{"id":12094,"date":"2015-10-24T03:00:00","date_gmt":"2015-10-24T05:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2015\/10\/24\/basilica-de-sao-sebastiao\/"},"modified":"2017-05-09T14:44:29","modified_gmt":"2017-05-09T17:44:29","slug":"basilica-de-sao-sebastiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/basilica-de-sao-sebastiao\/","title":{"rendered":"Bas\u00edlica de S\u00e3o Sebasti\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja que caminha no Rio de Janeiro tem uma bela hist\u00f3ria ligada \u00e0 da cidade, que neste ano completa 450 anos de funda\u00e7\u00e3o. O in\u00edcio da cidade transferida para o morro do Castelo trouxe uma presen\u00e7a cat\u00f3lica muito importante com a presen\u00e7a de religiosos e de s\u00edmbolos que, mesmo depois de destru\u00eddos juntamente com o morro, continuam marcando a mem\u00f3ria de nossa cidade.<br \/> Neste ano, o Prefeito Municipal decretou que a Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, na Tijuca, \u00e9 um templo de especial valor afetivo para a cidade e, ao mesmo tempo, a Arquidiocese o erigiu em Santu\u00e1rio Arquidiocesano. Agora, neste primeiro de novembro, este templo receber\u00e1 as ins\u00edgnias de Bas\u00edlica Menor.<br \/>O Santu\u00e1rio Arquidiocesano de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, aqui em nossa Arquidiocese, foi elevado a Bas\u00edlica Menor. No dia 17 de junho deste ano, a Congrega\u00e7\u00e3o para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos autorizou o decreto que concede o t\u00edtulo \u00e0 Igreja que fica localizada no bairro Tijuca.\u00a0 <br \/>O Papa \u00e9 a \u00fanica pessoa com potestade para conceder o t\u00edtulo de \u201cbas\u00edlica\u201d a um templo.\u00a0 S\u00f3 existem 4 bas\u00edlicas com o t\u00edtulo de \u201cBas\u00edlica Maior\u201d, todas elas situadas na cidade de Roma: S\u00e3o Pedro, S\u00e3o Jo\u00e3o de Latr\u00e3o, Santa Maria a Maior e S\u00e3o Paulo Extramuros.\u00a0 As demais bas\u00edlicas ostentam o t\u00edtulo de \u201cbas\u00edlica menor\u201d, e existem cerca de 1.500 ao redor do mundo, algumas das quais aqui no Rio de Janeiro.<br \/>Uma Bas\u00edlica Menor \u00e9 uma Igreja com o t\u00edtulo concedido pelo Papa, considerada importante por diferentes motivos, tais como: venera\u00e7\u00e3o que lhe devotam os crist\u00e3os, transcend\u00eancia hist\u00f3rica e beleza art\u00edstica de sua arquitetura e decora\u00e7\u00e3o. <br \/>O Santu\u00e1rio S\u00e3o Sebasti\u00e3o, no Rio de Janeiro, \u00e9 administrado pelos Frades Capuchinhos, e foi declarado Santu\u00e1rio Arquidiocesano neste ano, durante as comemora\u00e7\u00f5es pelo dia do padroeiro, em 20 de janeiro. O templo possui especial valor afetivo para os cariocas (conforme o decreto municipal), pois possui a guarda de tr\u00eas s\u00edmbolos importantes para a cidade: o marco de funda\u00e7\u00e3o, os restos mortais do fundador da cidade, Est\u00e1cio de S\u00e1, e a imagem hist\u00f3rica de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro, que foi trazida por ele.<br \/> A Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, situada na Tijuca, Rio de Janeiro, foi inaugurada em 15 de agosto de 1931. Ela sucede a antiga Igreja do Morro do Castelo, edificada em 1567, e reconstru\u00edda por Salvador de S\u00e1 em 1583. Para este local foram transportados o que chamamos de \u201cRel\u00edquias Hist\u00f3ricas da Cidade\u201d: os restos mortais do fundador da cidade do Rio de Janeiro, Est\u00e1cio de S\u00e1, morto em 1567; o marco zero (portugu\u00eas) da cidade fundada em 1565, e a pequena imagem de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, de 1563. <br \/> Em 1842, a Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Castelo foi entregue aos cuidados dos frades capuchinhos. Esta igreja sobreviveu at\u00e9 1922, quando foi demolida juntamente com o