{"id":12013,"date":"2015-10-16T19:35:36","date_gmt":"2015-10-16T22:35:36","guid":{"rendered":"http:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/2015\/10\/16\/a-conversao-de-um-ateu-naquela-noite-no-deserto-do-saara-eu-conheci-deus\/"},"modified":"2017-05-30T15:11:59","modified_gmt":"2017-05-30T18:11:59","slug":"a-conversao-de-um-ateu-naquela-noite-no-deserto-do-saara-eu-conheci-deus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/catolicanet.net\/wp-cnet\/a-conversao-de-um-ateu-naquela-noite-no-deserto-do-saara-eu-conheci-deus\/","title":{"rendered":"A convers\u00e3o de um ateu: \u201cNaquela noite, no deserto do Saara, eu conheci Deus\u201d"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/catolicanet.com.br\/images\/stories\/eric-emmanuel-schmitt.jpg\" border=\"0\" align=\"left\" \/>Primeiro, a \u201crevela\u00e7\u00e3o\u201d; depois, a \u201cconvers\u00e3o\u201d de Eric-Emmanuel Schmitt<\/p>\n<p>Para ele, o encontro com Deus foi imprevisto e imprevis\u00edvel. Ele era ateu, filho de pais incr\u00e9dulos, leitor de Diderot e dos iluministas do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>Eric-Emmanuel Schmitt, fil\u00f3sofo de forma\u00e7\u00e3o, dramaturgo de nascimento, escritor prol\u00edfico e diretor de cinema \u00e9 uma das figuras culturais francesas mais conhecidas internacionalmente. Ele contou ao jornal italiano Avvenire (6 de outubro) a hist\u00f3ria da sua convers\u00e3o, numa noite de 1989, em pleno deserto de Hoggar, no Saara.<\/p>\n<p>O extraordin\u00e1rio dom de Deus<\/p>\n<p>Schmitt se perdeu da sua comitiva e passou a noite sozinho. Foi assim que aconteceu o encontro com Deus. \u201cDizer que uma pessoa se converteu \u00e9 dizer que ela fez uma escolha ativa e volunt\u00e1ria. Devo admitir que isto n\u00e3o representa exatamente o que eu vivi naquela noite no deserto. O que eu recebi foi uma gra\u00e7a e um dom extraordin\u00e1rio. E abri em mim todo o lugar e espa\u00e7o poss\u00edvel para esse dom. Por isso, quando me chamam de \u2018convertido\u2019, eu prefiro ser definido como algu\u00e9m que recebeu uma revela\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEu recebi uma revela\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>Esta \u00e9 \u201ca express\u00e3o que me caracteriza melhor, porque ela fala da surpresa do presente que eu recebi. Eu n\u00e3o estava \u00e0 procura de Deus, nem sabia que Deus estava \u00e0 minha procura. Recebi como presente algo que eu n\u00e3o estava buscando. Esta revela\u00e7\u00e3o, para mim, foi apenas o come\u00e7o\u201d.<\/p>\n<p>O estudo do Evangelho<\/p>\n<p>Quando voltou \u00e0 Fran\u00e7a, o dramaturgo passou a ler v\u00e1rios poetas m\u00edsticos de diversas religi\u00f5es. \u201cAp\u00f3s aquela revela\u00e7\u00e3o, eu percorri um caminho de descoberta do Evangelho. E houve um trabalho muito ativo da minha parte para entender esse texto cheio de contradi\u00e7\u00f5es. Nisto eu posso dizer que experimentei uma convers\u00e3o. Em s\u00edntese, portanto: no deserto, uma revela\u00e7\u00e3o; com o Evangelho, uma convers\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Seguindo os passos de Foucauld<\/p>\n<p>Deve ser coincid\u00eancia, mas a hist\u00f3ria dessa revela\u00e7\u00e3o \u00e9 muito similar \u00e0 que aconteceu com o explorador franc\u00eas Charles de Foucauld, outro famoso convertido, depois do encontro com Deus no cora\u00e7\u00e3o do Saara. A partir daquele momento, tornando-se eremita, Foucauld deu in\u00edcio a um grande trabalho de evangeliza\u00e7\u00e3o daquelas terras. \u201cA sua for\u00e7a\u201d, explica Schmitt, \u201cestava em n\u00e3o tentar cristianizar \u00e0 for\u00e7ar aquelas pessoas, mas em testemunhar o Evangelho com o exemplo da pr\u00f3pria vida. Foi assim que Cristo mesmo fez em seu tempo\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: Aleteia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Primeiro, a \u201crevela\u00e7\u00e3o\u201d; depois, a \u201cconvers\u00e3o\u201d de Eric-Emmanuel Schmitt Para ele, o encontro com Deus foi imprevisto e imprevis\u00edvel. Ele era ateu, filho de pais incr\u00e9dulos, leitor de Diderot e dos iluministas do s\u00e9culo XVIII. 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