o significa de forma alguma diminuir a import\u00e2ncia das f\u00f3rmulas, das leis e dos mandamentos divinos, mas exaltar a grandeza do verdadeiro Deus, que n\u00e3o nos trata segundo os nossos m\u00e9ritos nem segundo as nossas obras, mas unicamente segundo a generosidade sem limites da sua Miseric\u00f3rdia (cf. Rm 3, 21-30; Sal 129\/130; Lc 11, 37-54). Significa vencer as tenta\u00e7\u00f5es constantes do irm\u00e3o mais velho (cf. Lc 15, 25-32) e dos trabalhadores invejosos (cf. Mt 20, 1-16). Antes, significa valorizar ainda mais as leis e os mandamentos, criados para o homem e n\u00e3o vice-versa (cf. Mc 2, 27).<\/p>\n<p>Neste sentido, o necess\u00e1rio arrependimento, as obras e os esfor\u00e7os humanos ganham um sentido mais profundo, n\u00e3o como pre\u00e7o da Salva\u00e7\u00e3o \u2013 que n\u00e3o se pode adquirir \u2013 realizada por Cristo gratuitamente na Cruz, mas como resposta \u00c0quele que nos amou primeiro e salvou com o pre\u00e7o do seu sangue inocente, quando ainda \u00e9ramos pecadores (cf. Rm 5, 6).<\/p>\n<p>O primeiro dever da Igreja n\u00e3o \u00e9 aplicar condena\u00e7\u00f5es ou an\u00e1temas, mas proclamar a miseric\u00f3rdia de Deus, chamar \u00e0 convers\u00e3o e conduzir todos os homens \u00e0 salva\u00e7\u00e3o do Senhor (cf. Jo 12, 44-50).<\/p>\n<p>Do Beato Paulo VI temos estas palavras estupendas: \u00abPor conseguinte podemos pensar que cada um dos nossos pecados ou fugas de Deus acende n\u2019Ele uma chama de amor mais intenso, um desejo de nos reaver e inserir de novo no seu plano de salva\u00e7\u00e3o (&#8230;). Deus, em Cristo, revela-Se infinitamente bom (&#8230;). Deus \u00e9 bom. E n\u00e3o apenas em Si mesmo; Deus \u2013 dizemo-lo chorando \u2013 \u00e9 bom para n\u00f3s. Ele nos ama, procura, pensa, conhece, inspira e espera\u2026 Ele \u2013 se tal se pode dizer \u2013 ser\u00e1 feliz no dia em que regressarmos e Lhe dissermos: Senhor, na vossa bondade, perdoai-me. Vemos, assim, o nosso arrependimento tornar-se a alegria de Deus\u00bb.5<\/p>\n<p>Por sua vez S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II afirmava que \u00aba Igreja vive uma vida aut\u00eantica, quando professa e proclama a miseric\u00f3rdia, (&#8230;) e quando aproxima os homens das fontes da miseric\u00f3rdia do Salvador das quais ela \u00e9 deposit\u00e1ria e dispensadora\u00bb.6<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m o Papa Bento XVI disse: \u00abNa realidade, a miseric\u00f3rdia \u00e9 o n\u00facleo da mensagem evang\u00e9lica, \u00e9 o pr\u00f3prio nome de Deus (&#8230;). Tudo o que a Igreja diz e realiza, manifesta a miseric\u00f3rdia que Deus sente pelo homem, portanto, por n\u00f3s. Quando a Igreja deve reafirmar uma verdade menosprezada, ou um bem tra\u00eddo, f\u00e1-lo sempre estimulada pelo amor misericordioso, para que os homens tenham vida e a tenham em abund\u00e2ncia (cf. Jo 10, 10)\u00bb.7<\/p>\n<p>Sob esta luz e gra\u00e7a, neste tempo de gra\u00e7a que a Igreja viveu dialogando e discutindo sobre a fam\u00edlia, sentimo-nos enriquecidos mutuamente; e muitos de n\u00f3s experimentaram a a\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo, que \u00e9 o verdadeiro protagonista e art\u00edfice do S\u00ednodo. Para todos n\u00f3s, a palavra \u00abfam\u00edlia\u00bb j\u00e1 n\u00e3o soa como antes, a ponto de encontrarmos nela o resumo da sua voca\u00e7\u00e3o e o significado de todo o caminho sinodal.8<\/p>\n<p>Na verdade, para a Igreja, encerrar o S\u00ednodo significa voltar realmente a &#8216;caminhar juntos&#8221; para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situa\u00e7\u00e3o a luz do Evangelho, o abra\u00e7o da Igreja e o apoio da miseric\u00f3rdia Deus!<\/p>\n<p>Obrigado! <br \/>CNBB com informa\u00e7\u00f5es do News.va<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: CNBB<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00ednodo dos Bispos sobre a Fam\u00edlia\u00a0\u00a0\u00a0 A Assembleia Sinodal refletiu sobre o tema: \u201cA voca\u00e7\u00e3o e a miss\u00e3o da fam\u00edlia na Igreja e no mundo contempor\u00e2neo\u201d \u201cNa verdade, para a Igreja, encerrar o S\u00ednodo significa voltar realmente a \u2018caminhar juntos\u2019 para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":["post-12120","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-cnbb"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12120","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12120"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12120\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24079,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12120\/revisions\/24079"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12120"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12120"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12120"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}