Morro do Castelo. Embora com isso o Rio de Janeiro tenha perdido uma das partes mais significativas de sua hist\u00f3ria antiga, muitas coisas foram conservadas e transferidas para a Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o na Tijuca. <br \/> A atual Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o dos Capuchinhos foi elevada a par\u00f3quia em 9 de janeiro de 1947 pelo Cardeal Arcebispo Dom Jaime de Barros C\u00e2mara. No dia 8 de junho, instalou-se a nova par\u00f3quia de S\u00e3o Sebasti\u00e3o do Antigo Morro do Castelo, tendo como primeiro p\u00e1roco o Frei Jacinto de Palazzolo, Ofmcap. Foi conservada aos capuchinhos a guardiania das \u201cRel\u00edquias Hist\u00f3ricas da Cidade do Rio de Janeiro\u201d. <br \/>A hist\u00f3ria do nome e da dignidade de Bas\u00edlica vem da tradi\u00e7\u00e3o do Imp\u00e9rio Romano. Uma bas\u00edlica \u00e9 uma estrutura arquitet\u00f4nica que na antiguidade romana tinha uma fun\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e jur\u00eddica. O seu nome prov\u00e9m do termo latino \u201cbasilica\u201d, que, por sua vez, deriva do grego \u201c\u03b2\u03b1\u03c3\u03b9\u03bb\u03b9\u03ba\u03ae\u201d (foneticamente, \u201cbasilik\u00e9\u201d), palavra que significa \u201cr\u00e9gia\u201d ou \u201creal\u201d e que \u00e9 uma elipse da express\u00e3o completa \u201cbasilik\u00e9 oik\u00eda\u201d, que significa \u201ccasa real\u201d. <br \/> Esse tipo de edif\u00edcio servia originalmente para as transa\u00e7\u00f5es comerciais a grande escala, e, ao mesmo tempo, era como uma esp\u00e9cie de juizado. Sua origem se encontra na \u00e9poca da Rep\u00fablica de Roma (entre os anos 509 e 27 a.C.). <br \/> Esse tipo de estrutura foi aproveitado pelo imperador Constantino como modelo para os primeiros centros de culto crist\u00e3o que ele mesmo fundou (S\u00e3o Pedro, do Vaticano, e S\u00e3o Jo\u00e3o de Latr\u00e3o, em Roma), e assim permaneceu at\u00e9 a atualidade.\u00a0 Isso se deve, especialmente, ao car\u00e1ter de assembleia da liturgia crist\u00e3 e ao fato de que esse tipo de espa\u00e7o permite acolher grande quantidade de pessoas, estabelecendo a hierarquia que lhe corresponde, com os fi\u00e9is distribu\u00eddos na nave (ou nas naves) e quem preside a cerim\u00f4nia, no presbit\u00e9rio.<br \/> Em muitos casos, os pr\u00f3prios edif\u00edcios romanos foram utilizados como recinto religioso oficial para a celebra\u00e7\u00e3o da liturgia.\u00a0 Depois que o Imp\u00e9rio Romano se tornou oficialmente crist\u00e3o, o termo \u201cbas\u00edlica\u201d foi utilizado tamb\u00e9m para referir-se a determinadas igrejas geralmente grandes ou importantes, \u00e0s quais haviam outorgado ritos especiais e privil\u00e9gios em mat\u00e9ria de culto. Este \u00e9 o sentido usado hoje, tanto do ponto de vista arquitet\u00f4nico quanto religioso.<br \/>A Bas\u00edlica \u00e9, portanto, um t\u00edtulo que \u00e9 concedido pelo Santo Padre o Papa, por Decreto da Congrega\u00e7\u00e3o do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos, para determinadas Igrejas \u201cque possuem import\u00e2ncia peculiar com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida lit\u00fargica e pastoral, as quais podem ser honradas pelo Sumo Pont\u00edfice com o t\u00edtulo de Bas\u00edlica Menor, o que indica um v\u00ednculo peculiar com a Igreja Romana e o Sumo Pont\u00edfice\u201d. (Decreto Casa da Igreja \u2013 sobre o t\u00edtulo de Bas\u00edlica Menor, da Congrega\u00e7\u00e3o do Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, 9 de novembro de 1989).<br \/> O ordenamento jur\u00eddico que normatiza as Bas\u00edlicas Menores \u00e9 o Decreto \u201cCasa de Deus\u201d, promulgado no dia 6 de junho de 1968, pela Sagrada Congrega\u00e7\u00e3o dos Ritos (AAS 60, 1968, 536-539).<br \/> Condi\u00e7\u00f5es can\u00f4nicas para a eleva\u00e7\u00e3o de uma Igreja \u00e0 dignidade basilical:<br \/>1.\u00a0\u00a0\u00a0 Que esta igreja seja exemplo para os outros por seu preparo e execu\u00e7\u00e3o seja pela fidelidade \u00e0s normas lit\u00fargicas e pela participa\u00e7\u00e3o ativa do povo de Deus;<br \/>2.\u00a0\u00a0\u00a0 Deve ser uma igreja \u201cadequada tanto por seu tamanho quanto pelo tamanho suficiente do presbit\u00e9rio. Que os diversos elementos requeridos para a celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica \u2013 altar, amb\u00e3o, a cadeira do celebrante \u2013 sejam dispostos de acordo com as exig\u00eancias da Liturgia\u201d;<br \/>3.\u00a0\u00a0\u00a0 Que esta igreja goze de \u201ccelebridade em toda a Diocese\u201d, celebridade hist\u00f3rica ou religiosa, \u201cou porque nela se conserva o corpo ou rel\u00edquia famosa de algum santo, ou porque nela \u00e9 venerada de modo peculiar alguma imagem sagrada\u201d. \u201cTamb\u00e9m deve ser considerado o seu valor hist\u00f3rico e como obra de arte\u201d;<br \/>4.\u00a0\u00a0\u00a0 Que esta igreja tenha um \u201cn\u00famero adequado de presb\u00edteros, dedicados ao cuidado pastoral e lit\u00fargico da mesma igreja, sobretudo para a celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia e da Penit\u00eancia (e tamb\u00e9m um n\u00famero adequado de confession\u00e1rios \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is a horas certas)\u201d.<br \/>5.\u00a0\u00a0\u00a0 Que seja eminentemente valorizado o n\u00famero de fi\u00e9is para a execu\u00e7\u00e3o da m\u00fasica, particularmente, do canto sacro.<br \/>A concess\u00e3o do t\u00edtulo de bas\u00edlica necessita, obrigatoriamente, do pedido do Bispo Diocesano, obtido o nihil-obstat da Confer\u00eancia Episcopal, sendo acrescidos dos cadernos e relat\u00f3rios que comprovem a origem, a hist\u00f3ria e a atua\u00e7\u00e3o religiosa da igreja, com respectivo \u00e1lbum de imagens ilustradas e fotografias, particularmente do presbit\u00e9rio, com seu altar, amb\u00e3o, cadeira do celebrante e os outros locais destinados \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o das celebra\u00e7\u00f5es, como as cadeiras dos ministros extraordin\u00e1rios, o batist\u00e9rio, o sacr\u00e1rio e os confession\u00e1rios. <br \/>Deveres e encargos pr\u00f3prios na bas\u00edlica, no \u00e2mbito lit\u00fargico e pastoral:<br \/>1.\u00a0\u00a0\u00a0 Que seja realizada a instru\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is, com o estudo sobre a liturgia; de estudos de documentos pontif\u00edcios e da Santa S\u00e9 Apost\u00f3lica;<br \/>2.\u00a0\u00a0\u00a0 Que sejam meticulosamente preparadas e bem celebradas as celebra\u00e7\u00f5es do Ano Lit\u00fargico, especialmente as do Advento, Natal, Quaresma e P\u00e1scoa. Que seja, na Quaresma, devidamente celebrada a Via Sacra. Que as homilias sejam primorosas, levando a uma convers\u00e3o extraordin\u00e1ria, sendo obrigat\u00f3ria a celebra\u00e7\u00e3o da Liturgia das Horas, sobretudo das \u201cLaudes\u201d e \u201cV\u00e9speras\u201d, pelos fi\u00e9is e ministros ordenados;<br \/>3.\u00a0\u00a0\u00a0 Que os fi\u00e9is participem do canto lit\u00fargico, ressaltando a necessidade de se promover a m\u00fasica sacra latina, com \u00eanfase no canto gregoriano pr\u00f3prio da Liturgia Romana;<br \/>4.\u00a0\u00a0\u00a0 Como a Bas\u00edlicas Menores tem uma liga\u00e7\u00e3o com a Igreja de Roma se celebra, com solenidade: a festa da C\u00e1tedra de S\u00e3o Pedro, em 22 de fevereiro de cada ano; a solenidade dos Santos Ap\u00f3stolos Pedro e Paulo, no dia 29 de junho, e o anivers\u00e1rio da elei\u00e7\u00e3o ou do in\u00edcio do supremo minist\u00e9rio pastoral do Sumo Pont\u00edfice.<br \/>Concede-se indulg\u00eancia plen\u00e1ria aos fi\u00e9is que visitem a Bas\u00edlica piedosamente e nela participem do rito sagrado, ou pelo menos rezem a Ora\u00e7\u00e3o do Pai Nosso e o Credo sob as condi\u00e7\u00f5es costumeiras: confiss\u00e3o sacramental, comunh\u00e3o eucar\u00edstica e ora\u00e7\u00e3o pelo Sumo Pont\u00edfice, nos seguintes dias: 1 \u2013 no dia do anivers\u00e1rio da consagra\u00e7\u00e3o da Bas\u00edlica; no dia da celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica titular, no caso do Rio de Janeiro, a partir de agora, no dia 20 de janeiro; na solenidade dos Santos Ap\u00f3stolos Pedro e Paulo; no dia do anivers\u00e1rio da concess\u00e3o do t\u00edtulo de Bas\u00edlica; uma vez no ano, em dia determinado pelo Bispo local e uma vez no ano, em dia escolhido livremente por qualquer um dos fi\u00e9is.<br \/>S\u00e3o ins\u00edgnias basilicais as ins\u00edgnias pontif\u00edcias, ou seja, as \u201cchaves cruzadas, que podem ser usadas nos estandartes, nas mob\u00edlias e no selo da Bas\u00edlica\u201d. Cada bas\u00edlica \u00e9 ornada por um tintinabulo e por uma umbela. Esses s\u00edmbolos ser\u00e3o apresentados no dia 1\u00ba de novembro, na missa das 18 horas, quando da efetiva\u00e7\u00e3o do decreto que declarou a Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o como Bas\u00edlica Menor.<br \/>Ao reitor da bas\u00edlica \u201c\u00e9 permitido usar na celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, al\u00e9m da veste talar ou veste da fam\u00edlia religiosa e sobrepeliz, mozeta de cor negra, com debruns e ornamentos circulares de cor vermelha\u201d.<br \/>A Igreja Matriz de S\u00e3o Sebasti\u00e3o na Tijuca, administrada pelos Frades Capuchinos, tamb\u00e9m Santu\u00e1rio Arquidiocesano e Templo de interesse afetivo para o munic\u00edpio do Rio de Janeiro, \u00e9 a nova Bas\u00edlica dessa cidade. Ela \u00e9 um lugar de grande devo\u00e7\u00e3o de todo o povo carioca, onde se encontram a imagem hist\u00f3rica do patrono do Rio trazida por Est\u00e1cio de S\u00e1, o marco da cidade e os restos mortais do fundador. \u00c9 de onde sai todos os anos a grande prociss\u00e3o de S\u00e3o Sebasti\u00e3o no dia 20 de janeiro, depois da grande miss\u00e3o popular com a trezena arquidiocesana. Com esse ato que agora participaremos, queremos que este sinal lit\u00fargico e sacramental, de unidade desta Igreja Bas\u00edlica Santu\u00e1rio com a S\u00e9 de Pedro reafirme a nossa unidade com o Santo Padre e o nosso compromisso de fazer mais conhecido, amado e seguido o santo fundador de nossa cidade, S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Que o santo m\u00e1rtir guerreiro continue protegendo nossa cidade contra a peste, a fome e a guerra, e nos d\u00ea a paz!<br \/>Assim sendo, anuncio oficialmente a todos que o Papa Francisco concedeu para a Igreja de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, onde se guarda a imagem trazida por Est\u00e1cio de S\u00e1, de nosso querido padroeiro, S\u00e3o Sebasti\u00e3o, o t\u00edtulo de Bas\u00edlica Menor. Que esta Igreja, carregada com a hist\u00f3ria dessa cidade, que remonta aos tempos fundacionais de nossa urbe, esteja intimamente ligada \u00e0 urbe romana, para manifestar a ades\u00e3o do povo do Rio de Janeiro, de seu Cardeal Arcebispo com seus bispos auxiliares e em\u00e9ritos, com o reverendo clero e todo o povo santo de Deus, em unidade com o Papa Francisco, para anunciarmos o Evangelho da Vida a todos os homens e mulheres de boa vontade! Que sejamos uma Igreja samaritana em sa\u00edda, que peregrina pelas periferias existenciais anunciando a alegria do Evangelho pela palavra e pelos sinais de proximidade junto ao nosso povo sofrido. <br \/>S\u00e3o Sebasti\u00e3o, rogai por n\u00f3s e pela sua cidade desde o seu Santu\u00e1rio Bas\u00edlica!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Igreja que caminha no Rio de Janeiro tem uma bela hist\u00f3ria ligada \u00e0 da cidade, que neste ano completa 450 anos de funda\u00e7\u00e3o. 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